sexta-feira, 31 de julho de 2009

A prática do Evangelho no lar


A prática do Evangelho no lar

O Evangelho no lar é uma reunião fraterna dos componentes do lar, visando transformar o lar terreno num ninho de amor, concordância colaboração e perdão entre integrantes da família. Podemos assim, transformar , aos poucos, a nossa casa material num aconchegante ponto de refazimento de energias espirituais. É uma prática universalista, mas devido ao estudo do evangelho, cria-se uma sintonia maior com a egrégora cristã.

Desde as primeiras horas do dia devemos nos preparar, guardando o coração sereno e o ambiente devidamente preparado com fé e amor em nossas relações.
No lar que se habitua a realizar o culto ou prática do Evangelho, os benfeitores espirituais, pouco a pouco, vão construindo cortinas de protecção fluidica, estendendo uma espécie de “pára-raios”, ou seja, uma barreira energética que protege nosso lar de ataques, amortece as vibrações negativas que nossos desafectos desejam lançar contra nós, dissolvem miasmas deletérios que se acumulam por causa das formas-pensamentos deixados por nós, pelas pessoas encarnadas e desencarnadas que adentram nosso lar.

A prática do evangelho no lar favorece, em nosso ambiente doméstico ou profissional, a entrada de luzes espirituais, que muitas vezes são bloqueadas por causa do ambiente energeticamente poluído por contágio com pensamentos, e sentimentos inferiores que por ali circulam no dia-a-dia. Pessoas reclamadoras ,invejosas, ciumentas e negativas costumam influenciar fortemente os ambientes, propiciando o acumulo de formas-pensamentos inferiores em consonância com os pensamentos e sentimentos desequilibrados.

Esse ambiente pesa mais ainda quando perturbado por pensamentos pessimistas e distantes do amor, constantemente estimulados através de notícias infelizes de crimes, de erotismo e de pessimismo, frequentemente veiculadas por meios de comunicações como rádio, televisão e jornal, ou por pessoas encarnadas e desencarnadas que se comprazem em falar sobre o mal e pensar em coisas negativas.

Durante a prática do Evangelho no lar é feita uma “faxina” no campo espiritual de nossa casa. Nossos benfeitores aproveitam esses momentos para fazerem a retirada de espíritos infelizes que porventura estejam “convivendo” connosco em nosso lar, encaminhando-os para locais no espaço onde eles serão elucidados e levados a melhorarem a si mesmos, em busca da própria felicidade.

Este culto é um poderoso instrumento de apoio moral para as pessoas que desejam realizar a sua reforma pessoal interior e ajudar-nos, imensamente, a superar problemas de relacionamento pessoal, seja no seio da família ou na sociedade de uma forma geral.
É comum, logo que iniciamos esse trabalho, sentirmos uma certa dificuldade, imposta por nossa falta de costume e aumenta por nossos inimigos espirituais que não desejam nossa melhora e crescimento espiritual. Mas no lar onde é acesa a chama do “Evangelho no lar”, sentem-se imediatamente os seus benefícios, tão logo sejam superadas as dificuldades iniciais e se adquira e estabeleça esse hábito salutar.

Objectivos principais.

Estudar e praticar, com nossas atitudes, o Evangelho no Jesus, protegendo nosso lar contra influências espirituais negativas, ao mesmo tempo em que favorecemos o trabalho dos espíritos protectores que actuam em nosso benefício.
Com o culto, dissolvemos, através de preces e de pensamentos positivos, as formas-pensamentos negativas, permitindo assim que a luz dos benfeitores espirituais encontrem fácil acesso nos lares e nos corações. Pelo momento de compreensão e união que ele oferece, proporciona uma vivência mais tranquila, fazendo florescer a paz no lar, além de auxiliar as pessoas necessitadas através da prece e das vibrações espirituais.

Como realizar

Escolha um dia e hora da semana em que se possa contar com a presença dos familiares. Quando não for possível, realize o culto com aqueles que estiverem presentes ou até mesmo sozinho.
Uma vez por semana, os familiares que aceitarem praticar o culto (por livre e espontânea vontade) devem se reunir no dia e horário predeterminado.
Pode-se escolher um dos presentes para dirigir a reunião, podendo ser feito um rodízio, caso desejarem.
Coloquem sobre a mesa um recipiente com água para ser fluidificada. Se houver necessidade, como em caso de enfermidade, colocar água em recipiente separado para essa pessoa.
Faça uma breve leitura preparatória, em voz alta, de alguma mensagem espiritualista.
Inspirado na leitura preparatória, abra a reunião com uma prece simples e espontânea, dirigida a Deus que poderá ser proferida pelo dirigente da reunião ou por qualquer participante.
Leia um pequeno trecho de O evangelho segundo o espiritismo e comente o trecho lido, com palavras simples e compreensíveis, buscando sempre aplicação dos ensinamentos de Jesus na conduta pessoal e na vida diária, podendo qualquer dos presentes participar dos comentários, com objectividade e clareza, evitando-se debates, discussões acaloradas e polémicas.
Realize, em seguida, uma prece, pedindo e mentalizando com muita fé pela paz da humanidade e pela fraternidade entre os homens, sem distinção de crenças ou condições sociais. Também vibre por todos os que estão presentes na reunião etc.
Para encerar, faça uma prece de encerramento de forma simples e espontânea. Pronto! Para manter a harmonia no lar durante a semana, basta agir de acordo com os ensinamentos!

Referencia :Christian spiritist study center

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Os espinhos da mediunidade


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Os espinhos da mediunidade


Todos sabemos da grande responsabilidade que se assume no dia em que participamos numa reunião espírita, candidatando-se ao posto de interprete dos espíritos.


O desejo de ser médium, de praticar o intercambio com o mundo dos espíritos, de manter conversas com os nossos Guias espirituais, ou com os nossos seres queridos que partira para o Além , é natural.

Mas o que muitos ignoram é que os bons frutos que a mediunidade venham a dar dependem, entre muitos outros requisitos importantes, da maneira pela qual ela é desenvolvida.


Na verdade, a mediunidade não deve ser provocada. Na devida altura e quer se trata de espíritas ou de adeptos de quaisquer outras religiões, ela vai apresentar-se naturalmente, de modo suave ou violento, conforme as faixas vibratórias que nos rodearem então.


Quando se trata de uma pessoa ponderada, estudiosa, fiel à ideia de Deus e com boas qualidades morais, a mediunidade costuma desabrochar suavemente, através dos canais da fé e da ajuda ao próximo.

Nessa altura, vemos o adepto de qualquer credo religioso, inclusivamente o espírita, impor as mãos sobre quem sofre e transmitir o generoso fluído da cura, do alivio ou da esperança, ao angustiado ou ao aflito, sem que seja preciso uma procura sistemática do desenvolvimento mediúnico a qual, na maior parte das vezes, tem tendência a prejudicar o médium para sempre.


E vemos igualmente grandes manifestações, conflitos, doenças e até obsessões, cuja chegada se dá, como é óbvio, à revelia do individuo que lhe sofre o influxo.

Se tal acontecer, e se o médium não conhecer os princípios da Doutrina Espírita, é só orientar-lhe a mediunidade e instrui-lo; tratá-lo, se estiver doente, e deixá-lo praticar o bem com o dom que recebeu da Natureza.

São exemplos destes que vemos quase diariamente (pois conhecemos pessoas de outros credos religiosos que também curam com a imposição das mãos), e lições que temos que respeitar, já que nos indicam que eles são médiuns mais seguros, visto serem espontâneos, a sua mediunidade desabrochou quando devia, sem que tivesse havido um longo período de reuniões para provocar o seu desenvolvimento, períodos estes que, além de incómodos, são muitas vezes contraproducentes….


Muitos candidatos ao exercício da mediunidade perguntam-nos com frequência se os podemos esclarecer sobre suas respectivas situações, como pretendentes ao intercâmbio com o invisível. Sentem-se confusos , inquietos e vacilantes, ao não terem obtido nada de positivo depois de um , dois, ou mais anos de esforços no desenvolvimento, facto este que , só por si é suficiente para indicar os pouquíssimos recursos mediúnicos da candidato, o qual, contudo, é sincero e está bem assistido pelo seu Espírito familiar, não se deixando enredar nas teias da auto-sugestão.


Mas, que esforços é que ele fez? Apenas e só estar presente na mesa de reuniões, insistir, quase aflitivamente, a fim de conseguir escrever mensagens lindas, ou então fazer palestras que satisfazem quem as ouve.

Muitas vezes, para não dizer, regra geral, o desenvolvimento vem, não propriamente da faculdade mediúnica, mas sim da mente do médium, que se auto-estimula esta maneira, fazendo com que se dê aquilo que é menos desejável: a subconsciência do médium, excitada pelo esforço e pela vontade, começa a agir por si próprio como se fosse um agente desencarnado; a sua mente exterioriza-se em comunicações apócrifas, que só servem para embaciar a verdadeira faculdade e para empalidecer o brilho deste “dom” sublime outorgado ao homem por Deus.


Muitos daqueles que insistem no seu próprio desenvolvimento mediúnico, asseguram que determinado Espírito lhes garantiu que são médiuns desta ou daquela especialidade psicógrafica, de incorporação, de vidência, etc. No entanto, os mestres do Espiritismo, como Allan Kardec e léon Denis à cabeça, assim como os instrutores Espirituais que merecem crédito (porque há os pseudo mentores espirituais) sempre disseram que “ não há nenhum indicio que revela a existência da faculdade mediúnica. Só a experiência pode revelá-la”, seja ela qual for: psicógrafica, incorporação ou outra qualquer.


É claro que nada impede que experimentemos o nosso potencial. Mas a prática tem demonstrado que a experiência não deve ultrapassar alguns meses; caso não se obtêm nada durante esse período, deve-se desistir, precisamente para a eventual faculdade fique protegida contra invasão doutros fenómenos também psíquicos, mas não mediúnicos, isto é, aqueles a que actualmente se dá o nome de “parapsicológicos” e aos quais, até agora, nós temos chamado de “animismo”, auto-sugestão, etc.


O desejo veemente de ser médium chega às vezes ao ponto de se exercitar a vidência! Ora a vidência é uma faculdade muito melindrosa que não pode estar sujeita a tal tratamento, pois corre o perigo de sofrer graves distúrbios. Não deve nunca ser provocada, a não ser que se queira ficar sugestionado e pensar que se está a ver coisas: a partir daí, vão-se formar os chamados “clichés mentais”, ou seja, a “ideoplastia” ( a ideia plasmada na mente pela vontade). É bom não esquecer que o pensamento cria, constrói e realiza, mesmo que não concretize materialmente aquilo que mentaliza (vide cap.VIII “O livro dos médiuns”.


Sobre os espinhos que as vezes dilaceram quem tem mediunidade, o investigador e analista italiano Ernesto Bozzano fez umas observações muito elucidativas e no seu livro “pensamento e vontade” ; o francês Léon Denis, o continuador de Allan Kardec, na sua obra “No invisível”dá-nos importantes esclarecimentos; e Kardec, para além das lições gerais, diz o seguinte sobre a vidência:”A faculdade de ver os espíritos pode como é obvio ser desenvolvida, mas é uma daquelas em que convém esperar pelo desenvolvimento natural e não o provocar, a não ser que se queira ser manipulado pela própria imaginação. Quando a semente duma faculdade existe, esta manifesta-se por si própria. Por principio, devemos contentar-nos com as que Deus nos concedeu, sem procurarmos o impossível, pois se pretendemos ter muito, corremos o risco de perder o que possuímos.

Quando dissemos que eram frequentes os casos de aparições espontâneas, não quisemos dizer que eram comuns. Quanto aos médiuns videntes propriamente ditos, são ainda raros, e deve-se desconfiar bastante dos que se intitulam portadores desta faculdade. Manda a prudência não lhes dar crédito, a não ser perante provas evidentes(….)


Portanto, deste aviso do ilustre mestre, deduzimos que é absurdo ( e a experiência tem vindo a demonstrar que assim é) fazer exercícios com o fim de desenvolver a vidência, assim como entregar-se nas mãos de professores videntes. A vidência é uma manifestação espírita como qualquer outra e, assim sendo, os seus registos devem ser examinados por pessoas competentes e experientes, que os irão passar pelo crivo da razão e do bom senso, a fim de serem aceites.


Ainda sabermos pouco sobre a mediunidade. Mas sentimo-la intensamente e presenciamos os seus efeitos. Ainda nos encontramos na introdução da questão, apesar da mediunidade existir desde sempre, o que revela ser um “dom” concebido por Deus.


Mas o que dela já se sabe, apesar da nossa ignorância a seu respeito, cabe em vários volumes, como efectivamente tem cabido, pois há vários livros sobre este magno assunto.

Uma das facetas mais importantes da mediunidade, e que não podemos ignorar porque o Alto sobre este ponto nos esclarece e a observação confirma-o, é que a prática da caridade e do amor ao próximo não só é indispensável ao bom desenvolvimento da faculdade, mas também é uma poderosa garantia para o seu feliz exercício. Claro que não nos referimos à caridade interesseira e só de fachada, mas sim à que é inspirada pelo verdadeiro sentimento do coração. Assim, o candidato a intérprete do mundo espiritual, deve iniciar o seu compromisso frequentando as reuniões mediúnicas, praticando o bem, através do auxilio prestado a quem está em sofrimento, estudando a Doutrina Espírita conscienciosamente e empenhando-se a fundo na sua gradual reforma moral.


Se agir assim, quando lhe chegarem os sinais que indicam que realmente possui faculdades a desenvolver, estas irão aparecer suavemente, sem choque, dado que estão protegidas pelas faixas vibratórias da caridade.

E é bom repetir: convém não precipitar o desenvolvimento mediúnico. O seu progresso é lento; ao que tudo indica, a mediunidade desdobra-se infinitamente, pelo que o médium nunca está completamente desenvolvido, especialmente nos penosos dias actuais, em que mil e um problemas chocam à sua volta. Quando mais a educarmos na submissão às leis divinas, mais ela se irá ampliar e crescer na rota dos conhecimentos espirituais.

Pelo oposto, vemos que não há médiuns extraordinários nem eleitos da mediunidade, pelo que não devemos deixar-nos fanatizar, fazendo dos médiuns uns deuses, como se fossem homens e mulheres à parte na escala humana. Eles são apenas instrumentos das forças invisíveis do Além, ora bons, ora maus, consoante a maneira como agem no seu dia-a-dia. E deixarão de ser médiuns se os espíritos já não puderem ou quiserem servir-se deles.


Portanto, convém que os candidatos pensem detidamente no papel que irão representar na seara de Jesus, o nosso Mestre Guia Maior.


Autor desconhecido

Noticias de Portugal


Sumário:

1 - ESPIRITISMO NA RTP
2 - SONO E SONHOS: A VISÃO ESPÍRITA
3 - ACTIVIDADES EM COIMBRA
4 - ESPIRITISMO NA FEIRA DO LIVRO EM PENICHE
5 - PALESTRAS NO NERV

1 - ESPIRITISMO NA RTP

A RTP passou no programa "A Voz do cidadão", a opinião da ADEP, devido a várias queixas que esta associação fec chegar, por causa de terem identificado um bruxo com o espiritismo.
Embora não seja o programa perfeito, os jornalistas dignificaram a Doutrina Espírita.

Aqui vai para quem não viu, o link do programa:
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=21175

Fonte: J. Lucas

2 - SONO E SONHOS: A VISÃO ESPÍRITA

Na sexta-feira, dia 24 de Julho de 2009, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema SONO E SONHOS: A VISÃO ESPÍRITA.

O que acontece quando dormimos?
Porque sonhamos?
Que tipo de sonhos existem?
Como enquadrá-los na visão da Doutrina Espírita?

O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
Este centro tem página na Internet em www.caldasrainha.net/cce e e-mail cce@caldasrainha.net
As entradas são livres e gratuitas.

Fonte: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha)

3 - ACTIVIDADES EM COIMBRA

Julieta Marques, depois de ter estado na Nazaré num colóquio espírita e de ter palestrado no Centro de Cultura Espírita nas Caldas da Rainha, irá efectuar uma conferência no Grupo de Estudos Espiritas Allan Kardec, em Coimbra, no próximo dia 22 de Julho, pelas 20H00, conferência esta subordinada ao tema "O poder do penmento sobre a água".

No dia 26 ÀS 15:30, ainda em Coimbra, em Sandelas, fará a apresentação do desfile da MULHER DO EVANGELHO, evento este inserido no aniversário do GEEAK.

no dia 25 de Julho realizar-se-á um Seminário, sob a responsabilidade de Florêncio Anton, e com o tema "A MEDIUNIDADE" das 15h às 18h.
Pintura mediúnica das 19h às 21h.

Fonte: Raquel Soares (Lagos)

4 - ESPIRITISMO NA FEIRA DO LIVRO EM PENICHE

O Centro de Cultura Espírita, de Caldas da Rainha (www.caldasrainha.net/cce) está presente na feira do livro em Peniche que está a decorrer nesta cidade do Oeste de Portugal.
Raquel Henriques e Edviges Ferreira referem a importância da divulgação espírita, sabendo-se que as pessoas procuram muito os livros espíritas, seja os de índole científica, filosófica ou moral.

Fonte: CCE (C. Rainha)

5 - PALESTRAS NO NERV

O N.E.R.V— Núcleo Espírita Rosa dos Ventos – Travessa Fonte da Muda, 26-4450-672 Leça da Palmeira, com e-mail www.nervespiritismo.com e com página na Internet em www. nervespiritismo.com Tef. 229962395/965384111. Convida-vos a estar presente às Sextas-Feiras pelas 21H00, para o seguinte ciclo de palestras.

LIVRO EM ESTUDO
EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

DIA 7 DE AGOSTO 2009 ÁS 21H00
TEMA: CAUSAS ACTUAIS DA AFLIÇÕES
Conferencista: António Augusto

DIA 14 DE AGOSTO 2009 ÁS 21H00
TEMA: CONHECE-SE A ÁRVORE PELO SEU FRUTO
Conferencista: Francisco Assis

DIA 21 AGOSTO 2009 ÁS 21H00
TEMA: DEIXAI AOS MORTOS O CUIDADO
DE ENTERRAREM SEUS MORTOS
Conferencista: Maria Áurea

DIA 28 DE AGOSTO 2009 ÁS 21H00
TEMA: CUIDAR DO CORPO E DO ESPÍRITO
Conferencista: José António Luz

Fonte: NERV


segunda-feira, 20 de julho de 2009

Deve-se abortar um anencéfalo?


Deve-se abortar um anencéfalo?


Através da narração de um caso real, entenda a importância da reencarnação para o reequilíbrio do perispírito.

Inicialmente, lembramos que anencéfalo, embora seja considerado sem cérebro, na realidade é portador de um segmento cerebral, estando falando regiões do cérebro que impossibilitarão sua sobrevivência pós-parto.

A fim de colocarmos a visão espírita sobre este importante problema, exemplificaremos com um caso real. Usaremos nomes fictícios.

João e Maria eram casados a 12 anos. A felicidade havia batido a porta. Maria estava grávida. Exultantes, procuraram o médico obstetra para as orientações iniciais. Mil planos ambos estabeleceram. Ao longo dos meses, no entanto, foram surpreendidos, através do estudo ultrassonográfico, da triste notícia de que seu bebé era anencéfalo. Ao serem informados, caíram em prantos ao ouvirem a proposta do obstetra lhe oferecendo o abortamento. Posicionaram-se contrários, explicando sua visão espírita.

- Trata-se de um ser humano que renasce precisando de muito amor e amparo. Nós estaremos com nosso filho até quando nos for permitido.

- Mas , esta criatura não vai viver além de alguns dias ou semanas na incubadora disse o obstetra.

- Estamos cientes, mas até lá seremos seus pais.

Guardavam, também, secretamente, a esperança de que houvesse algum equívoco de diagnóstico que lhes proporcionasse uma filha saudável.

Durante nove meses dialogaram com seu bebé, intra-útero. Disseram o quanto o amavam. Realizaram, semanalmente, a reunião do Evangelho no lar, solicitando aos mentores a protecção e amparo ao ser que reencarnava.

Chegara o grande momento: Em trabalho de parto, Maria adentra a maternidade com um misto de esperança e angústia. A criança nasce, o pai, ao ver a filha, sofre profundo impacto emocional tendo uma crise de lipotimia. O bebé anencéfalo sobrevive na incubadora com oxigénio,84 horas.

Há um triste retorno ao lar.

Passam-se aproximadamente 2 anos do pranteado evento. João e Maria, trabalhadores do instituto de cultura espírita da cidade, frequentavam, na mencionada instituição, a reunião mediúnica quando uma médium em desdobramento consciente informa ao coordenador do grupo:

- Há um espírito de uma criança que deseja se comunicar.

- Que os médiuns facilitem o transe psicofônico para atendermos , responde o dirigente.

Após alguns segundos, uma experiente médium dá a comunicação.

- Boa noite, meu nome é Shirley. Venho abraçar papai e mamãe.

- Quem é seu papai e mamãe?

- São aqueles dois – disse apontando João e Maria.

- Seja bem vinda, Shirley, muita paz! Que tens a dizer?

- Quero agradecer a papai e mamãe todo o amor que me dedicaram durante a gravidez. Sim, eu era aquele anencéfalo.

- Mas você está linda agora.

- Graças ás energias de amor recebidas, graças ao Evangelho no lar, que banharam meu corpo espiritual durante todo o tempo.

- Como se operou esta mudança?

- Tive permissão para esta mensagem pelo alcance que a mesma poderá ter a outras pessoas.

Eu possuía meu corpo espiritual muito doente, deformado pelo meu passado cheio de equívocos. Fui durante nove meses envolvida em luz. Uma verdadeira cromoterapia mental que gravitavamente passou a modificar meu corpo astral ( perispírito). Os diálogos que meus pais tiveram comigo fora uma intensa educação pré-natal que muito contribuíram para meu tratamento. Eu expiei, no verdadeiro sentido da palavra. Expiar é como expirar, colocar para fora o que não é bom. Eu drenei as minhas deformidades perispirituais para meu corpo físico e fui me libertando das minhas deformidades. Como meus pais foram generosos.

Meu amor por eles será eterno.

- Por que estás na forma de uma criança, já que te expressas tão inteligentemente?

- Porque estou em preparo para o retorno. Dizem meus instrutores que tenho permissão para informar. Meus pais têm o merecimento de saber. Devo renascer como filha deles, normal, talvez no próximo ano.

Após dois anos renasceu Shirley, que hoje é uma linda menina de olhos verdes e cabelo castanhos, espírito suave e encantador.

Consideramos respondida a questão: deve-se abortar um anencéfalo?

Fonte: Dr. Ricardo di bernadi.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Noticias de Portugal


ESPIRITISMO NA RTP - PROGRAMA A VOZ DO CIDADÃO

Na sequência de muitos mails recebidos pelo provedor do telespectador, da RTP, esta estação de televisão contactou vários espíritas para abordarem o que pensam do espiritismo, na sequência das queixas enviadas, pelo facto da RTP 1 ter identificado um bruxo de Fafe com o Espiritismo.

A RTP, para além de ter recolhido depoimentos de espíritas de Braga, Barcelos e Caldas da Rainha (desconhecemos se recolheu de outros locais), fez igualmente recolha de imagens num dos centros espíritas das Caldas da Rainha.

Esperemos que desta vez a informação seja credível e o trabalho jornalístico seja honesto. Vamos ver.

O programa irá para o ar nos seguintes dias:

RTP i América - 2009-07-18 | 19:45h

RTP1 - 2009-07-18 | 19:45h

RTP Açores - 2009-07-18 | 20:45h

RTP i - 2009-07-18 | 21:00h

RTP i Ásia - 2009-07-18 | 21:00h

RTP África - 2009-07-18 | 21:00h

RTP Madeira - 2009-07-18 | 21:45h

RTP 2 - 2009-07-19 | 14:30h

RTPN - 2009-07-19 | 20:00h

RTP Memória - 2009-07-19 | 21:00h

Fonte: José Lucas (C. Rainha)

Noticias de Portugal


Sumário:

1 - PALESTRAS EM MATOSINHOS
2 - SEMINÁRIO "A ACÇÃO DA MENTE" EM NAZARÉ
3 - PALESTRAS EM SETÚBAL
4 - PINTURA MEDIÚNICA
5 - XI JORNADAS DE INTEGRACIÓN HUMANA DE LA ISLA DE LA PALMA


1 - PALESTRAS EM MATOSINHOS

O N.E.R.V— Núcleo Espírita Rosa dos Ventos – Travessa Fonte da Muda, 26-4450-672 Leça da Palmeira, com e-mail nervespiritismo@yahoo.com e com página na Internet em www.nervespiritismo.com Tef. 229962395/965384111. Convida-vos a estar presente às Sextas-Feiras pelas 21H00, para o seguinte ciclo de palestras.


LIVRO EM ESTUDO
EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

DIA 3 DE JULHO 2009 ÁS 21H00
TEMA. AFABILIDADE E A DOÇURA
Conferencista: Maria Áurea

DIA 10 DE JULHO 2009 ÁS 21H00
TEMA. A FÉ E A CARIDADE
Conferencista: Francisco Assis

DIA 17 DE JULHO 2009 ÁS 21H00
TEMA. A LEI DO AMOR
Conferencista: António Augusto

DIA 24 DE JULHO 2009 ÁS 21H00
TEMA. A VERDADEIRA PROPRIEDADE
Conferencista: José António Luz

DIA 31 DE JULHO 2009 ÁS 21H00
TEMA. CARACTERES DA PERFEIÇÃO
Conferencista: Maria Áurea

Fonte: NERV

2 - SEMINÁRIO "A ACÇÃO DA MENTE" EM NAZARÉ

Seminário: A Acção da Mente
11 de Julho e 12 de Julho

Programa:
11Julho 2009 – 10H00/10H45
Palestra com Rui Lima
Tema: Acção e Manipulação dos Espíritos sobre os Fluídos

11H00/11H45
Palestra com Julieta Marques
Tema:A Acção da Mente sobre a Água

12H00/12H45
Palestra com Sidney Oliveira
Tema: A Nossa Casa Mental, a Acção da mente sobre o Ambiente que nos circunda

15H00/15H45
Palestra com Sílvia Neves
Tema: A Somatização, Transformação de nossos pensamentos em mazelas físicas e psíquicas

16H00/16H45
Palestra com Arlindo Codinha
Tema: Reprogramação Mental

17H00/17H45
Palestra com Helena Matos e Sílnvea Neves
Tema:O Despertar do Ser

12Julho 2009 – 10H00/11H00
Palestra com Arlindo Codinha
Tema: Magnetismo e Depressão

11H15/13H00
Palestra com Sílvia Neves
Tema: Exercícios de Reprogramação Mental

15H00/18H00
Palestra com Arlindo Codinha
Tema: Acção da Mente no momento do Passe (Teoria e Prática) para trabalhadores espíritas

AECL
Associação Espírita “A Caminho da Luz”
Rua Manuel Jacinto, Lote 31
Sítio da Nazaré
Contactos: Arlindo Codinha : 961419113
Sidney Oliveira: 962007642

Fonte: AECL

3 - PALESTRAS EM SETÚBAL

Calendário de Palestras Públicas a realizar em Julho

06 - Elucidário, de Paulo de Tarso (espírito) e Dimantino C. Fernandes (médium) (a)

13 - Que é ser feliz ?

20 - Depressão - uma abordagem espírita

27 - O livro dos Médiuns, de Allan Kardec (a)

a) divulgação de literatura espírita

Todas as Palestras são realizadas no auditório da AELA, com início às 21,30 horas


Fonte: AELA - Associação Espírita Luz e Amor / Setúbal



4 - PINTURA MEDIÚNICA

Florêncio Anton em Portugal
de 21 de Julho a 2 de Agosto

Dia 21 (3ªf): Malveira(a confirmar);

Dia 22 (4ªf): Lisboa A.B.F 20h00-Pintura Mediúnica (Manuel Costa-tlm:964333387);

Dia 23 (5ªf): "O Mentor Amigo" Pechão

Dia 24 (6ªf): Portimão 21h00 -Pintura Mediúnica(Otávio-tlm:964713393);

Dia 25 (Sáb.): Coimbra (Sandelgas):Seminário tema: Mediunidade (15h às 18h30)Inscrição:5 euros;
-Pintura Mediúnica (19h/21H);

Dia 26 (Dom.):Coimbra(Sandelgas): -Pintura Mediúnica;

Dia 27 (2ªf): Viseu 20h00-Pintura Mediúnica;

Dia 28 (3ªf): Porto-Caminheiros 21h00 (Galvão tlm: 916762957);

Dia 29 (4ªf): Aveiro(Ass.Cultural Espírita de Aveiro) 21h00;

Dia 30 (5ªf): Nazaré Assc. A caminho da Luz 20h30 - Pintura Mediúnica ( Arlindo - Tlm:961419113)

Dia 31 (6ª): Porto Ceca 21h00 - Pintura Mediúnica (Zé Manel;tlm:917551603);

Dia 1 (Sáb.): Paião- Ass. Espírita do Paião 20h30 - Pintura Mediúnica;

Dia 2 (Dom.): Lisboa A.B.S. Eduardo de Matos 20h30 - Pintura Mediúnica;

Fonte: GEEAK

5 - XI JORNADAS DE INTEGRACIÓN HUMANA DE LA ISLA DE LA PALMA

DÍAS 23 – 24 Y 25 DE JULIO
JUEVES DÍA 23

TADE

Hora 17:15: Presentación e inauguración de las Jornadas
Hora 17:30: Conferencia, “La cacharrería espiritual”, por Oscar García
Hora 19:15: Descanso.
Hora 19:30: Conferencia, “Qué hacer cuando Dios descansa” por Ramón Araujo



VIERNES DÍA 24

MAÑANA

Hora 10:30 -13:30: Taller, “El mundo de las energías”, a cargo de Manuel Ramos y
Erika.
TARDE

Hora 17:30: Conferencia, “Un mundo en transición”, por Estella Estefanía.
Hora 19:15: Descanso
Hora 19:30: Conferencia, “El Naturismo”, por Manuel (FENACO)



SÁBADO DÍA 25

MAÑANA

Hora 9:00 -11:15: Taller, “Medicinas alternativas”, por Manuel (FENACO)
Hora 11:15: Descanso
Hora 11:30: Conferencia, “La energía que nos mueve”, por Mauro Barreto. (AIPE)
Hora 12:40: Descanso.
Hora 12:50: Conferencia, “La fuerza del pensamiento”, por Rosa Díaz (AIPE)

TARDE

Hora 17:30: Clausura de las jornadas
Hora 17:45: Conferencia, “Acupuntura y salud”, por Carlos González ”
Hora 20:00: Actuación musical.



ENTRADA GRATUITA

LUGAR: MUSEO (LOS LLANOS DE ARIDANE)

Fonte: andaluciaespiritista.es

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Revolução do globo


REVOLUÇÕES DO GLOBO

Revoluções gerais ou parciais. - Idade das montanhas. - Dilúvio bíblico. - Revoluções periódicas. - Cataclismos futuros. - Aumento ou diminuição do volume da Terra.


Revoluções gerais ou parciais


1. - Os períodos geológicos marcam as fases do aspecto geral do globo, em consequência das suas transformações. Mas, com excepção do período diluviano, que se caracterizou por uma subversão repentina, todos os demais transcorreram lentamente, sem transições bruscas. Durante todo o tempo que os elementos constitutivos do globo levaram para tomar suas posições

definitivas, as mutações houveram de ser gerais. Uma vez consolidada a base, só se devem ter produzido modificações parciais, na superfície.


2. - Além das revoluções gerais, a Terra experimentou grande número de perturbações locais, que mudaram o aspecto de certas regiões. Como no tocante às outras duas causas contribuíram para essas perturbações: o fogo e a água.

O fogo actuou produzindo: ou erupções vulcânicas que sepultaram, sob espessas camadas de cinzas e lavas, os terrenos circunjacentes, fazendo desaparecer cidades com seus habitantes; ou terramotos; ou levantamentos da crosta sólida, que impeliam as águas para as regiões mais baixas; ou o afundamento, em maior ou menor extensão, dessa mesma crosta, nalguns lugares, para onde as águas se precipitaram, deixando em seco outros lugares. Foi assim que surgiram ilhas no meio do oceano, enquanto que outras desapareceram; que porções de continentes se separaram e formaram ilhas; que braços de mar, secados, ligaram ilhas e continentes.

Quanto à água, essa actuou, produzindo: ou a irrupção ou a retirada do mar nalgumas costas; ou desmoronamentos que, interceptando as correntes líquidas, formaram lagos; quer pelas cheias e inundações; ou, enfim, aterros nas embocaduras dos rios. Esses aterros, rechaçando o mar, criaram novos territórios. Tal a origem do delta do Nilo, ou Baixo Egipto; do delta do Ródano, ou

Camarga.


Idade das montanhas


3. - Examinando-se os terrenos dilacerados pela elevação das montanhas e das camadas que lhes formam os contrafortes, possível se torna determinar-lhes a idade geológica. Por idade geológica das montanhas, não se deve entender o número de anos que elas contam de existência, mas o período em que se formaram e, portanto, a relativa antiguidade que apresentam. Fora erróneo acreditar-se que semelhante antiguidade corresponde à elevação que

lhes é própria, ou à natureza exclusivamente granítica que revelem, uma vez que a massa de granito, ao dar-se o seu levantamento, pode ter perfurado e separado as camadas sobrepostas.

Comprovou-se assim, por meio da observação, que as montanhas dos Vosges, da Bretanha e da Côte-d'Or, na França, que não são muito elevadas, pertencem às mais antigas formações. Datam do período de transição, senão anteriores aos depósitos de hulha. O Jura se formou no meado do período secundário; é contemporâneo dos repteis gigantes. Os Pirinéus se formaram mais tarde, no começo do período terciário. O Monte Branco e o grupo dos Alpes ocidentais são posteriores aos Pirinéus e datam da metade do período terciário. Os Alpes orientais, que compreendem as montanhas do Tirol, são ainda mais recentes, porquanto só se formaram pelos fins desse mesmo período. Algumas montanhas da Ásia são mesmo posteriores ao período diluviano, ou lhe são contemporâneas.

Esses levantamentos hão de ter ocasionado grandes perturbações locais e inundações mais ou menos consideráveis, pelo deslocamento das águas, pela interrupção e mudança do curso dos rios. (1)


Dilúvio bíblico


4. - O dilúvio bíblico, também conhecido pela denominação de «grande dilúvio asiático», é facto cuja realidade não se pode contestar. Deve tê-lo ocasionado o levantamento de uma parte das montanhas daquela região, como o do México. Corrobora esta opinião a existência de um mar interior, que ia outrora do mar Negro ao oceano Boreal, comprovada pelas observações geológicas. O mar de Azov, o mar Cáspío, cujas águas são salgadas, embora nenhuma comunicação tenham com nenhum outro mar; o lago Aral e os inúmeros lagos espalhados pelas imensas planícies da Tartália e as estepes da Rússia parecem restos daquele antigo mar. Por ocasião do levantamento das montanhas do Cáucaso, posterior ao dilúvio universal, parte daquelas águas foi recalcada para o norte, na direcção do oceano Boreal; outra parte, para o sul, em direcção ao oceano Índico. Estas inundaram e devastaram precisamente a Mesopotâmia e toda a região em que habitaram os antepassados do povo hebreu. Embora esse dilúvio se tenha estendido por uma superfície muito grande, é actualmente ponto averiguado que ele foi apenas local; que não pode ter sido causado pela chuva, pois, por muito copiosa que esta fosse e ainda que se prolongasse por quarenta dias, o cálculo prova que a quantidade da água caída das nuvens não podia bastar para cobrir toda a terra, até acima das mais altas montanhas.

Para os homens de então, que não conheciam mais do que uma extensão muito limitada da superfície do globo e que nenhuma ideia tinham da sua configuração, desde que a inundação invadiu os países conhecidos, invadida fora, para eles, a Terra inteira. Se a essa crença aditarmos a forma imaginosa e hiperbólica da descrição, forma peculiar ao estilo oriental, já não

nos surpreenderá o exagero da narração bíblica.


(1) O século passado registrou notável exemplo de um fenómeno desse género. A seis dias de marcha da cidade de México, existia, em 1750, uma região fértil e bem cultivada, onde davam em abundância arroz, milho e bananas. No mês de Junho, pavorosos tremores de terra abalaram o solo, renovando-se continuamente durante dois meses inteiros. Na noite de 28 para 29 de Setembro, violenta convulsão se produziu; um território de muitas léguas de extensão entrou a erguer-se pouco a pouco e acabou por alcançar a altitude de 500 pés, numa superfíciede 10 léguas quadradas. O terreno ondulava, como as vagas do mar ao sopro da tempestade, milhares de montículos se elevavam e afundavam alternativamente; afinal, abriu-se um abismo de perto de 3 léguas, donde eram lançados a prodigiosa altura fumo, rogo, pedras em brasa e cinzas. Seis montanhas surgiram desse abismo hiante, entre as quais o vulcão a que foi dado o nome de Jorullo, que agora se eleva a 550 metros acima da antiga planície. No momento em que principiaram os abalos do solo, os dois rios Cuitimba e San Pedro, refluindo, inundaram

toda a planície hoje ocupada pelo Jorullo; no terreno, porém, que sem cessar se elevava, outro sorvedouro se abriu e os absorveu. Os dois reapareceram mais tarde, a oeste, num ponto muito afastado de seus antigos leitos. (Luiz Figuier, A Terra antes do dilúvio, pág. 370.)


5. - O dilúvio asiático foi evidentemente posterior ao aparecimento do homem na Terra, visto que a lembrança dele se conservou pela tradição em todos os povos daquela parte do mundo, os quais o consagraram em suas teogonias. (1)

É igualmente posterior ao grande dilúvio universal que assinalou o início do actual período geológico. Quando se fala de homens e de animais antediluvianos, a referência é àquele primeiro cataclismo.


(1) A lenda indiana sobre o dilúvio refere, segundo o livro dos vedas, que Brama, transformado em peixe, se dirigiu ao piedoso monarca Vaivaswata e lhe disse: "Chegou o momento da dissolução do Universo; em breve estará destruído tudo o que existe na Terra. Tens que construir um navio em que embarcarás, depois de teres embarcado sementes de todos os vegetais. Esperar-me-ás nesse navio e eu virei ter contigo, trazendo à Revoluções periódicas


6. - Além do seu movimento anual em torno do Sol, origem das estações, do seu movimento de rotação sobre si mesma em 24 horas, origem do dia e da noite, tem a Terra um terceiro movimento que se completa em cerca de 25.000 anos, ou, mais exactamente, em 25.868 anos, e que produz o fenómeno denominado, em astronomia, precessão dos equinócios (Cap. V, nº 11). Este movimento, que não se pode explicar em poucas palavras, sem o auxílio de figuras e sem uma demonstração geométrica, consiste numa espécie de oscilação circular, que se há comparado à de um pião a morrer, e por virtude da qual o eixo da Terra, mudando de inclinação, descreve um duplo cone cujo vértice está no centro do planeta, abrangendo as bases desses cones a superfície circunscrita pelos círculos polares, isto é, uma amplitude de 23 e 1/2

graus de raio.


7. - O equinócio é o instante em que o Sol, passando de um hemisfério a outro, se encontra perpendicular ao equador, o que acontece duas vezes por ano, a 21 de Março, quando o Sol passa para o hemisfério boreal, e a 22 de Setembro, quando volta ao hemisfério austral.

Mas, em consequência da gradual mudança na obliquidade do eixo, o que acarreta outra mudança na obliquidade do equador sobre a elíptica, o momento do equinócio avança cada ano de alguns minutos (25 minutos e 7 segundos). A esse avanço é que se deu o nome de precessão dos equinócios (do latim «proecedere», caminhar para diante, composto de «proe», adiante e

«cedere», ir-se).

Com o tempo, esses poucos minutos fazem horas, dias, meses e anos, resultando daí que o equinócio da primavera, que agora se verifica no mês de Março, em dado tempo se verificará em Fevereiro, depois em Janeiro, depois em Dezembro. Então o mês de Dezembro terá a temperatura de Março e Março a de Junho e assim por diante, até que, voltando ao mês de Março, as coisas se encontrarão de novo no estado actual, o que se dará ao cabo de 25.868 anos, para recomeçar indefinidamente a mesma revolução. (1)

cabeça um chifre pelo qual me reconhecerás. "O santo obedeceu; construiu um navio, embarcou nele e o atou por um cabo muito forte ao chifre do peixe. O navio foi rebocado durante muitos anos com extrema rapidez, por entre as trevas de uma tremenda tempestade, abordando, afinal, ao cume do monte Himawat (Himalaia). Brama ordenou em seguida a Vaivaswata que criasse todos os seres e com eles povoasse a Terra.

É flagrante a analogia desta lenda com a narrativa bíblica de Noé. Da Índia ela passara ao Egipto, como uma multidão de outras crenças. Ora, sendo o livro dos Vedas anteriores ao de Moisés, a narração que naquele se encontra, do dilúvio, não pode ser uma cópia da deste último.

O que é provável é que Moisés, que aprendera as doutrinas dos sacerdotes egípcios, haja tomado a estes a sua descrição.


8. - Desse movimento cónico do eixo, resulta que os pólos da Terra não olham constantemente os mesmos pontos do céu; que a Estrela Polar não será Sempre estrela polar; que os pólos gradualmente se inclinam mais ou menos para o Sol e recebem dele raios mais ou menos directos, donde se segue que a Islândia e a Lapónia, por exemplo, localizadas sob o círculo polar, poderão, em dado tempo, receber raios solares como se estivessem na latitude da Espanha e da Itália e que, na posição do extremo oposto, a Espanha e a Itália poderão ter a temperatura da Islândia e da Lapónia, e assim por diante, a cada renovação do período de 25.000 anos. (1)


(1) A precessão dos equinócios ocasiona outra mudança: a que se opera na posição dos signos do Zodíaco. Girando a Terra a volta do Sol em um ano, à medida que ela avança, o Sol, cada mês, se encontra diante de uma constelação. Estas são em número de doze, a saber: o Carneiro, o Touro, os Gémeos, o Câncer, o Leão, a Virgem, a Balança, o Escorpião, o Sagitário, o Capricórnio, o Aquário, os Peixes. São chamadas constelações zodiacais, ou signos do Zodíaco, e formam um círculo no plano do equador terrestre. Conforme o mês do nascimento de um indivíduo dizia-se que ele nascera sob tal ou tal signo; daí os prognósticos da

Astrologia. Mas, em virtude da precessão dos equinócios, acontece que os meses já não correspondem às mesmas constelações. Um que nasça no mês de Julho já não está no signo do Leão, porém no do Câncer. Cai assim a ideia supersticiosa da influência dos signos. (Cap. V, nº12.)


9. - Ainda não puderam ser determinadas com precisão as consequências deste movimento, porque somente se há podido observar uma pequena parte da sua revolução. A respeito, pois, não há mais do que presunções, algumas das quais com carácter de probabilidade. Essas consequências são:


1ª O aquecimento e o resfriamento alternativos dos pólos e, por conseguinte, a fusão dos gelos polares durante a metade do período de 25.000 anos e a nova formação deles durante a outra metade desse período. Resultaria daí não estarem os pólos condenados a uma perpétua esterilidade, cabendo - lhes gozar a seu turno dos benefícios da fertilidade.


2ª O deslocamento gradativo do mar, fazendo-o invadir pouco a pouco umas terras e pôr a descoberto outras, para de novo as abandonar, voltando ao seu leito anterior. Esse movimento periódico, indefinidamente renovado, constituiria uma verdadeira maré universal de 25.000 anos.


A lentidão com que se opera esse movimento do mar torna-o quase imperceptível para cada geração. Faz-se, porém, sensível ao cabo de alguns séculos. Nenhum cataclismo súbito pode ele causar, porque os homens se retiram, de geração em geração, à proporção que o mar avança, e avançam pelas terras donde o mar se retira.

É a essa causa, mais que provável, que alguns sábios atribuem o afastamento do mar de certas costas e a invasão de outras por ele.


10. - O deslocamento demorado, gradual e periódico do mar é facto que a experiência comprova e numerosos exemplos confirmam, em todos os pontos do globo. Tem por efeito o entretenimento das forças produtivas da Terra. A longa imersão é para os terrenos um tempo de repouso, durante o qual eles recuperam os princípios vitais esgotados por uma não menos longa produção.

Os imensos depósitos de matérias orgânicas, formados pela permanência das águas durante séculos e séculos, são adubações naturais, periodicamente renovadas, e as gerações se sucedem sem se aperceberem de tais mudanças.(1)


(1) O deslocamento gradual das linhas isotérmicas, fenómeno que a Ciência reconhece de modo tão positivo como o do deslocamento do mar, é um fato material que apoia esta teoria.


Cataclismos futuros


11. - As grandes comoções telúricas se têm produzido nas épocas em que a crosta sólida da Terra, pela sua fraca espessura, quase nenhuma resistência oferecia à efervescência das matérias em ignição no seu interior.

Tais comoções foram diminuindo, à proporção que aquela crosta se consolidava. Numerosos vulcões já se acham extintos, outros os terrenos de formação posterior soterraram.

Ainda, certamente, poderão produzir-se perturbações locais, por efeito de erupções vulcânicas, da eclosão de alguns vulcões novos, de inundações repentinas de algumas regiões; poderão do mar surgir ilhas e outras ser por ele tragadas; mas, passou o tempo dos cataclismos gerais, como os queassinalaram os grandes períodos geológicos. A Terra adquiriu uma estabilidade

que, sem ser absolutamente invariável, coloca doravante o género humano ao abrigo de perturbações gerais, a menos que intervenham causas desconhecidas, a ela estranhas e que de modo nenhum se possam prever.


(1) Entre os factos mais recentes que provam o deslocamento do mar, podem citar-se estes: No golfo da Gasconha, entre o velho Soulac e a Torre de Cordouan, quando o mar está calmo, percebe-se no fundo da água trechos de muralha: são os restos da antiga e grande cidade de Naviomagus, invadida pelas ondas em 580. O rochedo de Cordouan, que se achava então ligado à margem, está agora a 12 quilómetros.

No mar da Mancha, sobre a costa do Havre, as águas dia a dia ganham terreno e minam as penedias de Sainte-Adresse, que pouco a pouco desmoronam. A dois quilómetros da costa entre Sainte-Adresse e o cabo de Hève, existe um banco que outrora se achava à vista e ligado à terra firme. Antigos documentos atestam que nesse lugar, por sobre o qual hoje se navega, existia a aldeia de Saint-Denis-chef-de-Caux. Tendo o mar invadido, no décimo quarto século, o terreno, a igreja foi tragada em 1378. Dizem que, com bom tempo, se lhe vêem os restos no

fundo do mar.


12 - Quanto aos cometas, estamos hoje perfeitamente tranquilizados com relação à influência que exercem, mais salutar do que nociva, por parecerem eles destinados a reabastecer os mundos, se assim nos podemos exprimir, trazendo-lhes os princípios vitais que eles armazenam em sua corrida pelo espaço e com o se aproximarem dos sóis. Assim, pois, seriam antes fontes de

prosperidades, do que mensageiros de desgraças.

A natureza fluídica, já bem comprovada (Cap. VI, nos. 28 e seguintes), que lhes é própria afasta todo receio de choques violentos, porquanto, se um deles encontrasse a Terra, esta o atravessaria, como se passasse através de um nevoeiro.

Ainda menos de temer é a cauda que arrastam, visto que essa mais não é do que a reflexão da luz solar na imensa atmosfera que os envolve, tanto assim que se mostra constantemente dirigida para o lado oposto ao Sol, mudando de direcção conformemente à posição deste astro. Essa matéria gasosa também poderia, em virtude da rapidez com que eles caminham, constituir uma espécie de cabeleira, semelhante à esteira deixada por um navio em marcha, ou à fumaça de uma locomotiva. Aliás, muitos cometas já se têm aproximado da Terra, sem lhe causarem qualquer dano. Em virtude das suas respectivas densidades, a Terra exerceria sobre o cometa uma atracão maior do que a dele sobre ela. Somente uns restos de velhos preconceitos podem fazer que a presença de um cometa inspire terror. (1)


Em quase toda a extensão do litoral da Holanda, o mar só é contido a poder de diques, que de tempos a tempos se rompem. O antigo lago de Flevo, que se reuniu ao mar em 1225, forma hoje o golfo de Zuyderzée. Essa irrupção do oceano tragou muitas povoações.

Segundo isto, o território de Paris e da França toda seria de novo ocupado pelo mar, como já o foi muitas vezes, conforme o demonstram as observações geológicas. Então, as partes montanhosas formarão ilhas, como o são agora Jersey, Guernesey e a Inglaterra, outrora contíguas ao continente.

Navegar-se-á por sobre regiões que actualmente se percorrem de caminho de ferro; os navios aportarão a Montmartre, ao monte Valeriano, aos outeiros de Saint-Cloud e de Meudon; os bosques e florestas, agora

lugares de passeio, ficarão sepultados nas águas, cobertos de limo e povoados de peixes, que substituirão as aves.

O dilúvio bíblico não pode ter tido essa causa, pois que foi repentina a invasão das águas e de curta duração a permanência delas, ao passo que, de outro modo, essa permanência houvera sido de muitos milhares de anos e ainda duraria, sem que os homens dessem por isso.


(1) O cometa de 1861 atravessou a órbita da Terra num ponto do qual esta se achava a

uma distância de apenas 20 horas. A Terra esteve, portanto, mergulhada na atmosfera dele, sem

que daí resultasse nenhum acidente.


13. - Deve-se igualmente lançar ao rol das hipóteses quiméricas a possibilidade do encontro da Terra com outro planeta. A regularidade e a invariabilidade das leis que presidem aos movimentos dos corpos celestes tornam carente de toda probabilidade semelhante encontro.

A Terra, no entanto, terá um fim. Como? Isso ainda permanece no domínio das conjecturas; mas, visto estar ela ainda longe da perfeição que pode alcançar e da vetustez que lhe indicaria o declínio, seus habitantes actuais pedem estar certos de que tal não se dará ao tempo deles. (Cap. VI, nos 48 e seguintes.)


14. - Fisicamente, a Terra teve as convulsões da sua infância; entrou agora num período de relativa estabilidade: na do progresso pacífico, que se efectua pelo regular retorno dos mesmos fenómenos físicos e pelo concurso inteligente do homem. Está, porém, ainda, em pleno trabalho de gestação do progresso moral. Aí residirá a causa das suas maiores comoções. Até que a

Humanidade se haja avantajado suficientemente em perfeição, pela inteligência e pela observância das leis divinas, as maiores perturbações ainda serão causadas pelos homens, mais do que pela Natureza, isto é, serão antes morais e sociais do que físicas.


Aumento ou diminuição do volume da Terra


15. - O volume da Terra aumenta, diminui, ou permanece estacionário?

Alguns, para sustentar que o volume da Terra aumenta, se fundam em que as plantas dão ao solo mais do que dele tiram, o que, se num sentido é exacto, noutro não o é. As plantas se nutrem tanto, e até mais, das substâncias gasosas que aurem na atmosfera, quanto das que sugam pelas raízes. Ora, a atmosfera faz parte integrante do globo; os gases que a constituem provêm da decomposição dos corpos sólidos e estes, recompondo-se, retomam o que lhe haviam dado. É uma troca, ou, antes, uma perpétua transformação, de tal sorte que, operando-se o crescimento deles com o auxílio dos elementos constitutivos do globo, os despojos dos vegetais e dos animais, por muito consideráveis que sejam, não lhe aumentam de um átomo a massa. Se, por essa causa, a parte sólida do globo aumentasse de modo permanente, isso se daria à custa da

atmosfera, que diminuiria de outro tanto e acabaria por se tornar imprópria à vida, se não recuperasse, pela decomposição dos corpos sólidos, o que perde pela composição deles.

Na origem da Terra, as primeiras camadas geológicas se formaram das matérias sólidas momentaneamente volatilizadas, por efeito da alta temperatura, e que, condensadas mais tarde pelo resfriamento, se precipitaram. Incontestavelmente, elas elevaram um pouco a superfície do solo, mas sem acrescentarem coisa alguma à massa total, pois que ali apenas havia um deslocamento de matéria.

Quando, expurgada dos elementos que continha em suspensão, a atmosfera se encontrou no estado normal, as coisas tomaram o curso regular em que depois seguiram. Hoje, a menor modificação na constituição da atmosfera acarretaria, forçosamente, a destruição dos actuais habitantes da Terra; mas, também é provável que novas raças se formassem noutras condições.

Considerada desse ponto de vista, a massa do globo, isto é, a soma das moléculas que compõem o conjunto de suas partes sólidas, líquidas e gasosas, é incontestavelmente a mesma, desde a sua origem. Se o globo experimentasse uma dilatação ou uma condensação, seu volume aumentaria ou diminuiria, sem que a massa sofresse qualquer alteração. Portanto, se a Terra aumentasse de massa, o fato seria efeito de uma causa estranha, pois que ela não poderia tirar

de si mesma os elementos necessários ao seu aumento.

Há uma opinião segundo a qual o globo aumentaria de massa e de volume pelo afluxo da matéria cósmica interplanetária. Esta ideia nada tem de irracional, mas é por demais hipotética para ser admitida em princípio. Não passa de um sistema combatido por sistemas contrários, sobre os quais a Ciência ainda nada estabeleceu. Eis aqui, a tal respeito, a opinião do eminente

Espírito que ditou os sábios estudos uranográficos insertos acima, no capítulo VI:

«Os mundos se esgotam pelo envelhecimento e tendem a dissolver-se

para servir de elementos de formação a outros universos. Restituem pouco a pouco ao fluído cósmico universal do espaço o que dele tiraram para formar-se. Além disso, todos os corpos se gastam pelo atrito; o movimento rápido e incessante do globo através do fluido cósmico dá em resultado diminuir-se-lhe constantemente a massa, se bem que de quantidade inapreciável em determinado tempo. (1)

«A existência dos mundos pode, a meu ver, dividir-se em três períodos. - Primeiro período: condensação da matéria, período esse em que o volume do globo diminui consideravelmente, conservando-se a mesma a massa. É o período da infância. - Segundo período: contracção, solidificação da crosta; eclosão dos germens, desenvolvimento da vida até à aparição do tipo mais aperfeiçoado. Nesse momento, o globo está em toda a sua plenitude, é a época

da virilidade; ele perde, mas muito pouco, os seus elementos constitutivos. À

medida que seus habitantes progridem espiritualmente, passa ele ao período de

decrescimento material; sofre perdas, não só em consequência do atrito, mas também pela desagregação das moléculas, como uma pedra dura que, corroída pelo tempo, acaba reduzida a poeira. Em seu duplo movimento de rotação e translação, ele entrega ao espaço parcelas fluidificadas da sua substância, até ao momento em que se completa a sua dissolução.

«Mas, então, como o poder de atracção está na razão directa da massa, não digo do volume, diminuída a massa do globo, modificam-se as suas condições de equilíbrio no espaço. Dominado por planetas mais poderosos, aos quais ele não pode fazer contrapeso, resultam dai desvios nos seus movimentos e, portanto, também profundas mudanças nas condições da vida em sua

superfície. Assim, nascimento, vida e morte; ou infância, virilidade, decrepitude são as três fases por que passa toda aglomeração de matéria orgânica ou inorgânica. Indestrutível, só o Espírito, que não é matéria.» (Galileu, Sociedade de Paris, 1868.)

__________

(1) No seu movimento de translação em torno do Sol, a velocidade da Terra é de 400 léguas por minuto. Sendo de 9.000 léguas a sua circunferência, em seu movimento de rotação ao redor do seu eixo, cada ponto do equador percorre 9.000 léguas em 24 horas, ou 6,3 léguas por minuto.


Referencia: A Génese

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Noticias do Brasil


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Programa "Mundo Além"

TVCEI lança programa de TV sobre fenômenos espíritas

Os mais variados fenômenos mediúnicos e paranormais registrados em vídeo são abordados pelo programa "Mundo Além". Canções mediúnicas, pinturas atribuídas a Renoir, Monet e Picasso, filmes como "O Sexto Sentido" e "Ghost" comentados por Divaldo Franco e Raul Teixeira estão entre os temas abordados. O programa é o primeiro produzido pela TVCEI e promete agradar ao público espírita, estudiosos do assunto e todos aqueles interessados em fatos intrigantes envolvendo médiuns, comunicações espirituais e fenômenos ainda inexplicados pela Ciência. Acompanhe aos domingos às 19h30 e reprises às terças e quintas, 21h30.

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