Mostrando postagens com marcador Mensagens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mensagens. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Feliz livro novo




Quando 2014 começou, ele era todo seu.
Foi colocado em suas mãos...
Você podia fazer dele o que quisesse..

Era como um livro em branco, e nele você podia colocar:

um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração.

Podia...
Hoje não pode mais. Já não é seu.
É um livro já escrito... Concluído.

Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe será lido, com todos os detalhes, e você não poderá corrigi-lo.

Estará fora de seu alcance.

Portanto, acabado de terminar 2014 reflita, tome seu velho livro e o folheie com cuidado. Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos e pela consciência; faça o exercício de ler a você mesmo.

Leia tudo...

Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou
seu melhor estilo. Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito.

Não, não tente arrancá-las. Seria inútil. Já estão escritas. Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que lhe será entregue.

Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu,
e evitar repetir as ruins.

Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o instrumento do livre arbítrio, e terá, para preencher, toda a imensa superfície do seu mundo.

Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije-o. Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nas mãos do Criador.

Não importa como esteja...

Ainda que tenha páginas negras, entregue e diga apenas duas palavras:

Obrigado e Perdão!!!

E agora que 2015 chegou, lhe foi entregue outro livro, novo, limpo, branco, todo seu, no qual você irá escrever o que desejar...

Feliz Livro Novo. Escreva uma linda história em 2105

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A vida na Terra é valiosa oportunidade de aprendizado. Retorna o Espírito
para a vida física, vestindo nova roupagem carnal, trazendo no bojo da
reencarnação os propósitos de crescimento interior. E, pensando em
evolução, não podemos olvidar a necessidade do esforço íntimo.
Assim, imperioso se torna que deitemos reflexões sobre os assuntos que nos
cercam, sempre atentos na busca de reconhecer os pontos falhos que ainda
insistem em empanar o brilho do progresso que lutamos por fazer.
Em realidade, começamos a despertar para os reais valores da vida, mas
ainda temos imensas dificuldades em retê-los no âmago.
Quando afirmamos, diante de determinada situação, que perdemos a
paciência, na verdade significa dizer que ainda não temos a paciência que
acreditávamos possuir, pois quem a adquiriu, jamais a perde.
Quando concluímos que a nossa calma acabou, é sinal inequívoco de que
nunca fomos calmos, apenas trazíamos uma máscara que não resistiu aos
golpes que sofreu; então, evidenciamos o que realmente somos.
Quando dizemos que o amor que sentíamos por certa criatura deixou de
existir, na verdade estamos informando que, com relação a ela, mantínhamos
somente laços de atração, nada mais. O amor verdadeiro não acaba.
Quando observamos que a solidariedade que cultivávamos perdeu a
intensidade, podemos e ntender, sem medo de errar, que não éramos
autênticos na solidariedade, pois quem assim o é, não retroage.
Quando percebemos que estamos cansados de fazer a caridade, sem dúvida
nenhuma podemos concluir que nunca fomos totalmente caridosos, apenas
ensaiávamos pequenos gestos de bondade que se enfraqueceram por falta de
determinação e objetivo sério.
Quando reconhecemos o desânimo, com relação à destinação de nossas horas
de folga, na realização de trabalhos assistenciais em favor de criaturas
em sofrimento, iniciados com arrojo, devemos entender que não éramos
desprendidos como acreditávamos ser.
Quando identificamos a ausência do desejo de prosseguirmos no serviço de
edificação de uma sociedade mais justa e humana, ao registrarmos os
escândalos sociais que eclodem em todos os quadrantes da na ção, é porque,
no âmago, nunca tivemos a convicção absoluta dos nossos deveres dentro da
sociedade.
As virtudes que definitivamente adquirimos, jamais deixamos de possuir.
Assim, não perdemos paciência, fraternidade, amor, caridade, tolerância,
idealismo, determinação, coragem e outras tantas conquistas nobres e
sublimes, quando realmente as detemos.
Então, concluindo que não as temos mais ou que elas perderam a
intensidade, melhor será entender que não as tínhamos, carecendo,
portanto, de sérias e acuradas reflexões, para direcionar caminhos em
busca de obtê-las, com urgência e de forma total e absoluta. Então, se
incorporar-se-ão ao nosso quadro evolutivo e seguirão conosco para a
eternidade.
Reflitamos maduramente, pois muitas virtudes que pensávamos ter, em
realidade não temos.
Assim, oportuno será observar a advertência do Espírito Emmanuel quando
afirma que “só pela renovação íntima alcançaremos a perfeição”.
 (Publicado no Livro “Mensagens de Esperança e Paz”, Autor Waldenir
Aparecido Cuin, da Editora EME)

domingo, 24 de janeiro de 2010

Para agir melhor




PARA AGIR MELHOR
Confie em Deus e você mesmo para dirigir-se, por enquanto,
ainda é um ser humano, sem ser um anjo.
Exercite auto-aceitação, a fim de não se marginalizar nas
idealizações negativas.
Não chore sem consolo sobre as experiências que se lhe fazem
necessárias, porque a lamentação repetida conduz simplesmente
à solidão e a solidão, mesmo brilhante significa inutilidade e vazio.
Se você caiu em algum erro e consegue saber disso, já possui
também discernimento bastante para retificar-se.
Guarda a lição do passado sem transportar consigo a embalagem
dos problemas de que você a extraiu.
Compreendamos os outros nas lutas deles para sermos
compreendidos em nossas dificuldades.
O tempo é um mercado de oportunidades constantes na
construçãoque podemos aproveitar, quanto e quando
quisermos.
Se você espera progresso e milagres em seu caminho
não pare de trabalhar.
Garantindo saúde e paz, equilíbrio e segurança da própria
vida, aceite os outros tais quais são, sem alimentar
inveja ou ressentimento.
Recorde os talentos que lhe enriquecem a personalidade e as
bênçãos que lhe valorizam a existência e lembra-se que todo
dia é momento de estender a prática do bem, esquecer o mal,
aprender sempre mais e fazer o melhor.
André Luiz
Psicografia: Francisco C. Xavier
Livro: "Resposta da Vida"

terça-feira, 16 de junho de 2009


Nada de Coitadinho

Extraído do Jornal Espírita de Setembro de 2007

Nascido em Ituiutaba (MG) a vida do médium Jerônimo Mendonça (1939-1989) foi um exemplo de superação de limites. Totalmente paralítico há mais de trinta anos, sem mover nem o pescoço, cego há mais de vinte anos, com artrite reumatóide que lhe dava dores terríveis no peito e em todo o corpo, era levado por mãos amigas pelo Brasil afora, para proferir palestras. Foi tão grande o seu exemplo que foi apelidado "O Gigante Deitado" pelos amigos e pela imprensa.

Houve uma época, em meados de 1960, quando ainda enxergava, que Jerônimo quase desencarnou. Uma hemorragia acentuada, das vias urinárias, o acometeu. Estava internado num hospital de Ituiutaba quando o médico, amigo, chamou seus companheiros espíritas que ali estavam e lhes disse que o caso não tinha solução. A hemorragia não cedia e ele ia desencarnar.

- Doutor, será que podemos pelo menos levá-lo até Uberaba, para despedir-se de Chico Xavier? Eles são muitos amigos.
- Só se for de avião. De carro ele morre no meio do caminho.

Um de seus amigos tinha avião. Levaram-no para Uberaba. O lençol que o cobria era branco. Quando chegaram a Uberaba, estava vermelho, tinto de sangue. Chegaram à Comunhão Espírita, onde o Chico trabalhava então. Naquela hora ele não estava, participava de trabalho de peregrinação, visita fraterna, levando o pão e o evangelho aos pobres e doentes.

Ao chegar, vendo o amigo vermelho de sangue disse o Chico:
- Olha só quem está nos visitando! O Jerônimo! Está parecendo uma rosa vermelha! Vamos todos dar uma beijo nessa rosa, mas com muito cuidado para ela não "despetalar".

Um a um os companheiros passavam e lhe davam um suave beijo no rosto. Ele sentia a vibração da energia fluídica que recebia em cada beijo. Finalmente, Chico deu-lhe um beijo, colocando a mão no seu abdome, permanecendo assim por alguns minutos. Era a sensação de um choque de alta voltagem saindo da mão de Chico, o que Jerônimo percebeu. A hemorragia parou.

Ele que, fraco, havia ido ali se despedir, para desencarnar, acabou fazendo a explanação evangélica, a pedido de Chico, e em seguida veio a explicação:
- Você sabe o porquê desta hemorragia, Jerônimo?
- Não, Chico.
- Foi porque você aceitou o "coitadinho". Coitadinho do Jerônimo, coitadinho... Você desenvolveu a autopiedade. Começou a ter dó de você mesmo. Isso gerou um processo destrutivo. O seu pensamento negativo fluidicamente interferiu no seu corpo físico, gerando a lesão. Doravante, Jerônimo, vença o coitadinho. Tenha bom ânimo, alegre-se, cante, brinque, para que os outros não sintam piedade de você.

Ele seguiu o conselho. A partir de então, após as palestras, ele cantava e contava histórias hilariantes sobre as suas dificuldades. A maioria das pessoas esquecia, nestes momentos, que ele era cego e paralítico. Tornava-se igual aos sadios.

Sobreviveu quase trinta anos após a hemorragia "fatal". Venceu o "coitadinho".

Que essa história nos seja um exemplo, para que nos momentos difíceis tenhamos bom ânimo, vencendo a nossa tendência natural de autopiedade e esmorecimento.

Gentilmente enviada pela minha querida amiga Marisa

A caravela da vida


A CARAVELA DA VIDA

Lá vai a caravela

No meio da tormenta

Oh timoneiro

Vê lá s’ ela s’ aguenta


Ai, meu Capitão

Ela dá cada safanão…

Não vejo a hora de

Pisar firme chão…


Cala-te Homem de Deus

Com tamanha desilusão

Arriba-me esse ânimo

Hás-de pisar firme chão.


Nunca um marinheiro

Perde a confiança

em dobrar com êxito

O cabo da boa esperança



Assim é na vida

Somos naus no mar

Sofrendo ventos e tormentas

Mas temos de continuar


O nosso objectivo

É o porto de abrigo

Após a jornada

Após tanto perigo


Mas a jornada,

tem seus encantos

As ondas, as nuvens,

Os peixes, os recantos…


Pega pois no leme

E segue, Caravela,

Imune a toda dificuldade

Ergue a tua vela


O vento da esperança

Logo a encherá

Levando-te com alegria

Ao porto que te receberá


Após deitar as amarras

Alegre ancião t’interroga:

Que trazes marinheiro?

Nessa grande piroga?


Sou marinheiro de Deus

Trago alegrias, sofrimentos,

Passei por mil mares,

E pelo cabo dos tormentos


Trago-te a mais bela notícia

Que pude aprender:

Marinheiro que não ame

Não pára de sofrer…


Por isso estou feliz

Por ao porto chegar

Sofri, lutei na vida

Mas consegui amar…


Sejas então bem-vindo

Descansa um pouco, irmão

Chegaste à Pátria de Deus

Que t’aconchega o coração.


Um navegante da vida



Psicografia recebida por JC, na reunião mediúnica do CCE, Caldas da Rainha, Portugal, em 9 de Junho de 2009.


sábado, 8 de março de 2008

Dia da mulher

8 DE MARÇO É DA MULHER As mulheres do Século XVIII eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais O Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais. Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas. Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs. Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres.



Você que busca no dia a dia suaindependência,

sua liberdade, sua identidade própria;


Você que luta profissional e emocionalmente,

para ser valorizada e compreendida;


Você que a cada momento tenta ser acompanheira,

a amiga, a "rainha do lar";


Você que batalha incansavelmente por seus próprios direitos e também por um mundomais justo e por uma sociedade semviolências;


Você que resiste aos sarcasmos daquelesque a chamam de, pejorativamente,

defeminista liberal e que já ocupa um espaço na fábrica, na escola, na empresa e na política;


Você, eu, nós que temos a capacidade degerar outro ser, temos também o dever degerar alternativas para que a nossa Ação criadora, realmente ajude outrasmulheres a conquistarema liberdade de Ser...


Ilsa da Luz Barbosa

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Não estrague o seu dia



NÃO ESTRAGUE O SEU DIA

A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o Sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito Bem.


De "Agenda Cristã", de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito André Luiz

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Sinais de Alarme


Sinais de Alarme

Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:


Quando entramos na faixa da impaciência;


Quando acreditamos que a nossa dor é a maior;


Quando passamos a ver ingratidão nos amigos;


Quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;


Quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;


Quando reclamamos apreço e reconhecimento;


Quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;


Quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve serviço;


Quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;


Quando julgamos que o dever é apenas dos outros.


Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas ideias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz do discernimento.

Vieira, Waldo; Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ideal Espírita.Ditado pelo Espírito Scheilla.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

NATAL


NATAL
Diante do bolo iluminado, abraças, feliz, os entes amados que chegaram de longe...
Ouves a música festiva que passa, de leve, por moldura de harmonia às telas da natureza... Entretanto, quando penetrarem o templo da oração, reverenciando o Mestre que dizes amar, mentaliza o estábulo pobre.
Ignoramos de que estrela chegando o Sublime Renovador, mas todos sabemos em que ponto da Terra começou ele o apostolado divino.
Recorda as mãos fatigadas dos tratadores de animais, os dedos calosos dos homens do campo, o carinho das mulheres simples que lhes ofertaram as primeiras gotas do próprio leite e o sorriso ingénuo dos meninos descalços que lhe recebera, do olhar a primeira nota de esperança.
Lembra-te do Senhor, renunciando aos caminhos constelados de luz para acolher-se, junto dos corações humildes que o esperavam, dentro da noite, e desce também da própria alegria, para ajudar no vale dos que padecem...

Contemplará, de alma surpresa, a fila dos que se arrastam, de olhos enceguecidos pela garoa das lágrimas. Ladeando velhinhos que tossem ao desabrigo, há doentes e mutilados que suspiram pelo lençol de refúgio na terra seca. Surgem mães infelizes que te mostram filhinhos nus e crianças desajustadas para quem o pão farto nunca chegou. Trabalhadores cansados falam de abandono e jovens subnutridos se referem ao consolo da morte...
Divide, porém, com eles o tesouro de teu conforto e de tua fé e, nos recintos de palha e sombra a que te acolhes, encontrarás o Cristo no coração, transfigurando-te a vida, ao mesmo tempo em que, nos escaninhos da própria mente, escutarás, de novo, o cântico do Natal, como que repetido na pauta dos astros:
- Glória a Deus nas alturas e boa vontade para com os homens!...
pelo Espírito Meimei - do Livro ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL - Psicografia: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Só hoje


Só Hoje


"Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado".(Mateus 6:34)
A cada dia, a vida te pede cooperação e desempenho, para que faça tudo que estiver em teu alcance, só hoje.
Aquilo que não te for possível fazer, deixa por conta de Deus, lembra-te, os mecanismos providenciais estão sempre funcionando emteu favor, mesmo quando não os perceba.
A hora é agora. Em qualquer situação, oferece o melhor de ti mesmo e vive todo o bem que puderes, só hoje.
Compartilha tua afectividade sem economia e experimenta a satisfação de amar, só hoje.Abraça a causa do bem colectivo não esmorecendo jamais e rejubila-te nascolheitas fartas da serenidade, só hoje.
Reparta o que puderes dispor e desfruta a lucidez mental para a solução de teus conflitos íntimos, só hoje.
Colabora com tua habilidade e capacidade inatas para o engrandecimento da humanidade e vivência a plenitude da realização pessoal, só hoje."Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã".
A felicidade não estádistante, mas aqui e agora. A alegria não está no objectivo a ser alcançado, e sim no caminho a ser percorrido, só hoje.

Hamed

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Mensagem da criança



Mensagem da Criança


Dizes que sou o futuro.
Não me desampares o presente.
Dizes que sou a esperança da paz.
Não me induzas à guerra.
Dizes que sou a promessa do bem.
Não me confies ao mal.
Dizes que sou a luz dos teus olhos.
Não me abandones às trevas.
Não espero somente o teu pão.
Dá-me luz e entendimento.
Não desejo tão só a festa de teu carinho.
Suplico-te amor com que me eduques.
Não te rogo apenas brinquedos.
Peço-te bons exemplos e boas palavras.
Não sou simples ornamento de teu caminho.
Sou alguém que bate à porta em nome de Deus.
Ensina-me o trabalho e a humildade, o devotamento e o perdão.
Compadece-te de mim e orienta-me para o que seja bom e justo...
Ajuda-me hoje para que amanhã eu não te faça chorar.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Antologia da criança. Ditado pelo Espírito Meimei. IDEAL.

sábado, 9 de junho de 2007

Aflição vazia



Aflição Vazia


Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.


Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.


No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.


Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranquila.


Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição do malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária...


Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a ideia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a acção regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.


Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez,inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.
Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de acção visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidade do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.


Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Encontro marcado. Ditado pelo Espírito Emmanuel.