segunda-feira, 20 de julho de 2009

Deve-se abortar um anencéfalo?


Deve-se abortar um anencéfalo?


Através da narração de um caso real, entenda a importância da reencarnação para o reequilíbrio do perispírito.

Inicialmente, lembramos que anencéfalo, embora seja considerado sem cérebro, na realidade é portador de um segmento cerebral, estando falando regiões do cérebro que impossibilitarão sua sobrevivência pós-parto.

A fim de colocarmos a visão espírita sobre este importante problema, exemplificaremos com um caso real. Usaremos nomes fictícios.

João e Maria eram casados a 12 anos. A felicidade havia batido a porta. Maria estava grávida. Exultantes, procuraram o médico obstetra para as orientações iniciais. Mil planos ambos estabeleceram. Ao longo dos meses, no entanto, foram surpreendidos, através do estudo ultrassonográfico, da triste notícia de que seu bebé era anencéfalo. Ao serem informados, caíram em prantos ao ouvirem a proposta do obstetra lhe oferecendo o abortamento. Posicionaram-se contrários, explicando sua visão espírita.

- Trata-se de um ser humano que renasce precisando de muito amor e amparo. Nós estaremos com nosso filho até quando nos for permitido.

- Mas , esta criatura não vai viver além de alguns dias ou semanas na incubadora disse o obstetra.

- Estamos cientes, mas até lá seremos seus pais.

Guardavam, também, secretamente, a esperança de que houvesse algum equívoco de diagnóstico que lhes proporcionasse uma filha saudável.

Durante nove meses dialogaram com seu bebé, intra-útero. Disseram o quanto o amavam. Realizaram, semanalmente, a reunião do Evangelho no lar, solicitando aos mentores a protecção e amparo ao ser que reencarnava.

Chegara o grande momento: Em trabalho de parto, Maria adentra a maternidade com um misto de esperança e angústia. A criança nasce, o pai, ao ver a filha, sofre profundo impacto emocional tendo uma crise de lipotimia. O bebé anencéfalo sobrevive na incubadora com oxigénio,84 horas.

Há um triste retorno ao lar.

Passam-se aproximadamente 2 anos do pranteado evento. João e Maria, trabalhadores do instituto de cultura espírita da cidade, frequentavam, na mencionada instituição, a reunião mediúnica quando uma médium em desdobramento consciente informa ao coordenador do grupo:

- Há um espírito de uma criança que deseja se comunicar.

- Que os médiuns facilitem o transe psicofônico para atendermos , responde o dirigente.

Após alguns segundos, uma experiente médium dá a comunicação.

- Boa noite, meu nome é Shirley. Venho abraçar papai e mamãe.

- Quem é seu papai e mamãe?

- São aqueles dois – disse apontando João e Maria.

- Seja bem vinda, Shirley, muita paz! Que tens a dizer?

- Quero agradecer a papai e mamãe todo o amor que me dedicaram durante a gravidez. Sim, eu era aquele anencéfalo.

- Mas você está linda agora.

- Graças ás energias de amor recebidas, graças ao Evangelho no lar, que banharam meu corpo espiritual durante todo o tempo.

- Como se operou esta mudança?

- Tive permissão para esta mensagem pelo alcance que a mesma poderá ter a outras pessoas.

Eu possuía meu corpo espiritual muito doente, deformado pelo meu passado cheio de equívocos. Fui durante nove meses envolvida em luz. Uma verdadeira cromoterapia mental que gravitavamente passou a modificar meu corpo astral ( perispírito). Os diálogos que meus pais tiveram comigo fora uma intensa educação pré-natal que muito contribuíram para meu tratamento. Eu expiei, no verdadeiro sentido da palavra. Expiar é como expirar, colocar para fora o que não é bom. Eu drenei as minhas deformidades perispirituais para meu corpo físico e fui me libertando das minhas deformidades. Como meus pais foram generosos.

Meu amor por eles será eterno.

- Por que estás na forma de uma criança, já que te expressas tão inteligentemente?

- Porque estou em preparo para o retorno. Dizem meus instrutores que tenho permissão para informar. Meus pais têm o merecimento de saber. Devo renascer como filha deles, normal, talvez no próximo ano.

Após dois anos renasceu Shirley, que hoje é uma linda menina de olhos verdes e cabelo castanhos, espírito suave e encantador.

Consideramos respondida a questão: deve-se abortar um anencéfalo?

Fonte: Dr. Ricardo di bernadi.

Um comentário:

Vê Máscolo disse...

Oi acabo de ler esta postagem e confesso que me tocou no fundo da alma este relato, sinceramente nunca havia encarado o nascimento de bebês anencefalo desta forma, obrigada pelo esclarecimento, pois de hoje em diante verei esta situação com novos olhos.

abraços