O
Programa Visão Espírita agradece ao Grupo de Teatro Amador Missionários
da Luz que nos presenteou com a peça teatral " Como tudo
Aconteceu....", encenada no teatro do SESI na cidade de São José dos
Campos-SP em 2012 .
Como tudo Aconteceu....., conta a história de um homem e sua trajetória
além da vida que nos leva a refletir sobre a importância de certos
conceitos morais, quando ignorados e suas consequências.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
A vida na Terra é valiosa oportunidade de aprendizado. Retorna o Espírito
para a vida física, vestindo nova roupagem carnal, trazendo no bojo da
reencarnação os propósitos de crescimento interior. E, pensando em
evolução, não podemos olvidar a necessidade do esforço íntimo.
Assim, imperioso se torna que deitemos reflexões sobre os assuntos que nos
cercam, sempre atentos na busca de reconhecer os pontos falhos que ainda
insistem em empanar o brilho do progresso que lutamos por fazer.
Em realidade, começamos a despertar para os reais valores da vida, mas
ainda temos imensas dificuldades em retê-los no âmago.
Quando afirmamos, diante de determinada situação, que perdemos a
paciência, na verdade significa dizer que ainda não temos a paciência que
acreditávamos possuir, pois quem a adquiriu, jamais a perde.
Quando concluímos que a nossa calma acabou, é sinal inequívoco de que
nunca fomos calmos, apenas trazíamos uma máscara que não resistiu aos
golpes que sofreu; então, evidenciamos o que realmente somos.
Quando dizemos que o amor que sentíamos por certa criatura deixou de
existir, na verdade estamos informando que, com relação a ela, mantínhamos
somente laços de atração, nada mais. O amor verdadeiro não acaba.
Quando observamos que a solidariedade que cultivávamos perdeu a
intensidade, podemos e ntender, sem medo de errar, que não éramos
autênticos na solidariedade, pois quem assim o é, não retroage.
Quando percebemos que estamos cansados de fazer a caridade, sem dúvida
nenhuma podemos concluir que nunca fomos totalmente caridosos, apenas
ensaiávamos pequenos gestos de bondade que se enfraqueceram por falta de
determinação e objetivo sério.
Quando reconhecemos o desânimo, com relação à destinação de nossas horas
de folga, na realização de trabalhos assistenciais em favor de criaturas
em sofrimento, iniciados com arrojo, devemos entender que não éramos
desprendidos como acreditávamos ser.
Quando identificamos a ausência do desejo de prosseguirmos no serviço de
edificação de uma sociedade mais justa e humana, ao registrarmos os
escândalos sociais que eclodem em todos os quadrantes da na ção, é porque,
no âmago, nunca tivemos a convicção absoluta dos nossos deveres dentro da
sociedade.
As virtudes que definitivamente adquirimos, jamais deixamos de possuir.
Assim, não perdemos paciência, fraternidade, amor, caridade, tolerância,
idealismo, determinação, coragem e outras tantas conquistas nobres e
sublimes, quando realmente as detemos.
Então, concluindo que não as temos mais ou que elas perderam a
intensidade, melhor será entender que não as tínhamos, carecendo,
portanto, de sérias e acuradas reflexões, para direcionar caminhos em
busca de obtê-las, com urgência e de forma total e absoluta. Então, se
incorporar-se-ão ao nosso quadro evolutivo e seguirão conosco para a
eternidade.
Reflitamos maduramente, pois muitas virtudes que pensávamos ter, em
realidade não temos.
Assim, oportuno será observar a advertência do Espírito Emmanuel quando
afirma que “só pela renovação íntima alcançaremos a perfeição”.
(Publicado no Livro “Mensagens de Esperança e Paz”, Autor Waldenir
Aparecido Cuin, da Editora EME)
para a vida física, vestindo nova roupagem carnal, trazendo no bojo da
reencarnação os propósitos de crescimento interior. E, pensando em
evolução, não podemos olvidar a necessidade do esforço íntimo.
Assim, imperioso se torna que deitemos reflexões sobre os assuntos que nos
cercam, sempre atentos na busca de reconhecer os pontos falhos que ainda
insistem em empanar o brilho do progresso que lutamos por fazer.
Em realidade, começamos a despertar para os reais valores da vida, mas
ainda temos imensas dificuldades em retê-los no âmago.
Quando afirmamos, diante de determinada situação, que perdemos a
paciência, na verdade significa dizer que ainda não temos a paciência que
acreditávamos possuir, pois quem a adquiriu, jamais a perde.
Quando concluímos que a nossa calma acabou, é sinal inequívoco de que
nunca fomos calmos, apenas trazíamos uma máscara que não resistiu aos
golpes que sofreu; então, evidenciamos o que realmente somos.
Quando dizemos que o amor que sentíamos por certa criatura deixou de
existir, na verdade estamos informando que, com relação a ela, mantínhamos
somente laços de atração, nada mais. O amor verdadeiro não acaba.
Quando observamos que a solidariedade que cultivávamos perdeu a
intensidade, podemos e ntender, sem medo de errar, que não éramos
autênticos na solidariedade, pois quem assim o é, não retroage.
Quando percebemos que estamos cansados de fazer a caridade, sem dúvida
nenhuma podemos concluir que nunca fomos totalmente caridosos, apenas
ensaiávamos pequenos gestos de bondade que se enfraqueceram por falta de
determinação e objetivo sério.
Quando reconhecemos o desânimo, com relação à destinação de nossas horas
de folga, na realização de trabalhos assistenciais em favor de criaturas
em sofrimento, iniciados com arrojo, devemos entender que não éramos
desprendidos como acreditávamos ser.
Quando identificamos a ausência do desejo de prosseguirmos no serviço de
edificação de uma sociedade mais justa e humana, ao registrarmos os
escândalos sociais que eclodem em todos os quadrantes da na ção, é porque,
no âmago, nunca tivemos a convicção absoluta dos nossos deveres dentro da
sociedade.
As virtudes que definitivamente adquirimos, jamais deixamos de possuir.
Assim, não perdemos paciência, fraternidade, amor, caridade, tolerância,
idealismo, determinação, coragem e outras tantas conquistas nobres e
sublimes, quando realmente as detemos.
Então, concluindo que não as temos mais ou que elas perderam a
intensidade, melhor será entender que não as tínhamos, carecendo,
portanto, de sérias e acuradas reflexões, para direcionar caminhos em
busca de obtê-las, com urgência e de forma total e absoluta. Então, se
incorporar-se-ão ao nosso quadro evolutivo e seguirão conosco para a
eternidade.
Reflitamos maduramente, pois muitas virtudes que pensávamos ter, em
realidade não temos.
Assim, oportuno será observar a advertência do Espírito Emmanuel quando
afirma que “só pela renovação íntima alcançaremos a perfeição”.
(Publicado no Livro “Mensagens de Esperança e Paz”, Autor Waldenir
Aparecido Cuin, da Editora EME)
terça-feira, 16 de outubro de 2012
ALÉM DA MORTE
"Cumprida mais uma jornada na terra, seguem os espíritos para a
pátria espiritual, conduzindo a bagagem dos feitos acumulados em suas
existências físicas. Aportam no plano espiritual, nem anjos, nem
demônios. São homens, almas em aprendizagem despojadas da carne. São os
mesmos homens que eram antes da morte. A desencarnação nãolhes modifica
hábitos, nem costumes. Não lhe
outorga títulos, nem conquistas.
Não lhes retira méritos, nem realizações. Cada um se apresenta após a morte como sempre viveu. Não ocorre nenhum milagre de transformação para aqueles que atingem o grande porto. Raros são aqueles que despertam com a consciência livre, após a inevitável travessia. A grande maioria, vinculada de forma intensa às sensações da matéria, demora-se, infeliz, ignorando a nova realidade. Muitos agem como turistas confusos em visita à grande cidade, buscando incessantemente endereços que não conseguem localizar. Sentem a alma visitada por aflições e remorsos, receios e ansiedades. Se refletissem um pouco perceberiam que a vida prossegue sem grandes modificações. Os escravos do prazer prosseguem inquietos. Os servos do ódio demoram-se em aflição. Os companheiros da ilusão permanecem enganados. Os aficionados da mentira dementam-se sob imagens desordenadas. Os amigos da ignorância continuam perturbados.
Além disso, a maior parte dos seres não é capaz de perceber o apoio dispensado pelos espíritos superiores. Sim, porque mesmo os seres mais infelizes e voltados ao mal não são esquecidos ou abandonados pelo auxílio divino. Em toda parte e sem cessar, amigos espirituais amparam todos os seus irmãos, refletindo a paternal providência divina.
Morrer, longe de ser o descansar nas mansões celestes ou o expurgar sem remissão nas zonas infelizes, é, pura e simplesmente, recomeçar a viver. A morte a todos aguarda. Preparar-se para tal acontecimento é tarefa inadiável. Apenas as almas esclarecidas e experimentadas na batalha redentora serão capazes de transpor a barreira do túmulo e caminhar em liberdade. A reencarnação é uma bendita oportunidade de evolução. A matéria em que nos encontramos imersos, por ora, é abençoado campo de luta e de aprimoramento pessoal.Cada dia de que dispomos na carne é nova chance de recomeço. Tal benefício deve ser aproveitado para aquisição dos verdadeiros valores que resistem à própria morte. Na contabilidade divina a soma de ações nobres anula a coletânea equivalente de atos indignos. Todo amor dedicado ao próximo, em serviço educativo à humanidade, é degrau de ascensão.
Quando o véu da morte fechar os nossos olhos nesta existência, continuaremos vivendo, em outro plano e em condições diversas. Estaremos, no entanto, imbuídos dos mesmos defeitos e das mesmas qualidades que nos movimentavam antes do transe da morte. A adaptação a essa nova realidade dependerá da forma como nos tivermos preparado para ela. Semeamos a partir de hoje a colheita de venturas, ou de desdita, do amanhã. Pense nisso."
Otília Gonçalves
Médium: Divaldo Pereira Franco
outorga títulos, nem conquistas.
Não lhes retira méritos, nem realizações. Cada um se apresenta após a morte como sempre viveu. Não ocorre nenhum milagre de transformação para aqueles que atingem o grande porto. Raros são aqueles que despertam com a consciência livre, após a inevitável travessia. A grande maioria, vinculada de forma intensa às sensações da matéria, demora-se, infeliz, ignorando a nova realidade. Muitos agem como turistas confusos em visita à grande cidade, buscando incessantemente endereços que não conseguem localizar. Sentem a alma visitada por aflições e remorsos, receios e ansiedades. Se refletissem um pouco perceberiam que a vida prossegue sem grandes modificações. Os escravos do prazer prosseguem inquietos. Os servos do ódio demoram-se em aflição. Os companheiros da ilusão permanecem enganados. Os aficionados da mentira dementam-se sob imagens desordenadas. Os amigos da ignorância continuam perturbados.
Além disso, a maior parte dos seres não é capaz de perceber o apoio dispensado pelos espíritos superiores. Sim, porque mesmo os seres mais infelizes e voltados ao mal não são esquecidos ou abandonados pelo auxílio divino. Em toda parte e sem cessar, amigos espirituais amparam todos os seus irmãos, refletindo a paternal providência divina.
Morrer, longe de ser o descansar nas mansões celestes ou o expurgar sem remissão nas zonas infelizes, é, pura e simplesmente, recomeçar a viver. A morte a todos aguarda. Preparar-se para tal acontecimento é tarefa inadiável. Apenas as almas esclarecidas e experimentadas na batalha redentora serão capazes de transpor a barreira do túmulo e caminhar em liberdade. A reencarnação é uma bendita oportunidade de evolução. A matéria em que nos encontramos imersos, por ora, é abençoado campo de luta e de aprimoramento pessoal.Cada dia de que dispomos na carne é nova chance de recomeço. Tal benefício deve ser aproveitado para aquisição dos verdadeiros valores que resistem à própria morte. Na contabilidade divina a soma de ações nobres anula a coletânea equivalente de atos indignos. Todo amor dedicado ao próximo, em serviço educativo à humanidade, é degrau de ascensão.
Quando o véu da morte fechar os nossos olhos nesta existência, continuaremos vivendo, em outro plano e em condições diversas. Estaremos, no entanto, imbuídos dos mesmos defeitos e das mesmas qualidades que nos movimentavam antes do transe da morte. A adaptação a essa nova realidade dependerá da forma como nos tivermos preparado para ela. Semeamos a partir de hoje a colheita de venturas, ou de desdita, do amanhã. Pense nisso."
Otília Gonçalves
Médium: Divaldo Pereira Franco
Marcadores:
psicografia
sábado, 22 de setembro de 2012
Jacob Melo - Magnetismo e passes - Teoria e prática
Seminário Magnetismo e Passes - Teoria e Prática apresentado em Mar.2011
por Jacob Melo na instituição Faculdades Integradas Espírita.
Marcadores:
palestra: Jacob Melo
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Relatos de Arnaldo Rocha
Marcelo Orsini, entrevistador do Espiritismo BH, conversou com Arnaldo
Rocha pela segunda vez, quando então ele falou sobre amigos de Chico
Xavier, como Clóvis Tavares, uma histórica ida ao cinema, a parentela de
Chico, a relação do médium com a FEB e a UEM (União Espírita Mineira),
personagens do Ave Cristo, as reminiscências durante as psicografias de
romances, o "causo" do cachorrinho Dom Pedrito, e outros relatos
interessantes.
Arnaldo Rocha (Tiradentes-MG, 1922), era materialista e ateu militante. Atleta amador, foi vendedor da Cia. Belgo Mineira, onde se aposentou. Casou-se com Irma de Castro (1922-1946), conhecida como Meimei (Espírito), nobre trabalhadora da espiritualidade. Teve estreita ligação com a Doutrina Espírita e com o médium Chico Xavier, com o qual fundou o Grupo Espírita Meimei em 1952. Mantém-se como dedicado estudioso das obras de Allan Kardec. Arnaldo é uma referência quando o assunto é Mediunidade.
Arnaldo Rocha (Tiradentes-MG, 1922), era materialista e ateu militante. Atleta amador, foi vendedor da Cia. Belgo Mineira, onde se aposentou. Casou-se com Irma de Castro (1922-1946), conhecida como Meimei (Espírito), nobre trabalhadora da espiritualidade. Teve estreita ligação com a Doutrina Espírita e com o médium Chico Xavier, com o qual fundou o Grupo Espírita Meimei em 1952. Mantém-se como dedicado estudioso das obras de Allan Kardec. Arnaldo é uma referência quando o assunto é Mediunidade.
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