quinta-feira, 10 de julho de 2008

Destruição dos seres vivos uns pelos outros


Destruição dos Seres Vivos uns Pelos Outros


20. A destruição recíproca dos seres vivos é uma das leis da Natureza, a qual, à primeira vista, menos parece conciliar-se com a bondade de Deus. Pergunta-se o porquê da necessidade de entre destruição, para que uns se nutram à custa dos outros.
Para aquele que não considera senão a matéria, que limita sua visão à vida presente, isso parecerá com efeito uma imperfeição na obra divina. É que em geral os homens julgam a perfeição de Deus por seu próprio ponto de vista; sua própria opinião é a medida de sua sabedoria, e pensam que Deus não poderia fazer melhor do que eles próprios o fariam. Sua visão curta não lhes permite julgar o conjunto, e eles não compreendem que um bem real pode resultar de um mal aparente. O conhecimento do princípio espiritual, considerado em sua verdadeira essência, e da grande lei de unidade que constitui a harmonia da criação é o único que pode dar ao homem a chave desse mistério e lhe mostrar a sabedoria providencial e a harmonia, exactamente onde ele não enxergava senão uma anomalia e uma contradição.


21. A verdadeira vida, do animal, tal como a do homem, não se encontra no envoltório corporal, como também não se encontra em seu vestuário; ela está no princípio inteligente, que preexiste, e que sobrevive ao corpo. Este princípio tem necessidade do corpo para se desenvolver pelo trabalho que deve realizar sobre a matéria bruta; o corpo se gasta neste trabalho, mas o Espírito não se gasta; ao contrário, dele sai cada vez mais forte, mais lúcido e mais capaz. Que importa, pois, que o Espírito mude mais ou menos de envoltório! Nem por isso, ele será menos Espírito; é exactamente como se um homem renovasse cem vezes suas roupas no decurso de um ano; nem por isso, seria menos homem.
Pelo incessante espectáculo da destruição, Deus ensina aos homens o pouco apreço que devem dar a seu veículo material, e suscita neles a ideia da vida espiritual, fazendo com que eles a desejem como compensação.
Dir-se-á: e Deus não poderia chegar ao mesmo resultado por outros meios, sem obrigar os seres vivos a se entre destruírem? Se tudo é sabedoria em sua obra, devemos supor que esta sabedoria não deve apresentar falha neste ponto, assim como nos demais; se não a compreendemos, devemos experimentar procurar a justificativa, tomando por bússola este princípio: Deus deve ser infinitamente justo e sábio; procuremos pois, em tudo, sua justiça e sua sabedoria, e inclinemo-nos diante do que ultrapassa nosso conhecimento.


22. Uma primeira utilidade que se apresenta nesta destruição, utilidade puramente física, certamente, é esta: os corpos orgânicos não se alimentam senão com a ajuda de matérias orgânicas, uma vez que estas matérias são as únicas que contêm os elementos nutritivos necessários à sua transformação. Os corpos, instrumentos de acção do princípio inteligente, têm necessidade de ser incessantemente renovados; a Providência os faz servir a seu mútuo alimento; é por isso que os seres se nutrem uns dos outros; então, é o corpo que se nutre do corpo, porém o Espírito não se aniquilou, nem se alterou; apenas, despojou-se de seu invólucro. (2)


23. Além disso, há considerações morais de ordem mais elevada.
A luta é necessária ao desenvolvimento do Espírito; é na luta que ele exerce suas faculdades. Aquele que ataca a fim de obter seu alimento, e aquele que se defende para conservar sua vida, fazem uso da habilidade e da inteligência, e por isso mesmo, aumentam suas forças intelectuais. Um dos dois sucumbe; mas o que é que, na realidade, o mais forte ou o mais hábil levou do mais fraco? Seu vestuário de carne, nada mais; o Espírito, que não morre, mais tarde retomará outra vestimenta.
Nos seres inferiores da criação, naqueles em que não existe o senso moral, nos quais a inteligência ainda não substituiu o instinto, a luta não teria por móvel senão a satisfação de uma necessidade material; ora, uma das necessidades materiais mais imperiosas é a da nutrição; lutam, pois, unicamente para viver, isto é, para tomar ou defender uma presa, pois não seriam estimulados por um móvel mais elevado. É neste primeiro período que a alma se elabora e se ensaia na vida. No homem, há um período de transição no qual mal ele se distingue do bruto; nas primeiras idades, o instinto animal domina e a luta tem ainda por móvel, a satisfação das necessidades materiais; mais tarde, o instinto animal e o sentimento moral se contrabalançam, o homem então luta, não mais para se nutrir, mas para satisfazer sua ambição, seu orgulho, a necessidade de dominar; para isso, ainda lhe é necessário destruir. Porém, à medida que o senso moral predomina, a sensibilidade se desenvolve, a necessidade da destruição diminui; termina mesmo por se extinguir e por tornar-se odiosa; então, o homem passa a ter horror ao sangue.
Entretanto, a luta é sempre necessária ao desenvolvimento do Espírito, pois, mesmo chegado a este ponto que nos parece culminante, está longe de ser perfeito; não é senão à custa de sua actividade que ele adquire conhecimentos, experiência e que se despoja dos derradeiros vestígios da animalidade; mas a partir desse momento, a luta, que era sangrenta e brutal, torna-se puramente intelectual; o homem luta contra as dificuldades e não mais contra seus semelhantes. (3)


As doutrinas materialistas trazem em si, o princípio de sua destruição; contra elas, têm não somente seu antagonismo com as aspirações da universalidade dos homens e suas consequências morais, que as tornarão repulsivas, como dissolventes da sociedade, mas ainda a necessidade que se experimenta, de tomar em consideração tudo o que nasce do progresso. O desenvolvimento intelectual leva o homem à pesquisa das causas; ora, por pouco que ele reflicta, não demora a reconhecer a impotência do materialismo, a tudo explicar. Como jamais poderiam prevalecer doutrinas que não satisfazem o coração, nem a razão, nem a inteligência, que conservam problemáticas as questões mais vitais? O progresso das ideias matará o materialismo, como já extinguiu o fanatismo.


(2) Ver a (Revue Spirite, Agosto, 1864, pág. 241, "Extinção das raças").


(3) Sem nada pré-julgar a respeito das consequências que se poderiam extrair deste princípio, unicamente temos pretendido demonstrar, mediante esta explicação, que a destruição dos seres vivos, uns pelos outros, em nada enfraquece a sabedoria divina, e que tudo se encadeia nas leis da natureza. Este entrelaçamento é necessariamente rompido se fizermos abstracção do princípio espiritual; devido a isto é que tantas perguntas ficam sem resposta, se apenas considerarmos a matéria.


Referencia: A génese

O instinto e a inteligência



O Instinto e a Inteligência


11. Que diferença existe entre o instinto e a inteligência? Onde termina um e começa a outra? Será o instinto uma inteligência rudimentar, ou uma faculdade distinta, um atributo exclusivo da matéria?
O instinto é a força oculta que solicita os seres orgânicos à realização de actos espontâneos e involuntários, em vista à sua conservação. Nos actos instintivos, não há reflexão, nem premeditação. É assim que a planta procura o ar, gira em direcção à luz, dirige suas raízes para a água e para a terra nutritiva; que a flor se abre e se fecha alternativamente, segundo sua necessidade; que as plantas trepadeiras se enrolam em torno de seu apoio; ou se enroscam com suas gavinhas. É pelo instinto que os animais são advertidos do que lhes é útil ou prejudicial; que, nas estações propícias, se movimentam em direcção aos climas propícios; que, sem lições preliminares, constroem, com mais ou menos arte, segundo as espécies, acomodações macias e abrigos para sua descendência, ou armadilhas para prender a presa de que se nutrem; que manejam com habilidade as armas ofensivas e defensivas de que são providos; que os sexos se aproximam; que a mãe incuba seus filhotes e que estes procuram o seio materno. Quanto ao homem, o instinto domina com exclusividade, no começo da vida; é pelo instinto que o infante faz seus primeiros movimentos, que agarra seu sustento, que chora para exprimir suas necessidades, que imita o som da voz, que ensaia a fala e o andar. Mesmo no adulto, certos actos são instintivos: os movimentos espontâneos para evitar um perigo, para se livrar de um desastre, para manter o equilíbrio; tais são ainda, o piscar das pálpebras para diminuir o brilho da luz, a abertura maquinal da boca para respirar, etc.


12. A inteligência se revela por actos voluntários, deflectidos, premeditados, combinados, segundo a oportunidade das circunstâncias. Incontestavelmente, isto é um atributo exclusivo da alma.
Todo acto maquinal é instintivo; o que denota reflexão, combinação, uma deliberação, é intelectivo; um é livre o outro não o é.
O instinto é um guia seguro, que jamais se engana; a inteligência, pelo facto de ser livre, é por vezes sujeita a erro.
Se o acto instintivo não tem o carácter do acto inteligente, não obstante, revela uma causa inteligente, essencialmente previdente. Admitindo que o instinto tem sua fonte na matéria será preciso admitir que a matéria é inteligente, e mesmo mais seguramente inteligente e previdente que a alma, eis que o instinto não se engana jamais, ao passo que a inteligência se engana.
Se considerarmos o instinto como uma inteligência rudimentar, como é que assim poderá ser, quando, em certos casos, ele se demonstra superior à inteligência racional? Como é que proporciona a possibilidade de executar coisa que a razão não pode produzir?
Se ele é o atributo de um princípio espiritual especial, o que é feito deste princípio? Depois que o instinto se apaga, esse princípio seria pois anulado? Se os animais apenas são dotados de instinto, seu futuro não tem saída; seus sofrimentos não teriam nenhuma compensação. Tal não seria conforme à justiça e à bondade de Deus. (Cap. II, Nº 19).


13. Segundo um outro sistema, o instinto e a inteligência teriam um único e mesmo princípio; chegado a um certo grau de desenvolvimento, este princípio, que começaria apenas com as qualidades do instinto, sofreria uma transformação que lhe conferiria as qualidades da inteligência livre.
Sendo assim, no homem inteligente que perde a razão, e apenas é guiado pelo instinto, a inteligência voltaria ao seu estado primitivo; e, desde que recupere a razão, o instinto voltaria a ser inteligência, e assim alternativamente em cada acesso, o que não é admissível.
Além disso, a inteligência e o instinto se apresentam frequentemente ao mesmo tempo, no mesmo acto. Com o andar, por exemplo, as pernas se movem de modo instintivo; o homem coloca um pé adiante do outro, maquinalmente, sem nada considerar; porém, quando quer diminuir ou acelerar sua marcha, erguer o pé ou desviar-se para evitar um obstáculo, aí há cálculo, combinação; ele age de modo deliberado. O impulsionamento involuntário do movimento é o acto instintivo; a direcção calculada do movimento é o acto inteligente. O animal carniceiro é impelido pelo instinto a nutrir-se de carne; porém, as precauções que ele toma, as quais variam segundo a circunstâncias, a fim de agarrar sua presa, sua previsão com relação às eventualidades, são actos de inteligência.


14. Uma outra hipótese que, por fim, alia-se perfeitamente à ideia da unidade de princípio, ressalta do carácter essencialmente previdente do instinto, e concorda com o que o Espiritismo nos ensina, a respeito das relações do mundo espiritual e do mundo corporal.
Actualmente, sabe-se que há Espíritos desencarnados que têm por missão velar sobre os encarnados, de quem são protectores e guias; que eles os rodeiam com seus eflúvios fluídicos; que o homem age de maneira inconsciente sob a acção de tais eflúvios.
Por outro lado, sabe-se que o instinto, que por si próprio produz actos inconscientes, predomina nas crianças, e em geral nas criaturas cuja razão é fraca. Ora, segundo esta hipótese, o instinto não seria um atributo da alma, nem da matéria; não pertenceria propriamente ao ser vivo, mas sim, seria um efeito da acção directa dos protectores invisíveis que supririam a imperfeição da inteligência, provocando eles mesmos os actos inconscientes necessários à conservação do ser. Seria como os suspensórios com as quais se sustenta a criança que ainda não sabe andar. No entanto, da mesma forma que se suprime gradualmente o uso dos suspensórios, à medida que a criança se sustenta por si, os Espíritos protectores deixam seus protegidos entregues a si mesmos, à medida em que eles possam se guiar por sua própria inteligência.
Assim, o instinto, longe de ser o produto de uma inteligência rudimentar e incompleta, seria o efeito de uma inteligência estranha na plenitude de sua força; seria uma inteligência protectora, que supriria a insuficiência, seja de uma inteligência mais jovem, que ela impediria à realização inconsciente de seu bem, que ainda seria incapaz de obter por si própria, seja de uma inteligência madura, mas momentaneamente entravada no uso de suas faculdades, o que ocorre no homem em sua infância, e no caso de idiotia, ou de afecções mentais.
Proverbialmente se diz que há um deus para as crianças, os loucos e os bêbados; este ditado é mais certo do que por vezes se crê; este deus não é senão o Espírito protector que vela sobre o ser, incapaz de se proteger por sua própria razão.


15. Nesta ordem de ideias, pode-se ir mais longe. Esta teoria, embora seja racional, não resolve todas as dificuldades da questão.
Se observarmos os efeitos do instintivo, nota-se a princípio uma unidade de vista e de conjunto, uma segurança de resultados que não existem mais, desde que o instinto seja substituído pela inteligência livre; além disso, na adequação tão perfeita e tão constante das faculdades instintivas às necessidades de cada espécie, reconhecemos uma profunda sabedoria. Esta unidade de vistas não poderia existir sem a unidade de pensamento, e a unidade de pensamento é incompatível com a diversidade das aptidões individuais; somente ela poderia produzir este conjunto tão perfeitamente harmonioso que se estende desde a origem dos tempos e em todos os climas, com regularidade e precisão matemáticas, sem falhar jamais. A uniformidade no resultado das faculdades instintivas é um traço característico, que implica necessariamente na unicidade da causa; se esta causa fosse inerente a cada individualidade, haveria tantas variedades de instinto quantos indivíduos há, desde a planta até o homem. Um efeito geral, uniforme e constante, deve ter uma causa geral, uniforme e constante; um efeito que demonstra a sabedoria e a previdência deve ter uma causa sábia e previdente. Ora, uma causa sábia e previdente será necessariamente inteligente, e não pode ser exclusivamente material.
Não se encontrando nas criaturas, encarnadas ou desencarnadas, as qualidades necessárias para produzir tal resultado, é preciso subir mais alto, isto é, ao próprio Criador. Se nos reportarmos à explicação que foi dada sobre a maneira pela qual se pode conceber a acção providencial (Cap. II, nº 24), se figurarmos todos os seres como penetrados pelo fluido divino, soberanamente inteligente, logo se compreenderá a sabedoria previdente e a unidade de vistas que presidem a todos os movimentos instintivos para o bem de cada indivíduo. Essa solicitude é tanto mais activa quanto o indivíduo tenha menos recursos em si mesmo e em sua própria inteligência; é por isso que ela se mostra maior e mais absoluta com os animais e com os seres inferiores do que com o homem.
Conforme esta teoria, compreende-se que o instinto seja um guia certo e seguro. O instinto material, o mais nobre de todos, que o materialismo rebaixa ao nível das forças atractivas da matéria, acha-se novamente elevado e enobrecido. Em razão de suas consequências, não seria preciso que ele fosse entregue às eventualidades caprichosas da inteligência e do livre-arbítrio. Através do órgão da mãe, o próprio Deus vela sobre suas criaturas nascentes.


16. Esta teoria não destrói de modo nenhum o papel dos Espíritos protectores, cujo concurso é um facto verificado e provado pela experiência; porém, deve-se notar que a acção deles é essencialmente individual, que ela se modifica segundo as qualidades próprias do protector e do protegido, e que não tem parte alguma na uniformidade e na generalidade do instinto. Deus, em sua sabedoria, conduz os cegos, mas confia à inteligência livre o cuidado de conduzir os que enxergam, para deixar a cada um a responsabilidade de seus actos. A missão dos Espíritos protectores é um dever que eles aceitam voluntariamente, e que para eles é um meio de progresso, segundo a maneira pela qual a executam.


17. Todas essas maneiras de considerar o instinto são necessariamente hipotéticas, e nenhuma delas tem um carácter suficiente de autenticidade para ser dada como solução definitiva. A questão será certamente resolvida algum dia, quando se houver reunido os elementos de observação que agora ainda faltam; até então, é preciso que nos limitemos a apresentar as opiniões diversas ao cadinho da razão e da lógica e aguardar que se faça a luz; a solução que mais se aproxima da verdade será necessariamente aquela que melhor corresponda aos atributos de Deus, isto é, à sua soberana bondade e à sua soberana justiça (Cap. II, nº 19).


18. O instinto é o guia e as paixões são as molas das almas no primeiro período de seu desenvolvimento, e por isso são por vezes confundidos em seus efeitos. No entanto, há entre estes dois princípios diferenças que é preciso considerar.
O instinto é um guia seguro, sempre bom; num certo tempo, pode tornar-se inútil, porém jamais nocivo; enfraquece, pela predominância da inteligência.
As paixões, nas primeiras idades da alma, têm isso de comum com o instinto, que os seres são por elas solicitados por uma força igualmente inconsciente. Elas nascem mais particularmente das necessidades do corpo, e mais que o instinto, se prendem ao organismo. O que as distingue do instinto, sobretudo, é que são individuais e não produzem efeitos gerais e uniformes, como este; ao contrário, vemos que elas variam de intensidade e de natureza, conforme os indivíduos. Elas são úteis, como estimulantes, até que se dê a eclosão do senso moral, o qual, de um ente passivo, faz um ser razoável; nesse momento, elas se tornam não só inúteis, mas também prejudiciais ao progresso do Espírito de quem retardam a desmaterialização; elas se enfraquecem com o desenvolvimento da razão.


19. O homem que não agisse senão pelo instinto, de modo constante, poderia ser bom, mas deixaria dormir sua inteligência; seria como o menino que não abandonasse os suspensórios e não saberia servir-se de seus membros. Aquele que não se assenhoreia de suas paixões pode ser muito inteligente, mas ao mesmo tempo, poderá ser muito mau. O instinto se aniquila por si mesmo; as paixões não são domadas senão pelo esforço da vontade.


Referencia: A génese

sábado, 5 de julho de 2008

O cristo consolador


O cristo consolador


O Jugo Leve


1. Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Mateus, XI:28-30).


2. Todos os sofrimentos: misérias, decepções, dores físicas, perdas de seres queridos, encontram sua consolação na fé no futuro, e na confiança na justiça de Deus, que o Cristo veio ensinar aos homens. Sobre aquele que, pelo contrário, nada espera após esta vida, ou que simplesmente duvida, as aflições pesam com todo o seu peso, e nenhuma esperança vem abrandar sua amargura. Eis o que levou Jesus a dizer: "Vinde a mim, vós todos que estais fatigados, e eu vos aliviarei".
Jesus, entretanto, impõe uma condição para a sua assistência e para a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição é a da própria lei que ele ensina: seu jugo é a observação dessa lei. Mas esse jugo é leve e essa lei é suave, pois que impõe como dever o amor e a caridade.
Consolador Prometido


3. Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito da Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós o conhecereis, por que ele ficará convosco e estará em vós. _ Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. (João, XIV: 15 a 17; 26).


4. Jesus promete outro consolador: é o Espírito da Verdade, que o mundo ainda não conhece, pois que não está suficientemente maduro para compreendê-lo, e que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para fazer lembrar o que Cristo disse. Se, pois, o Espírito da Verdade deve vir mais tarde, ensinar todas as coisas, é que o Cristo não pôde dizer tudo. Se ele vem fazer lembrar o que o Cristo disse, é que o seu ensino foi esquecido ou mal compreendido.
O Espiritismo vem, no tempo assinalado, cumprir a promessa do Cristo. O Espírito da Verdade preside ao seu estabelecimento. Ele chama os homens à observância da lei; ensina todas as coisas, fazendo compreender o que o Cristo só disse em parábolas. O Cristo disse: "que ouçam os que têm ouvidos para ouvir". O Espiritismo vem abrir os olhos e os ouvidos, porque ele fala sem figuras e alegorias. Levanta o véu propositadamente lançado sobre certos mistérios, e vem, por fim, trazer uma suprema consolação aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem, ao dar uma causa justa e um objectivo útil a todas as dores.
Disse o Cristo: "Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados". Mas como se pode ser feliz por sofrer, se não se sabe por que se sofre?
O Espiritismo revela que a causa está nas existências anteriores e na própria destinação da Terra, onde o homem expia o seu passado. Revela também o objectivo, mostrando que os sofrimentos são como crises salutares que levam à cura, são purificação que assegura a felicidade nas existências futuras. O homem compreende que mereceu sofrer, e acha justo o sofrimento. Sabe que esse sofrimento auxilia o seu adiantamento, e o aceita sem queixas, como o trabalhador aceita o serviço que lhe assegura o salário. O Espiritismo lhe dá uma fé inabalável no futuro, e a dúvida pungente não tem mais lugar na sua alma. Fazendo-o ver as coisas do alto, a importância das vicissitudes terrenas se perde no vasto e esplêndido horizonte que ele abarca, e a perspectiva da felicidade que o espera lhe dá a paciência, a resignação e a coragem para ir até o fim do caminho.
Assim realiza o Espiritismo o que Jesus disse do consolador prometido: conhecimento das coisas, que faz o homem saber de onde vem, para onde vai e porque está na Terra, lembrança dos verdadeiros princípios da lei de Deus, e consolação pela fé e pela esperança.


Espírito da Verdade Paris, 1860


5. Venho, como outrora, entre os filhos desgarrados de Israel, trazer a verdade e dissipar as trevas. Escutai-me. O Espiritismo, como outrora a minha palavra, deve lembrar os incrédulos que acima deles reina a verdade imutável: o Deus bom, o Deus grande, que faz germinar as plantas e que levanta as ondas. Eu revelei a doutrina divina; e, como um segador, liguei em feixes o bem esparso pela humanidade, e disse: "Vinde a mim, todos vós que sofreis!"
Mas os homens ingratos se desviaram da estrada larga e recta que conduz ao Reino de meu Pai, perdendo-se nas ásperas veredas da impiedade. Meu Pai não quer aniquilar a raça humana. Ele quer que, ajudando-vos uns aos outros, mortos e vivos, ou seja, mortos segundo a carne, porque a morte não existe, sejais socorridos, e que, não mais a voz dos profetas e dos apóstolos, mas a voz dos que se foram, faça-se ouvir para vos gritar: Crede e orai! Porque a morte é a ressurreição, e a vida é a prova escolhida, durante a qual vossas virtudes cultivadas devem crescer e desenvolver-se como o cedro.
Homens fracos, que vos limitais às trevas de vossa inteligência, não afasteis a tocha que a clemência divina vos coloca nas mãos, para iluminar vossa rota e vos reconduzir, crianças perdidas, ao regaço de vosso Pai.
Estou demasiado tocado de compaixão pelas vossas misérias, por vossa imensa fraqueza, para não estender a mão em socorro aos infelizes extraviados que, vendo o céu, caem nos abismos do erro. Crede, amai, meditai todas as coisas que vos são reveladas; não mistureis o joio ao bom grão, as utopias com as verdades.
Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instruí-vos, eis o segundo. Todas as verdades se encontram no Cristianismo; os erros que nele se enraizaram são de origem humana; e eis que, de além-túmulo, que acreditáveis vazio, vozes vos clamam: Irmãos! Nada perece. Jesus Cristo é o vencedor do mal; sede os vencedores da impiedade!


Espírito da Verdade
Paris, 1861


6. Venho ensinar e consolar os pobres deserdados. Venho dizer-lhes que elevem sua resignação ao nível de suas provas; que chorem, porque a dor estava presente no Jardim das Oliveiras, mas que esperem, porque os anjos consoladores virão enxugar as suas lágrimas.
Trabalhadores, traçai o vosso sulco. Recomeçai no dia seguinte a rude jornada da véspera. O trabalho de vossas mãos fornece o pão terreno aos vossos corpos, mas vossas almas não estão esquecidas: eu, o divino jardineiro, as cultivo no silêncio dos vossos pensamentos. Quando soar a hora do repouso, quando a trama escapar de vossas mãos, e vossos olhos se fecharem para a luz, sentireis surgir e germinar em vós a minha preciosa semente. Nada se perde no Reino de nosso Pai. Vossos suores e vossas misérias formam um tesouro, que vos tornará ricos nas esferas superiores, onde a luz substitui as trevas, e onde o mais desnudo entre vós será talvez o mais resplandecente.
Em verdade vos digo: os que carregam seus fardos e assistem os seus irmãos são os meus bem amados. Instrui-vos na preciosa doutrina que dissipa o erro das revoltas e vos ensina o objectivo sublime da prova humana. Como o vento varre a poeira, que o sopro dos Espíritos dissipe a vossa inveja dos ricos do mundo, que são frequentemente os mais miseráveis, porque suas provas são mais perigosas que as vossas. Estou convosco, e meu apóstolo vos ensina. Bebei na fonte viva do amor, e preparai-vos, cativos da vida, para vos lançardes um dia, livres e alegres, no seio daquele que vos criou fracos para vos tornar perfeitos, e deseja que modeleis vós mesmos a vossa dócil argila, para serdes os artífices da vossa imortalidade.


Espírito da Verdade
Bourdeaux, 1861


7. Eu sou o grande médico das almas, e venho trazer-vos o remédio que vos deve curar. Os débeis, os sofredores e os enfermos são os meus filhos predilectos, e venho salvá-los. Vinde, pois, a mim, todos vós que sofreis e que estais carregados, e sereis aliviados e consolados. Não procureis alhures a força e a consolação, porque o mundo é impotente para dá-las. Deus dirige aos vossos corações um apelo supremo, através do Espiritismo: escutai-o. Que a impiedade, a mentira, o erro, a incredulidade, sejam extirpados de vossas almas doloridas. São esses os monstros que sugam o mais puro do vosso sangue, e vos produzem chagas quase sempre mortais. Que no futuro, humildes e submissos ao Criador, pratiqueis sua divina lei. Amai e orai. Sede dóceis aos Espíritos do Senhor. Invocai-O do fundo do coração. Então, Ele vos enviará o seu Filho bem amado, para vos instruir e vos dizer estas boas palavras: Eis-me aqui; venho a vós, porque me chamastes!


Espírito da Verdade
Havre, 1861


8. Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que a suplicam. Seu poder cobre a Terra, e por toda parte, ao lado de cada lágrima, põe o bálsamo que consola. O devotamente e a abnegação são uma prece contínua e encerram profundo ensinamento: a sabedoria humana reside nessas duas palavras. Possam todos os Espíritos sofredores compreender esta verdade, em vez de reclamar contra as dores, os sofrimentos morais, que são aqui na Terra o vosso quinhão. Tomai, pois, por divisa, essas duas palavras: devotamento e abnegação, e sereis fortes, porque eles resumem todos os deveres que a caridade e a humildade vos impõem. O sentimento do dever cumprido vos dará a tranquilidade de espírito e a resignação. O coração bate melhor, a alma se acalma, e o corpo já não sente desfalecimentos, porque o corpo sofre tanto mais, quanto mais profundamente abalado estiver o espírito.


Referencia: O evangelho segundo o espiritismo

terça-feira, 1 de julho de 2008

O Doutor Muhr


O doutor Muhr


Morto do Cairo, em 4 de Junho de 1857. - Evocado a pedido do senhor Jobard. Era, disse ele, um Espírito muito elevado em sua vida; médico homeopata; um verdadeiro apóstolo espírita; deve estar pelo menos em Júpiter.

1. Evocação. - R. Estou aqui.

2. Teríeis a bondade de nos dizer onde estais?

- R. Eu estou errante.

3. Foi no dia 4 de Junho deste ano que morrestes?

- R. Foi no ano passado.

4. Lembrai-vos do vosso amigo, o senhor Jobard?

- R. Sim, estou frequentemente perto dele.

5. Quando eu lhe transmitir essa resposta, isso o fará feliz,
porque ele tem sempre uma grande afeição por vós?

- R. Eu o sei; esse Espírito me é dos mais simpáticos.

6. Que entendeis, em vossa vida, pelos gnomos?

- R. Entendia por seres que podiam se materializar e tomar formas fantásticas.

7. Credes nisso sempre?
- R. Mais do que nunca; disso tenho agora a certeza; mas gnomo é uma palavra que pode parecer ter muito da magia; gosto melhor de dizer agora Espírito em
vez de gnomo.

Nota. - Durante a sua vida, ele acreditava nos Espíritos e em suas manifestações; somente que os designava sob o nome de gnomos, ao passo que agora ele se serve da expressão mais genérica de Espírito.

8. Credes ainda que esses Espíritos, que chamáveis gnomos durante vossa vida, possam tomar formas materiais fantásticas?

-R. Sim, mas sei que isso não se faz frequentemente,
porque há pessoas que poderiam se tornar loucas se vissem as aparências que esses Espíritos podem tomar.

9. Quais aparências podem tomar?

- R. Animais: diabos.

10. É uma aparência material tangível, ou uma pura aparência como nos sonhos ou nas visões?

- R. Um pouco mais material do que nos sonhos; as aparições que poderiam muito amedrontar não podem ser tangíveis; Deus não o permite.

11. A aparição do Espírito de Bergzabem, sob forma de homem ou de animal, era dessa natureza?

- R. Sim, e desse género.

Nota. - Não sabemos se, em sua vida, ele acreditava que os Espíritos podiam tomar uma forma tangível; mas é evidente que agora ele entende falar da forma vaporosa e impalpável das aparições.

12. Credes que quando reencarnardes, ireis a Júpiter?

- R. Irei para um mundo que não se iguala ainda com Júpiter.

13. Será por vossa própria escolha que ireis para um mundo inferior a Júpiter, ou por que não mereceis ainda ir para esse planeta?

- R. Prefiro acreditar não merecê-lo, e cumprir uma
missão em um mundo menos avançado. Sei que chegarei à perfeição, é o que faz com que eu goste mais de ser modesto.

Nota. - Essa resposta é uma prova da superioridade desse Espírito; ela concorda com que nos disse o padre Ambroise: que há mais mérito em pedir uma missão num mundo inferior, que querer avançar muito depressa num mundo superior.

14. O senhor Jobard nos pede vos perguntar se estais satisfeito com o artigo necrológico que escreveu sobre vós?

- R. Jobard me deu uma nova prova de simpatia, escrevendo isso; eu lhe agradeço muito, e desejo que o quadro, um pouco exagerado de virtudes e de talentos
que ele fez, possa servir de exemplo àqueles que, dentre vós, seguem o rastro do progresso.

15. Uma vez que, em vossa vida, eras homeopata, que pensais agora da homeopatia?

- R. Homeopatia é o começo das descobertas de fluidos latentes. Muitas outras descobertas tão preciosas se farão e formarão um todo harmonioso, que conduzirá vosso globo à perfeição.

16. Que mérito dais ao vosso livro intitulado: O Médium c/o povo?

- R. E a pedra do obreiro que dei à obra.

Nota. - A resposta desse Espírito sobre a homeopatia vem em apoio da ideia dos fluidos latentes que já nos foi dada pelo Espírito do senhor Badel, com respeito à sua imagem
fotografada. Disso resulta que há fluidos cujas propriedades nos são desconhecidas ou passam desapercebidas, porque sua acção não é ostensiva, mas nem por isso menos real; a
Humanidade se enriquece de conhecimentos novos, à medida que as circunstâncias lhe fazem conhecer suas propriedades.

Revista Espírita, Novembro de 1858

Noticias de Portugal


Noticias de Portugal


Sumário:1 - CCE NA RÁDIO 94.8 FM

2 – FLORÊNCIO ANTON EM PORTUGAL NO MÊS DE JULHO

3 – BRAGA: CONFERÊNCIA ESPÍRITA

4 – BRAGA: CONFERÊNCIA ESPÍRITA NA ASEB

5 – CALDAS DA RAINHA: PROVA DA REENCARNAÇÃO: A FUTURA REVOLUÇÃO NO PLANETA TERRA

6 – LISBOA: DIÁLOGOS ESPÍRITAS E TEMAS PARTILHADOS NO CEPC

7 – FLORÊNCIO ANTON NO CECA – PINTURA MEDIÚNICA

8 – MALVEIRA: ACTIVIDADES ESPÍRITAS



1 - CCE NA RÁDIO 94.8 FM

O Centro de Cultura Espírita irá estar presente na rádio 94.8 FM para uma entrevista, na 4ª feira dia 2 de Julho, entre as 19 e as 20h, sobre as actividades desenvolvidas
Amélia Reis e António Silva serão os convidados do jornalista Francisco Gomes.
Esta entrevista pode ser seguida online no site da rádio 94.8 FM. http://www.adeportugal.org/oempro/link.php?URL=aHR0cDovLzk0LThmbXJhZGlvLmNvbS8%3D&Name=&EncryptedMemberID=NDM1&CampaignID=3&CampaignStatisticsID=2&Demo=0&Email=carmojoana@gmail.com
Fonte: CCE (Caldas da Rainha)

2 - FLORÊNCIO ANTON EM PORTUGAL NO MÊS DE JULHO


Florêncio Anton vai estar de novo em Portugal, no mês de Julho, para realizar uma série de demonstrações de pintura mediúnica
Florêncio Anton, terapeuta, espírita e médium de efeitos físicos, pinta quadros a óleo sob a influência de Espíritos que foram pintores na terra. Para os críticos de arte, o estilo e as cores são características desses mesmo pintores, ficando por explicar, fora do contexto espírita como alguém pode imitar estilos tão diferentes como acontece. Sem nunca ter estudado pintura e sem mesmo gostar de pintar, Florêncio pinta com as mãos, a óleo sem que as cores se misturem, efectuando quadros a uma velocidade muito grande, demorando em média cerca de 4 a 5 minutos cada um.


Programação/Julho/2008:


Sábado, dia 05 – Porto – 21H00 – Associação Migalha de AmorDomingo,

dia 06 – Oliveira de Azeméis – 10H00 – Associação Cultural Cristã Espírita2ª Feira,

dia 07 – Porto – 21H00 – Centro Espírita Caridade por Amor3ª Feira,

dia 08 – Aveiro – 21H00 – Associação Luz e Paz4ª Feira,

dia 09 – Viseu – 20H30 – Associação Social e Cultural Espiritualista 5ª Feira,

dia 10 – Vila Nova de Poiares – 21H30 – Associação Espírita Cristã Isabel de Portugal6ª Feira, dia 11 – Aguada – 21H00 – Pastelaria Aqua DoceSábado,

dia 12 – Bragança – 20H30 – Associação de Estudos Psíquicos de BragançaDomingo,

dia 13 – a confirmar2ª Feira,

dia 14 – Lisboa – 20H30 – Associação de Beneficência Fraternidade3ª Feira,

dia 15 – Coimbra – 21H00 – Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec4ª Feira,

dia 16 – Picoto, Moselos – 21H00 – Dercorclasse (Rua Central da Vergada (junto aos semáforos do Picoto)


Fonte: GEAK (Coimbra)


3 - BRAGA: CONFERÊNCIA ESPIRITA


Realizou-se no sábado, dia 28 de Junho, pelas 21H30, uma conferência espírita, na Associação de Estudos Espirituais Messe de Amor, na Rua das Oliveiras Lote G, Loja 1, Gualtar - Braga, subordinada ao tema: "Terapeutica Espírita". Esta conferência foi proferida por Casimiro Ramos, da Associação Francisco Xavier, de Leça
Actividades habituais:
Segunda-feira - 21H30 - Estudo da DoutrinaSexta-feira - 21H45 - Estudo do EvangelhoSábado - 15H30 - Escola de Evangelho (DIJ)Sábado - 20H00 - Atendimento Individual Sábado - 21H30 - Palestra Pública
Fonte:Sérgio Cunha (Braga) - (Telemóvel 91 977 77 29) (mailto:smoac54@yahoo.com.br )


4 - BRAGA: CONFERÊNCIA ESPÍRITA NA ASEB


Na sexta-feira, dia 4 de Julho, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema “Lei do Trabalho”, baseada no Cap. III de “O Livro dos Espíritos”. O evento terá lugar na sede da ASEB – Associação Sociocultural Espírita de Braga, na Rua do Espírito Santo nº 38, em Braga.
Este centro tem página na Internet em http://www.adeportugal.org/oempro/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy5hc2ViLmNvbS5wdC8%3D&Name=&EncryptedMemberID=NDM1&CampaignID=3&CampaignStatisticsID=2&Demo=0&Email=carmojoana@gmail.com e-mail info@aseb.com.pt
As entradas são livres e gratuitas.


Fonte: ASEB (Site)


5 - CALDAS DA RAINHA: PROVA DA REENCARNAÇÃO: A FUTURA REVOLUÇÃO NO PLANETA TERRA


Na sexta-feira, dia 04 de Julho, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema "Prova da Reencarnação: a Futura Revolução no Planeta Terra".Quando a humanidade interiorizar a veracidade da reencarnação, esta descoberta terá um impacto sobre a sociedade maior do que o impacto da revolução industrial.
O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c. Este centro tem página na Internet em http://www.adeportugal.org/oempro/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy5jYWxkYXNyYWluaGEubmV0L2NjZQ%3D%3D&Name=&EncryptedMemberID=NDM1&CampaignID=3&CampaignStatisticsID=2&Demo=0&Email=carmojoana@gmail.come e-mail cce@caldasrainha.net


As entradas são livres e gratuitas.
Fonte: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha)


6 - LISBOA: DIÁLOGOS ESPÍRITAS E TEMAS PARTILHADOS NO CEPC


Participe em mais um "Diálogos Espíritas", onde podemos estudar e participar, colocando questões oportunas. Este evento tem lugar todos os primeiros domingos de cada mês no CEPC – Centro Espírita Perdão e Caridade, na Rua Presidente Arriaga, 124/125 em Lisboa – (Telefone 21/3975219), entre as 17H00 e as 19H00.
Dia 6 de Julho - Tema: "Os Milagres de Jesus"Expositor: Cris Liotti Coordenadores: Carlos Alberto Ferreira e Antero Ricardo
Os “Temas Partilhados” de Julho, subordinados ao tema: "Processo Reencarnatório", têm lugar todas as 4ªFeiras às 18H30.
Entradas livres e gratuitas
Novo site do CEPC: http://www.adeportugal.org/oempro/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy5jZXBlcmRhb2VjYXJpZGFkZS5wdA%3D%3D&Name=&EncryptedMemberID=NDM1&CampaignID=3&CampaignStatisticsID=2&Demo=0&Email=carmojoana@gmail.com


Fonte: M. Elisa Viegas (Lisboa)


7 - FLORÊNCIO ANTON NO CECA – PINTURA MEDIÚNICA


O CECA – Centro Espírita Caridade por Amor recebe no próximo dia 7 de Julho, segunda-feira, pelas 21H00, a visita de Florêncio Anton. O evento, que decorrerá na Rua da Picaria, 59 - 1º frente, na cidade do Porto, será aberto ao público e de entrada gratuita, sendo uma oportunidade óptima para aqueles que quiserem assistir ao vivo à pintura mediúnica (psicopictografia). A pintura mediúnica apoia-se na capacidade do médium de permitir que Espíritos desencarnados cujo interesse é a pintura, se utilizem do seu corpo para criar peças de arte em tela e com o uso de tintas e dos dedos. As obras, que fascinam pela rapidez com que são executadas (breves minutos), espantam também pela variedade de estilos de um quadro para o outro, percorrendo a história da arte num evento único.
Mais informações:Centro Espírita Caridade por AmorRua da Picaria, 59 - 1º frente4050-478 PortoPortugalhttp://www.adeportugal.org/oempro/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy5jZWNhLXBvcnRvLmNvbS8%3D&Name=&EncryptedMemberID=NDM1&CampaignID=3&CampaignStatisticsID=2&Demo=0&Email=carmojoana@gmail.commailto:PortoPortugalwww.ceca-porto.comceca@ceca-porto.com


Fonte:Direcção do CECA


8 - MALVEIRA: ACTIVIDADES ESPÍRITAS


A Associação Fraterna Mensageiros do Bem, sita na Rua Eurico Rodrigues de Lima, 2B, 2665-277 Malveira, vai levar a efeito as suas actividades, no decorrer do mês de Julho, de acordo com a seguinte programação:
Segundas-feiras, dias 7 e 21, às 16H30: Palestra pública e fluidoterapiaQuartas-feiras, dias 2, 9, 16, 23 e 30, às 20H00: Palestra pública e fluidoterapia2ª Sexta-feira do mês: dia 11 de Julho, às 20H00: Palestra pública
Mais informações através dos telemóveis 965362855 e/ou 917713744 ou pelo e-mail: afmbmalveira@gmail.com
Fonte: Marcelo Oliveira (tm 917713744)