segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Noticias de Portugal











1 - JORNADAS DE CULTURA ESPÍRITA DA ADEP – CIRCULAR ÀS ASSOCIAÇÕES


A ADEP (Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal) irá levar a cabo as suas Jornadas de Cultura Espírita, nos dias 23 e 24 de Maio de 2008, no Auditório Municipal “A Casa da Música”, na simpática vila de Óbidos, a 5 km de Caldas da Rainha.
Nesse sentido, e na sequência da grande adesão que esta iniciativa tem tido nos anos anteriores, escolhemos para tema central destas jornadas, «Espiritismo, Comunicar».Desdobrado em vários painéis, estarão focados sectores diversos da actividade pessoal e de grupo, em torno do Espiritismo, na vertente da Comunicação, inclusive a própria mediunidade. Procuramos trazer até Óbidos alguns especialistas nesta área, demonstrando assim a actualidade do pensamento espírita que Allan Kardec nos legou.


As entradas custam 5 _ por pessoa inscrita, com vista a cobrir as despesas deste evento.Por razões que se prendem com a capacidade do auditório, as inscrições estão limitadas ao número de 185 lugares.


Em breve daremos notícia do mecanismo das inscrições bem como do seu início, programa definitivo e informação logística.


Gratos pela atenção e certos de que não deixarão de estar presentes neste evento que pretendemos seja nacional, vamos todos pugnar pelo seu êxito, procurando assim divulgar a doutrina espírita com a dignidade que ela merece.


Com amizade e sempre ao dispor, reconhecidos,Pela ADEPJorge Gomes



Fonte: ADEP



2 - ASSOCIAÇÃO DE CULTURA ESPÍRITA FERNANDO LACERDA: ACTIVIDADES


A Associação de Cultura Espírita Fernando Lacerda, de Loures, vai realizar no próximo dia 10 de Fevereiro de 2008, pelas 17H00, uma palestra pública, subordinada ao tema "O que é o Espiritismo", inserida no ciclo "Encontros Espíritas".Posteriormente, no dia 17 de Fevereiro, pelas 13H00 iremos efectuar o nosso segundo Almoço Fraterno, com a finalidade de angariar fundos para a Associação.


Os interessados podem visitar o nosso Blog, onde encontrarão mais pormenores.


Associação de Cultura Espírita Fernando LacerdaRua da República, 116 2670 - 471 LouresBlog: http://espiritasemloures.blogspot.com/ Contactos: Tel.: 219844127- Associação - Telm.: 911009524E-mail: acefernandolacerda@sapo.pt - espiritas.em.loures@gmail.com


Fonte: Liliana Cardoso



3 - S. JOÃO DE VER: ACTIVIDADES DA EBCE


No passado dia 6 de Janeiro procedeu-se à eleição dos novos órgãos sociais da nossa associação para o futuro triénio, dando cumprimento ao estipulado nos estatutos da Escola de Beneficência Caridade Espírita.


Entretanto, no próximo dia 24 de Fevereiro, domingo, pelas 10H00, realiza-se uma palestra espírita que será proferida por João Xavier de Almeida.


Escola de Beneficência Caridade Espírita Rua Quinta da Vinha – Areeiro 4520 - 619 S. João de Ver(Contactos:Tel. 256 871 109 (p.f.); 256 911 153 (p.f.) - E-mail: ebce@netvisao.pt )


Fonte: EBCE (S. João de Ver)



4 - SETÚBAL: CALENDÁRIO DE PALESTRAS NA AELA


A AELA - Associação Espírita Luz e Amor, de Setúbal, informa de que os temas das palestras do mês de Fevereiro tiveram algumas alterações, relativamente à notícia anterior, passando a ter a seguinte calendarização:


Dia 11/02 – Tema: “Sexo e Destino” – de André Luís (Espírito e Chico Xavier (Médium) – Divulgação de Literatura EspíritaDia 18/02 – Tema: “Nos Domínios da Mediunidade” – de André Luís (Espírito e Chico Xavier (Médium) – Divulgação de Literatura EspíritaDia 25/02 – Tema: “Parábolas de Jesus”


AELA Associação Espírita Luz e AmorRua dos Bombeiros de Setúbal nº 312900 - 112 Setúbal(Junto ao Estabelecimento Prisional de Setúbal)Contacto: AELA - 918434185 - Mª Luísa - E-mail aela@aela.pt - Página na Internet em http://www.aela.pt/)


Fonte: Mª. Luísa (Setúbal)



5 - BRAGA: CONFERÊNCIA ESPÍRITA NA ASEB


Na sexta-feira, dia 15 de Fevereiro, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema “A Encarnação dos Espíritos”, com base no Capítulo II de “O Livro dos Espíritos”.


O evento terá lugar na sede da ASEB - Associação Sociocultural Espírita de Braga, na Rua do Espírito Santo nº 38, em Braga. Este centro tem página na Internet em http://www.aseb.com.pt/ e e-mail info@aseb.com.pt


As entradas são livres e gratuitas.


Fonte: ASEB



6 - CALDAS DA RAINHA: CONFERÊNCIA SOBRE ESPIRITISMO: “COMO TER FÉ?”


Na sexta-feira, dia 15 de Fevereiro, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema “Como ter Fé?” Num momento grave da sociedade, onde as pessoas perderam quase a fé em si próprias, o Espiritismo apresenta-se como um forte despoletador da fé, quer humana quer divina, auxiliando assim o Homem a entender melhor os mecanismos da Vida, seja no mundo espiritual ou terreno, fazendo uma abordagem apoiada na lógica, no raciocínio, nos factos.
O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c. Este centro tem página na Internet em http://www.caldasrainha.net/ccee e-mail cce@caldasrainha.net


As entradas são livres e gratuitas.


Fonte: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha)



7 - ÀGUEDA: AECV PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE PREVENÇÃO DO CANCRO


Realiza-se no dia 17 de Fevereiro, Domingo, pelas 16H00, no Salão Nobre da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Águeda, uma Conferência sobre Prevenção do Cancro, organizada pela Associação Espírita Consolação e Vida, de Águeda, e que será conduzida pelos Prof. Carlos Ferreira, Prof.ª Fátima Luzio e Prof. Rui Baptista.


Numa altura em que a prevenção contra qualquer doença se configura como a prioridade que nos deve nortear, esta Associação, pela sua característica, preocupa-se, naturalmente, com um dos flagelos que atingem uma larga percentagem da população: o Cancro. Assim, tendo no seu quadro de colaboradores habituais o Dr. Carlos Ferreira, Director de Formação do Centro de Enfermagem de Coimbra, foi analisada a possibilidade da realização de uma conferência, dirigida ao público em geral, facto que agora se concretiza.


Aproveitamos para convidar todos os interessados na temática a estarem presentes no evento.
Associação Espírita Consolação e VidaRua 15 de Agosto, N.º 30, Traseiras 3750 – 115 Águeda(Contacto: silviantunes@netvisao.pt - Telem. 93 432 56 48)


Fonte: Sílvia Antunes (Águeda)


sábado, 9 de fevereiro de 2008

A providência


A Providência

20. - A providência é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. Ele está em toda parte, tudo vê, a tudo preside, mesmo às coisas mais mínimas. É nisto que consiste a acção providencial.
«Como pode Deus, tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo,
imiscuir-se em pormenores ínfimos, preocupar-se com os menores actos e os menores pensamentos de cada indivíduo?» Esta a interrogação que a si mesmo dirige o incrédulo, concluindo por dizer que, admitida a existência de Deus, só se pode admitir, quanto à sua acção, que ela se exerça sobre as leis gerais do Universo; que este funcione de toda a eternidade em virtude dessas leis, às quais toda criatura se acha submetida na esfera de suas actividades, sem que haja mister a intervenção incessante da Providência.

21. - No estado de inferioridade em que ainda se encontram, só muito dificilmente podem os homens compreender que Deus seja infinito. Vendo-se limitados e circunscritos, eles o imaginam também circunscrito e limitado. Imaginando-o circunscrito, figuram-no quais eles são, à imagem e semelhança deles. Os quadros em que o vemos com traços humanos não contribuem pouco para entreter esse erro no espírito das massas, que nele adoram mais a forma
que o pensamento. Para a maioria, é ele um soberano poderoso, sentado num trono inacessível e perdido na imensidade dos céus. Tendo restritas suas faculdades e percepções, não compreendem que Deus possa e se digne de intervir directamente nas pequeninas coisas.

22. - Impotente para compreender a essência mesma da Divindade, o homem não pode fazer dela mais do que uma ideia aproximativa, mediante comparações necessariamente muito imperfeitas, mas que, ao menos, servem para lhe mostrar a possibilidade daquilo que, à primeira vista, lhe parece impossível.
Suponhamos um fluido bastante subtil para penetrar todos os corpos.
Sendo ininteligente, esse fluido actua mecanicamente, por meio tão-só das forças materiais. Se, porém, o supusermos dotado de inteligência, de faculdades perceptivas e sensitivas, ele já não actuará às cegas, mas com discernimento, com vontade e liberdade: verá, ouvirá e sentirá.

23. - As propriedades do fluido perispirítico dão-nos disso uma ideia. Ele não é de si mesmo inteligente, pois que é matéria, mas serve de veículo ao pensamento, às sensações e percepções do Espírito. Esse fluido não é o pensamento do Espírito; é, porém, o agente e o intermediário desse pensamento. Sendo quem o transmite, fica, de certo modo, impregnado do pensamento transmitido. Na impossibilidade em que nos achamos de o isolar, a nós nos parece que ele, o pensamento, faz corro com o fluido, que com este se confunde, como sucede com o som e o ar, de maneira
que podemos, a bem dizer, materializá-lo. Assim como dizemos que o ar se torna sonoro, poderíamos, tomando o efeito Pela causa, dizer que o fluido se torna inteligente.

24. - Seja ou não assim no que concerne ao pensamento de Deus, isto é, quer o pensamento de Deus actue directamente, quer por intermédio de um fluido, para facilitarmos a compreensão à nossa inteligência, figuremo-lo sob a forma concreta de um fluido inteligente que enche o universo infinito e penetra todas
as partes da criação: a Natureza inteira mergulhada no fluido divino. Ora, em virtude do princípio de que as partes de um todo são da mesma natureza e têm as mesmas propriedades que ele, cada átomo desse fluido, se assim nos podemos exprimir, possuindo o pensamento, isto é, os atributos essenciais da Divindade e estando o mesmo fluido em toda parte, tudo está submetido à sua acção inteligente, à sua previdência, à sua solicitude. Nenhum ser haverá, por mais ínfimo que o suponhamos, que não esteja saturado dele. Achamo-nos então, constantemente, em presença da Divindade; nenhuma das nossas acções lhe podemos subtrair ao olhar; o nosso pensamento está em contacto ininterrupto com o seu pensamento, havendo, pois, razão para dizer-se que Deus vê os mais profundos refolhos do nosso coração. Estamos nele, como ele
está em nós, segundo a palavra do Cristo.
Para estender a sua solicitude a todas as criaturas, não precisa Deus lançar o olhar do Alto da imensidade. As nossas preces, para que ele as ouça, não precisam transpor o espaço, nem ser ditas com voz retumbante, pois que, estando de contínuo ao nosso lado, os nossos pensamentos repercutem nele.
Os nossos pensamentos são como os sons de um sino, que fazem vibrar todas as moléculas do ar ambiente.

25. - Longe de nós a ideia de materializar a Divindade. A imagem de um fluido inteligente universal evidentemente não passa de uma comparação apropriada a dar de Deus uma ideia mais exacta do que os quadros que o apresentam debaixo de uma figura humana. Destina-se ela a fazer compreensível a possibilidade que tem Deus de estar em toda parte e de se ocupar com todas as coisas.

26. - Temos constantemente sob as vistas um exemplo que nos permite fazer ideia do modo por que talvez se exerça a acção de Deus sobre as partes mais intimas de todos os seres e, consequentemente, do modo por que lhe chegam as mais subtis impressões de nossa alma. Esse exemplo tiramo-lo de certa instrução que a tal respeito deu um Espírito.

27. - «O homem é um pequeno mundo, que tem como director o Espírito e como dirigido o corpo. Nesse universo, o corpo representará uma criação cujo Deus seria o Espírito. (Compreendei bem que aqui há uma simples questão de analogia e não de identidade.) Os membros desse corpo, os diferentes órgãos que o compõem, os músculos, os nervos, as articulações são outras tantas individualidades materiais, se assim se pode dizer, localizadas em pontos especiais do referido corpo. Se bem seja considerável o número de suas partes constitutivas, de natureza tão variada e diferente, a ninguém é licito supor que se possam produzir movimentos, ou uma impressão em qualquer lugar, sem que o Espírito tenha consciência do que ocorra. Há sensações diversas em muitos lugares simultaneamente? O Espírito as sente todas, distingue, analisa, assina a cada uma a causa determinante e o ponto em que se produziu, tudo por meio do fluido perispirítico.
«Análogo fenómeno ocorre entre Deus e a criação. Deus está em toda parte, na Natureza, como o Espírito está em toda parte, no corpo. Todos os elementos da criação se acham em relação constante com ele, como todas as células do corpo humano se acham em contacto imediato com o ser espiritual. Não há, pois, razão para que fenómenos da mesma ordem não se produzam de maneira idêntica, num e noutro caso.
«Um membro se agita: o Espírito o sente; uma criatura pensa: Deus o sabe. Todos os membros estão em movimento, os diferentes órgãos estão a vibrar; o Espírito ressente todas as manifestações, as distingue e localiza. As diferentes criações, as diferentes criaturas se agitam, pensam, agem diversamente: Deus sabe o que se passa e assina a cada um o que lhe diz respeito.
«Daí se pode igualmente deduzir a solidariedade da matéria e da
inteligência, a solidariedade entre si de todos os seres de um mundo, a de todos os mundos e, por fim, de todas as criações com o Criador.» (Quinemant, Sociedade de Paris, 1867.)

28. - Compreendemos o efeito: já é muito. Do efeito remontamos à causa e julgamos da sua grandeza pela do efeito. Escapa-nos, porém, a sua essência íntima, como a da causa de uma imensidade de fenómenos. Conhecemos os efeitos da electricidade, do calor, da luz, da gravitação; calculamo-los e, entretanto, ignoramos a natureza íntima do principio que os produz. Será então
racional neguemos o princípio divino, por que não o compreendemos?

29. - Nada obsta a que se admita, para o principio da soberana
inteligência, um centro de acção, um foco principal a irradiar incessantemente, inundando o Universo com seus eflúvios, como o Sol com a sua luz. Mas onde esse foco? É o que ninguém pode dizer. Provavelmente, não se acha fixado em determinado ponto, como não o está a sua acção, sendo também provável que
percorra constantemente as regiões do espaço sem-fim. Se simples Espíritos têm o dom da ubiquidade, em Deus há de ser sem limites essa faculdade.
Enchendo Deus o precisa transportar-se, por se formar em todas as partes onde a soberana vontade julga conveniente que ele se produza, donde o poder dizer-se que está em toda parte e em parte nenhuma.

30. - Diante desses problemas insondáveis, cumpre que a nossa razão se humilhe. Deus existe: disso não poderemos duvidar. É infinitamente justo e bom: essa a sua essência. A tudo se estende a sua solicitude: compreendemo-lo.
Só o nosso bem, portanto, pode ele querer, donde se segue que devemos confiar nele: é o essencial. Quanto ao mais, esperemos que nos tenhamos tornado dignos de o compreender

Diversidade das raças humanas


Diversidade das raças humanas

52. Donde provêm as diferenças físicas e morais que distinguem as raças humanas na Terra?

“Do clima, da vida e dos costumes. Dá-se aí o que se dá com dois filhos de uma mesma mãe que, educados longe um do outro e de modos diferentes, em nada se assemelharão, quanto ao moral.”

53. O homem surgiu em muitos pontos do globo?

“Sim e em épocas várias, o que também constitui uma das causas da diversidade das raças. Depois, dispersando-se os homens por climas diversos e aliando-se os de uma aos de outras raças, novos tipos se formaram.”

a) - Estas diferenças constituem espécies distintas?

“Certamente que não; todos são da mesma família. Porventura as múltiplas
variedades de um mesmo fruto são motivo para que elas deixem de formar uma só espécie?”

54. Pelo facto de não proceder de um só indivíduo a espécie humana, devem os homens deixar de considerar-se irmãos?

“Todos os homens são irmãos em Deus, porque são animados pelo espírito e tendem para o mesmo fim. Estais sempre inclinados a tomar as palavras na sua significação literal.”

Povoamento da Terra. Adão


Povoamento da Terra. Adão

50. A espécie humana começou por um único homem?

“Não; aquele a quem chamais Adão não foi o primeiro, nem o único a povoar a Terra.”

51. Poderemos saber em que época viveu Adão?

“Mais ou menos na que lhe assinais: cerca de 4.000 anos antes do Cristo.”
O homem, cuja tradição se conservou sob o nome de Adão, foi dos que
sobreviveram, em certa região, a alguns dos grandes cataclismos que revolveram em diversas épocas a superfície do globo, e se constituiu tronco de uma das raças que actualmente o povoam. As leis da Natureza se opõem a que os progressos da Humanidade, comprovados muito tempo antes do Cristo, se tenham realizado em alguns séculos, como houvera sucedido se o
homem não existisse na Terra senão a partir da época indicada para a existência de Adão.
Muitos, com mais razão, consideram Adão um mito ou uma alegoria que personifica as primeiras idades do mundo.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Sinais de Alarme


Sinais de Alarme

Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:


Quando entramos na faixa da impaciência;


Quando acreditamos que a nossa dor é a maior;


Quando passamos a ver ingratidão nos amigos;


Quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;


Quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;


Quando reclamamos apreço e reconhecimento;


Quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;


Quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve serviço;


Quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;


Quando julgamos que o dever é apenas dos outros.


Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas ideias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz do discernimento.

Vieira, Waldo; Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ideal Espírita.Ditado pelo Espírito Scheilla.