sexta-feira, 4 de maio de 2007

reencarnação


Reencarnação

Sendo Deus infinitamente sábio, prudente previdente justo é equitativo e bom, como compreender, porque nascem milionários e mendigos, virtuosos e viciados, génio e cretinos, bons e maus?

Porque se sofre e goza, porque prantos e risos, qual a razão de todas as anomalias da vida?
Nas religiões oficializadas não encontramos a solução desejada, porque, elas desprezaram a chave do evangelho que tudo isto explica, trocando-a pelos dogmas que as impede de compreender Deus e senti-lo.

O espiritismo, ou seja o Paráclito prometido por Jesus, vem outorgar-nos a chave do evangelho com a qual compreendemos Deus em suas obras definindo-o com simplicidade. Dizendo: - Deus é a inteligência suprema do Universo e a causa primária de todas as coisas. Deus nunca esteve inactivo; Deus tem criado desde toda a eternidade, e está criando incessantemente, mundos e almas; Deus cria as almas em seu começo todas iguais cheias de simplicidade e ignorância, e destinou-as ao mesmo fim, a Perfeição.

Para atingirmos a perfeição, temos de conquistar saber e virtude, para tal, Deus fez a lei da reencarnação, ou seja, nascer, viver, morrer, tornar a nascer progredindo sempre, para que tenhamos o mérito ou demérito de nossas obras Deus deu-nos o livre arbítrio.
É dentro desta lei, que tudo progride avança e evolui.

A reencarnação não é ensino novo: a encontramos em Job, cap 1º v 22 quando diz; Senhor, eu sei; nu sai do ventre de minha mãe, nu voltarei para lá.
Em Jacob, quando sonha que estava com a cabeça sobre uma pedra e via uma escada que saia da terra, e penetrava no céu, os anjos subiam e desciam por ela. Este sonho, mostra-nos a vida começando na pedra em formas cristalizadas, passar ao reino vegetal, animal, hominal e celestial.
No cego de nascença, os discípulos perguntam a Jesus: quem pecou, foi ele ou seus pais?
Se era cego de nascença, para existir o pecado ou causa, que deu motivo a cegueira, devia ter sido cometido em existência anterior: os apóstolos nesta pergunta mostra conhecerem a reencarnação, sem o que não poderiam assim se exprimirem.

Em João, Cap 3 v 5, Jesus diz a Nicodemos que o procurava de noite, na verdade e em verdade vos digo, que quem não renascer da água e do Espírito não pode entrar no reino dos Céus.
V 6, O que é nascido da carne, é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.
V 7, Não te maravilhes de eu te dizer: Importa-vos nascer outra vez.
V 8, O espírito assopra onde quer, e tu não ouves a sua voz, nem para onde vai, assim é todo aquele que é nascido do espírito.
V 9, Perguntou Nicodemos: Como se pode fazer isto?
V 10, Respondeu Jesus, e disse-lhe: Tu és mestre em Israel, e não sabes estas coisas?
V 11, Em verdade, em verdade te digo que nós dizemos o que sabemos, e que damos testemunho.
V 12, Se quando eu vos tenho falado nas coisas terrenas, ainda assim vós me não credes, como me crereis vós, se eu vos falar das celestiais?
Jesus confirma a reencarnação como indispensável ao progresso do espírito, quando diz: renascer da água e do espírito. Naquele tempo, a água simbolizava a matéria.
Jesus assim ensinava a volta do espírito a viver em um corpo de carne, afirmação essa feita no V 6 quando diz: o que é nascido da carne, é carne, e o que é nascido do espírito é espírito.
Quando nasce uma criança primeiramente rompe-se uma bolsa de água que precede ao parto; assim Jesus diz deixar bem claro, que a reencarnação é feita em novo corpo onde aprenderá a conhecer as necessidades do espírito. O espírito assopra onde quer e tu não ouves a sua voz nem para onde vai. Em outros tradutores, diz o vento assopra não sabes donde vem nem para onde vai assim é todo o que é nascido da água e do espírito. Em qualquer das traduções é para ensinar-nos que, assim como não sabemos donde vem o vento, nem para onde vai, também quando nasce um criança, não sabemos o que ela foi na existência passada, nem o que ela vai ser na presente. Apesar de toda esta clareza, Nicodemos fica surpreendidos, como ainda acontece com muita gente, em quem o censo moral ainda não está suficientemente desenvolvido.
Jesus afirmando que o que é nascido da carne, é carne, e o que é nascido do espírito é espírito, é para não confundirmos o corpo com a alma, o que volta a nascer é a alma, que vem em novo corpo trabalhar no seu progresso.

O corpo físico, é para a alma como uma roupa é para o corpo quando uma roupa está velha e não corresponde as necessidades do corpo, trocamo-la por outra, o mesmo acontece com a alma, quando o corpo não satisfaz as necessidades do espírito para o seu progresso, abandona-o e troca-o por outro.

Tenho encontrado muitas pessoas que dizem: não creio, é impossível, para os que dizem impossível, diga-lhes para que uma pessoa possa dizer impossível é preciso que saiba tudo a esses, peço que faça uma semente pequenina, que uma vez lançada a terra germine, cresça floresça e dê frutos; que faça um ovoluninho, donde saia uma lagarta e se transforme em borboleta. Meu amigo, se não sabes fazer isto, falta-te autoridade para dizer impossível, o que te resta como pessoa criteriosa, é pesquisar até encontrar a verdade alicerçada na razão lógica e confirmada em fatos.
Aos que dizem simplesmente não creio, diga-lhes: a terra gira em torno do sol e no entanto parece que é o sol que anda ao redor da terra; se querem acreditar que a terra anda ao redor do sol, ela continua andando; e se não acreditam, ela continua andando da mesma forma.
Assim é a reencarnação; se quem acreditar, reencarnasse os que não querem acreditar, reencarnam-se da mesma forma.

Dizer impossível, é querer na ignorância, por um limite as leis Divinas.
Jesus, conhecia muito bem e teimosia da ignorância, quando diz a Nicodemos. Se quando eu vos tenho falhado nas coisas terrenas, ainda assim vós me não credes, como me crereis se eu vos falar das coisas celestiais?

Este diálogo foi par confirmar mais uma vez o renascimento em um novo corpo e não confundir com a reforma moral do indivíduo que domina um vício e extingue uma paixão.
Se tivéssemos uma só vida terrena como compreendermos a justiça divina e sua equidade, quando nasce um milionário e um mendigo, um génio e um cretino.

Qual seria o pai, que tendo em suas mãos o poder de fazer milionários todos os seus filhos, fizesse alguns mendigos? que podendo fazer génios, fizesse cretinos? Nenhum pai, realmente pai, faria isso.
Que Deus é sábio justo equitativo e bom, as suas obras o atestamos.
Negar a reencarnação em novos corpos, é o mesmo que negar a justiça divina.
Deus tem criado desde toda a eternidade, e está criando incessantemente, mundos e almas. Assim se explica dentro da justiça Divina, que os sábios são as almas criadas há muitos séculos, que através das reencarnações em lugares diversos e em diversos planos materiais, conquistaram o saber.

Os ignorantes, são almas novas que estão começando a sua evolução. Para atingir a perfeição, tem de conquistar saber e virtude.
Há almas que procuram primeiramente evoluir pelo saber; razão porque muitas vezes, encontramos criaturas de um desenvolvimento intelectual muito elevado e moralmente elevados, e ignorantes quanto ao saber, quer uns, quer outros, é através das muitas reencarnações que adquirirão o saber e virtude, para poderem ingressar em mundos superiores, onde o saber e moral são mais elevados.

Na luta pela perfeição, erramos muitas vezes: Temos erros intelectuais e erros morais, quer uns, quer outros, temos que rectificar: quem fez o mal, tem de fazer um bem correspondente, depois de sofrer um mal igual ao que praticou; razão porque Jesus ensinou, quem com ferro fere, com ferro será ferido, assim quem roubou, será roubado, quem caluniou e perseguiu, será perseguido e caluniado, e assim por diante, teremos de passar por tudo o que fizemos os nossos irmãos passar.

A pobreza, nem sempre é um castigo, como a riqueza não é um prémio; são provações ou expiações. As almas infantis em quem saber é pouco, são geralmente ocupados em trabalhos grosseiros e pesados, onde a remuneração é pouca, mas as almas quando encarnadas, todas tem as mesmas necessidades; comer beber vestir e formar seu lar.
As almas infantis, pela natureza do trabalho que fazem são geralmente escassamente remuneradas, ao passarem pelas lojas, vêem lustrosas sedas, finas casimiras, saborosas conservas, que desejariam levar para sue lar, mas, ao recordar-se, que o senhorio, o merceeiro, o padeiro e outros confiaram na sua palavra, renuncia a satisfação da posse e gozo de tudo o que viram e vão resgatas a sua palavra, poucos ou nada lhe restando, mas ficaram satisfeitos consigo mesmo porque cumpriram com o seu dever, cumprindo com o seu dever, está cultivando o seu dever, está cultivando o carácter. O homem, voltando quanto vale o seu carácter: Um boi quando morre por ter comido erva venenosa, tiram-lhe o couro que dá bom dinheiro, mas um homem sem carácter, não tem valor algum. A pobreza não é um castigo, mas plano de aprendizagem onde a alma se exercita na renúncia paciência, modéstia e honestidade, se em uma existência falhar na outra, obterá êxito.

A riqueza é uma provação das mais difíceis se o rico paga todas as suas obrigações, isso lhe é fácil, enquanto para o pobre é difícil, mas a provação do rico, está em não abusar da sua riqueza para explorar e oprimir o pobre, não gastar o seu tempo e haveres na satisfação dos vícios e das paixões.
Pode com sua riqueza, levar o conforto e bem estar para si e para os seus, e com o resto desenvolver actividades em benefício dos menos aquinhoados, assim procedendo, subirá a planos cada vez mais elevados facilitando o seu progresso.

Os espíritos não tem sexo, umas vezes encarnam-se em corpos masculinos, outras vezes em femininos. Nos corpos masculinos pela natureza do meio a que são chamados, é mais fácil desenvolver o saber; nos corpos femininos, lhe é mais fácil cultivar a moral, a prova disto, está quando uma moça se casa se ela exigisse do moço a mesma pureza que ele exigisse dela, será difícil casar-se. Há homens que dizem: se a mulher lhe for infiel, lavarão sua honra com o sangue da mulher, se todas as mulheres casadas quisessem fazer o mesmo não sei quantos homens ficariam.

Quantos fogem ao sagrado dever da maternidade, utilizando-se de vários recursos: em novas existências, desejarão ter filhos e não o conseguem, quantas esposas portadoras de beleza e encanto, de uma moral sublimada com dotes domésticos de alto valor, são abandonadas de seus esposos? é que na existência passada, em consequência da ignorância das leis divinas, abandonaram o esposo que verdadeiramente a adorava.
Muitas pessoas dizem: como é que não nos recordamos das vidas passadas? A essas perguntas eu pergunto: se elas se lembram de serem alimentadas aos seios maternos, se recordam de tudo o que disseram nos dias anteriores, nem muita coisa alguma.

O esquecimento das existência passadas, é uma lei de misericórdia Divina.
Se nos lembrássemos das existência passadas, seria difícil perdoar uma ofensa e reparar um dano, quando de novo tivéssemos de enfrentar ou conviver com o inimigo da existência passada.
Seria difícil suportar a existência actual em um plano inferior a aqueles que em existências idas ocuparam posições de destaque, como sejam reis e governadores, que tendo abusado da sua autoridade, vêem agora em planos inferiores expiar suas faltas.


Os portadores de brilhante inteligência, que serviram-se dela para oprimir e humilhar os seus irmãos fazendo da mentira uma verdade, e nesta vida vêem surdos e mudos.
Se se lembrassem de suas vidas passadas não seria fácil vencer.
A reencarnação é a porta da esperança que nos alente e encoraja para vencermos nas lutas de rectificação e aprendizado, e a justiça e equidade Divina. Negar a reencarnação é invalidar todo o poder divino.
Só os cérebros erradamente esclarecidos, só os educados pelo avesso a negam.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

A reencarnação na história


A Reencarnação na história

A doutrina das vidas sucessivas ou reencarnação é chamada também de Palingenesia, de duas palavras gregas, Palin, de novo, gênese, nascimento. Ela foi formulada desde a aurora da civilização na Índia. Encontra-se nos Vedas: " Da mesma forma que nos desfazemos de uma roupa usada para pegar uma nova, assim a alma se descarta de um corpo usado para se revestir de novos corpos."

Pitágoras foi o primeiro a introduzir na Grécia a doutrina dos renascimentos da alma que tinha conhecido em suas viagens no Egito e na Pérsia. Platão adoptou a ideie pitagoriana da Palingenesia: "É certo que os vivos nascem dos mortos; que as almas dos mortos renascem ainda." (Phèdre)

A escola néo-platônica da Alexandria ensinava a reencarnação precisando a vantagem desta evolução progressiva para as condições da alma. Plotino, o primeiro de todos, a revê várias vezes no curso de suas Eneidas. É um dogma, disse ele, muita antigo e universalmente ensinado que, se a alma comete faltas, é condenada a expiá-las submetendo-se a punições nos infernos tenebrosos, depois do que é admitida a voltar em um novo corpo para recomeçar suas provas.

"A providência de Deus, escreveu Plotino, assegura a cada um de nós a sorte que lhe convém e que é harmónica com seus antecedentes, segundo suas existências sucessivas." Jamblico acrescenta: "Assim as penas que nos afligem são frequentemente castigos de um pecado do qual a alma se rende culpada em sua vida anterior. Algumas vezes, a razão do castigo nos é ocultada por Deus, mas nós não devemos duvidar de sua justiça."

Entre os romanos que adquiriram a maior parte de seus conhecimentos na Grécia, Virgílio exprime claramente a idéia da Palingenesia neste termos: " Todas as almas, ainda que por milhares de anos tenham retornado à roda desta existência (no Elísios ou no Tartaro), Deus as chama em numerosos enxames ao rio Léthé, a fim de que, privadas de recordações, revejam os lugares superiores e convexos e comecem a querer voltar ao corpo."

Os Gauleses acreditavam nas vidas sucessivas. César escreveu na Guerra de Gales: "Uma crença que eles buscam sempre estabelecer, é que as almas não perecem de forma alguma e que após a morte elas passam de um corpo para outro."

Em suas obras, o historiador Joseph fez profissão de sua fé na reencarnação; relata que essa era a crença dos Fariseus. O Pe. Didon o confirma nestes termos, em sus "Vida de Jesus: "Então crê-se, entre o povo (judeu) e mesmo nas escolas, no retorno à vida da alma dos mortos." O sábio beneditino Dom Calmet se exprime assim em seus Comentário, sobre essa passagem das Escxrituras: "Vários doutores judeus crêm que as almas de Adão, Abrâo, Phinées, animaram sucessivamente vários homens de sua nação." O Talmud ensina que a alma de Abel passou ao corpo de Seth e mais tarde ao de Moisés. O Zoar diz: "Todas as almas são submetidas às provas da transmigração" e a Cabala: "São os renascimentos que permitem aos homens se purificar."
Os judeus acreditavam que o retorno de Elias sobre a Terra devia preceder o do Messias. Isto porque, no Evangelho, quando seus discípulos perguntaram a Jesus se ele voltaria, Ele respondeu afirmativamente dizendo: "Elias já veio e não o reconheceram, mas eles lhe tem feito tudo o que havia sido predito." E seus discípulos compreenderam, diz o Evangelista, que era de João que lhes falava.

Um dia, Jesus perguntou a seus discípulos o que diziam dele no povo. Eles respondem1: "Uns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros Jeremias, ou qualquer um dos antigos profetas que vieram ao mundo." Jesus, longe de os dissuadir, como se eles estivessem falando coisas imaginárias, se contenta em acrescentar: " E vós, quem acreditam que sou?" Quando encontram o cego de nascença, seus discípulos lhe perguntam se esse homem nasceu cego por causa dos pecados de seus pais ou dos pecados que ele tinha cometido antes de nascer. Eles acreditavam então na possibilidade da reencarnação e na possível preexistência da alma. Sua linguagem fazia mesmo crer que essa ideia estava difundida entre o povo, e Jesus parecia autorizá-la, em vez de combatê-la; Ele fala das numerosas moradas de que se compõe a casa do Pai.

Lemos no Evangelho de João: " Havia um homem entre os fariseus, chamado Nicodemos, um dos principais judeus. Esse homem veio de noite encontrar Jesus e lhe disse: "Mestre, sabemos que tu és um doutor vindo da parte de deus, porque ninguém poderia fazer os milagres que tu fazes se Deus não estivesse com ele." Jesus lhe respondeu: "Em verdade, eu te digo que se um homem não nascer da água e do espírito. ele não pode entrar no reino de Deus. Aquele que nasceu da carne é carne, e aquele que nasceu do espírito é espírito. Não se espante de nada disso que te digo; é preciso que vós nasçais de novo. O vento sopra onde quer, e tu ouves o ruído, mas não sabes donde ele vem nem para onde ele vai. O mesmo ocorre de todo homem que nasceu do espírito."

Entre os Hebreus, a água representava a essência da matéria, e quando Jesus adianta que o homem deve renascer da água e do espírito, não é como se dissesse que deve renascer da matéria e do espírito, quer dizer em corpo e em alma?

De todos os Padres da Igreja, Origines é o que afirmou de forma mais precisa, em numerosas passagens de seu Princípios (livro 1°), a reencarnação ou renascimento das almas. Sua tese é esta: "A justiça do Criador deve aparecer em todas as coisas." São Jerônimo, por seu lado, afirma que a transmigração das almas fazia parte dos ensinamentos revelados a um certo número de iniciados. Em suas Confissões, santo Agostinho nos diz: "Minha infância não sucedeu a uma outro idoso morto antes dela?... Mesmo antes desse tempo, tinha já estado em qualquer parte? Fui alguma pessoa qualquer?"

Ainda no século quinze, o cardeal Nicolas de Cusa "sustentava em pleno Vaticano a teoria da pluralidade das existências da alma e dos mundos habitados, não somente com o assentimento, mas com os encorajamentos sucessivos de dois papas: Eugênio IV e Nicolau V." Malgrado esta excepção, a doutrina das vidas sucessivas permaneceu velada por toda a duração da idade média, porque estava severamente proscrita pela Igreja.

É preciso esperar os tempos modernos e a liberdade de pensar e discutir para que isso reaparecesse. Leibnitz, estudando o problema da origem da alma, admitiu que o princípio inteligente, sob a forma de mônada, tinha podido se desenvolver no reino animal. Numerosos pensadores se reuniram à reencarnação: Dupont de Nemours, Charles Bonnet, Lessing, Constant Savy, Pierre Leroux, Fourier, Jean Reynaud. A doutrina das vidas sucessivas foi vulgarizada para o grande público por autores como Balzac, Théophile Gautier, George Sand e Victor Hugo.

Para saber mais:
Christianisme et Spiritisme de Léon Denis (notes complémentaires, n° 5. Sur la Réincarnation)
La Réincarnation de Gabriel Delanne (ch. I, Coup d’œil historique sur la théorie des vies successives)
O Problema do Ser e do Destino Léon Denis (2ª parte, cap. XVII, As Vidas sucessivas. Provas históricas)
Le Génie Celtique et le monde invisible de Léon Denis (2e partie, ch. VIII, Palingénésie : Préexistences et vies successives. La loi des Réincarnations)

quarta-feira, 2 de maio de 2007

evangelho no lar


o evangelho no lar

Segundo a orientação dos Espíritos, a ORAÇÃO é a melhor protecção possível contra todo o tipo de influência negativa, além de aumentar a nossa sintonia com o Alto, e nos tornar mais susceptíveis às influências e aos bons conselhos de nossos Espíritos Protectores.

A prática do Evangelho no Lar é a mais recomendada. O livro O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, traz toda a moral da Doutrina Espírita. É o EVANGELHO comentado, segundo a interpretação dos Espíritos.

COMO FAZER O CULTO DO EVANGELHO NO LAR

1 - Defina um dia da semana e um horário para reunir-se com a família com esta finalidade. Convide todos os habitantes da casa, mas não convém “forçar” a participação de ninguém.

2 - As crianças podem participar também.

3 - Não somente os membros da família podem participar, mas os empregados da casa, e amigos que tenham interesse em fazê-lo.

4 - Se quiser, pode deixar uma jarra de água, e copos para os participantes. A água será fluidificada pelos Espíritos.

5 - Não é necessário o uso de toalha branca, nem de roupa branca, nem é preciso fazer
“corrente” e darem-se as mãos. Todo o procedimento exterior é apenas formalidade, que não é levada em conta pelos Espíritos. O que vale mesmo é a INTENÇÃO, os PENSAMENTOS e a SINTONIA ESPIRITUAL. As manifestações exteriores não têm a menor importância para os Espíritos.

6 - É importante respeitar DIA E HORÁRIO. Organize-se para poder fazer sempre o Evangelho no dia e horário marcado.

7 - Inicie fazendo uma prece, e pedindo o concurso amigo dos Protectores Espirituais. Evite chamar por seus “amigos” espirituais, chame sempre por seus Protectores e Anjos da Guarda.

8 - Reze um Pai Nosso, ou outra oração com a qual esteja habituado, e se sinta confortável.

9 - Abra o Evangelho AO ACASO, e leia a lição que cair. O texto é dividido por mensagens de uma ou duas páginas no máximo. Basta ler o tópico que cair na abertura do livro.

10 - Leia o tópico em voz alta, mas evite interrupções.

11 - Após a leitura, proceda aos comentários e debate sobre o que foi lido. Incentive as pessoas a se manifestarem, falando de sua interpretação do texto, e expondo suas dúvidas e comentários.

12 - Após a explicação e o debate da lição, faça paralelos com o que aprendeu do Evangelho, e o dia a dia de cada um. Incentive as crianças a darem exemplos de fatos ocorridos na escola, por exemplo, onde se pode vivenciar os ensinamentos contidos na lição do Evangelho.

13 - É sempre recomendável ver a APLICAÇÃO DO EVANGELHO NA NOSSA VIDA PRÁTICA, NO NOSSO COTIDIANO, transpondo as lições para SITUAÇÕES QUE NÓS VIVENCIAMOS, e analisar como agimos, e como teríamos que agir, à luz do Evangelho. Esta prática é uma auto-crítica muito produtiva, mas cuidado para não permitir que este momento de luz se transforme em um mar de acusações. Manter a ordem e a disciplina, conversando sempre à luz do Evangelho, é o que se deve fazer.

14 - Encerre o estudo agradecendo a presença dos Espíritos Protetores - faça pedidos individuais em voz alta ou em silêncio, antes do término do estudo.

15 - Peça por seus familiares, amigos e ambiente de trabalho, e peça também que os ESPÍRITOS PROTETORES POSSAM RETIRAR E ENCAMINHAR TODAS AS ENTIDADES NECESSITADAS QUE SE ENCONTRAM NO LOCAL, LEVANDO-AS PARA OS HOSPITAIS E ESCOLAS DO ESPAÇO, ONDE ESSAS ENTIDADES RECEBERÃO TRATAMENTO E ESCLARECIMENTO.

16 - VIBRE AMOR, MESMO - E ESPECIALMENTE - PARA AQUELES QUE LHE QUEREM MAL. Peça que eles, encarnados ou desencarnados, possam ser AJUDADOS E ESCLARECIDOS. Peça perdão pelo mal que vc possa tê-los causado, e peça pela harmonia, reconciliação e progresso.

15 - Encerre o culto com um Pai Nosso ou uma oração da sua escolha (é preciso que venha do coração), e bebam a água que terá sido fluidificada pelos Espíritos Protectores que ali estiveram.

espirito,corpo,perispirito


- Espírito, Corpo, Perispírito

1 - Deus - Espírito - Matéria - Fluido Cósmico:

Para melhor compreensão do fenómeno mediúnico, é importante se estabeleça a interdependência entre o corpo, o perispírito e o Espírito. Para tanto, imprescindível aceitemos seguramente a existência e sobrevivência deste.
Allan Kardec afirma: Antes de travarmos qualquer discussão espírita importa indaguemos se o nosso interlocutor conta com esta base:

· CRER EM DEUS
· CRER NA IMORTALIDADE DA ALMA
· CRER NA SOBREVIVÊNCIA DA VIDA APÓS A MORTE

Sem isso seria tão inútil ir além, com querer demonstrar as propriedades da luz a um cego que não a admitisse. (1)

Assim sendo, relembremos, com a Doutrina Espírita:

DEUS - Inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. Nosso pai e criador.

ESPÍRITO - Princípio inteligente do universo. O elemento espiritual individualizado constitui os seres chamados ESPÍRITOS; do mesmo modo que o elemento material individualizado constitui os diversos corpos da natureza, orgânicos e inorgânicos.

MATÉRIA - Princípio que dá origem e formação aos corpos. Instrumento de que se serve o Espírito e sobre o qual ao mesmo tempo exerce a sua acção.

FLUIDO CÓSMICO - Desempenha papel de intermediário entre o espírito e a matéria, propriamente ditas, por demais grosseira para que o Espírito possa exercer directamente acção sobre ela.

É fluido, como a matéria é matéria, e susceptível, pelas suas inumeráveis combinações com esta e sob a acção do espírito, de produzir a infinita variedade das coisas de que apenas conhecemos uma parte mínima. Este fluido universal, sendo o agente de que o Espírito se utiliza, é o princípio, sem o qual, a matéria estaria em perpétuo estado de desagregação e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá. (2)

Abstraindo-se o Espírito, tudo o que existe no Universo é oriundo do fluido cósmico, não só o princípio material, quanto as leis que o regulam, tudo nele se alicerça. O fluido magnético e o fluido vital são apenas algumas das inúmeras modificações do fluido cósmico.

Pela sua característica de extrema maneabilidade e variadas funções, podemos dizer que se a matéria é manipulada pelo homem, as criaturas fluídicas são elaboradas mentalmente pelos Espíritos (encarnados ou desencarnados), uma vez que o fluido obedece ao seu comando mental.
André Luiz assim o conceitua: “O Fluido cósmico é o plasma divino, hausto do criador ou força nervosa do Todo-Sábio. Neste elemento primordial vibram e vivem constelações e sóis, mundos e seres, como peixes no oceano”. (3)

- CORPO - ESPÍRITO - PERISPÍRITO:

Quando encarnado, o homem constitui-se de:

CORPO FÍSICO- Componente material análogo ao dos animais.

· É, ao mesmo tempo, invólucro e instrumento de que se serve o Espírito.
· De vida efémera, sujeita-se às transformações da matéria.
· À medida que o Espírito adquire novas aptidões, pelas reencarnações, utiliza-se de corpos físicos mais aperfeiçoados, condizentes com suas novas necessidades.

ESPÍRITO- Alma ou componente imaterial.

· O progresso é a sua condição normal e a perfeição a meta a que se destina.
· Imortal, preexiste e subsiste ao corpo físico que lhe serve de instrumento.
· Retornando ao Plano Espiritual, após o desencarne, conserva a sua individualidade, preparando-se para novas metas em sua ascensão evolutiva.

PERISPÍRITO- Envoltório fluídico de que se serve o Espírito em suas manifestações extra-físicas.

· Semi-material, participa ao mesmo tempo da matéria pela sua origem e da espiritualidade pela sua natureza etérea.
· Corpo espiritual que durante a reencarnação serve de elo entre o corpo físico e o Espírito.

- O PERISPÍRITO:

O perispírito, ou corpo fluídico, também conhecido como corpo astral, psicossoma, corpo celeste e outras denominações, é o corpo de que se serve o Espírito como veículo de sua manifestação no Plano Espiritual e como intermediário entre o corpo e o espírito quando encarnado.
Para melhor entendimento do perispírito, analisaremos este assunto sob os seguintes prismas: constituição, função, apresentação e propriedades.

CONSTITUIÇÃO

· De natureza subtil, o perispírito é constituído do FLUIDO UNIVERSAL inerente ao globo em que estagia, razão porque não é idêntico em todos os mundos.
· Sua natureza está em relação directa com o grau de adiantamento moral do Espírito; daí decorre que o mesmo se modifica e se aprimora com o progresso moral que conquiste.
· Enquanto as entidades superiores formam o seu perispírito com os fluidos mais etéreos do plano em que estagiam, as inferiores formam dos fluidos mais densos, ou grosseiros, pelo que, seu perispírito chega a confundir-se, na aparência com o corpo físico.

FUNÇÃO

· O Espírito pela sua essência é um ser abstracto, que não pode exercer acção directa sobre a matéria bruta. Precisa de um elemento intermediário (fluido universal), daí a necessidade do envoltório fluídico - o perispírito.
· O perispírito faz do Espírito um ser definido, tornando-o capaz de actuar sobre a matéria tangível. É, assim, o traço de união entre o Espírito e a matéria.
· Quando encarnado, o Espírito se vale do perispírito para actuar sobre o corpo e sobre o meio ambiente e, por seu intermédio, recebe sensações dos mesmos.
· Despojado do corpo físico, pela desencarnado, o Espírito permanece com o perispírito, veículo de sua manifestação no Plano Espiritual.

APRESENTAÇÃO

· O perispírito toma a forma que o Espírito queira.
· Actuando sobre os fluidos espirituais, por meio do pensamento, e da vontade, os Espíritos imprimem a esses fluidos tal ou qual direcção: Aglomeram-nos, combinam ou dispersam, forma conjuntos de aparência, forma e cor determinadas.
· Essas transformações, obedecendo a vontade do Espírito, permitem-lhe ter ou apresentar-se com a forma que mais lhe agrade. Podendo, num dado momento, alterar sua aparência instantaneamente.

· Essas transformações podem ser o resultado de uma intenção ou o produto de um pensamento inconsciente. Se num ambiente o Espírito apresenta-se com a aparência de sua última existência, pode, inconscientemente, modificar-se no recinto; algo, ou alguém o faz recordar-se de uma precedente reencarnação. Tão logo desliga o seu pensamento do passado, retorna à aparência actual.

PROPRIEDADES

· Um Espírito pode, portanto, apresentar-se ao médium com a aparência de uma existência remota (vestuário ou outros sinais característicos da época, inclusive cicatrizes, etc), embora isto não signifique que ele conserve normalmente essa aparência, mas sim a de vidas posteriores (geralmente a última experiência na Terra).
· Mesmo um Espírito apenas intelectualmente desenvolvido, embora moralmente atrasado, pode apresentar-se ao médium sob a aparência que deseje (pela disposição do seu pensamento), até mesmo de uma outra entidade, num processo de mistificação espiritual.
· Normalmente, no entanto, o perispírito retrata a condição íntima do Espírito, razão pela qual, premido por um estado consciencial de culpa, este se apresenta portando inibições, defeitos, aleijões, ou problemas outros, dos quais, embora o desejasse, não se pode furtar.

- REFERÊNCIAS:

(1) “O Livro dos Médiuns” - FEB - Rio de Janeiro - 29ª edição.
(2) “O Livro dos Espíritos” - FEB - Rio de Janeiro - 30ª edição.
(3) “Evolução em Dois Mundos” - FEB - Rio de Janeiro - 1ª edição.
(4) “A Gênese Segundo o Espiritismo” - FEB - Rio de Janeiro - 9ª edição.

terça-feira, 1 de maio de 2007

identificação dos espiritos


Da Identificação dos Espírito

- INTRODUÇÃO:

"Amados não creiais a todo o Espírito, mas provai se os Espíritos são de Deus".
(I João 4:1)

"No que respeita às instruções gerais que nos trazem os Espíritos, o mais é o ensino que nos proporcionam e não o nome sob o qual se apresentam".

ALLAN KARDEC

"Se a individualidade do espírito pode nos ser indiferente, o mesmo não se dá quanto às suas qualidades.

É bom ou mau o Espírito que se comunica? Eis a questão."ALLAN KARDEC

- LÓGICA, BOM SENSO, RAZÃO:

A identificação do Espírito pelo nome não deve constituir preocupação do médium ou dos frequentadores da reunião, pois, o mais importante é o teor dos ensinos que nos transmitem, seja qual for o nome ou a forma sob a qual de apresente o comunicante.

Devemos considerar que, se o Espírito pode imprimir ao seu perispírito a forma que queira, este poderá apresentar-se sob a aparência de outra entidade, ou para infundir maior confiança ao médium, ou com o fim deliberado de enganar.

O mesmo se dá quanto ao nome com o qual se comunica, pois, nenhuma referência dispomos para comprovar a sua autenticidade, senão o teor de sua mensagem, condizente ou não com o nome indicado.

Será prudente, portanto, frente a qualquer comunicante, ainda que se apresente como é ou um dos guias da reunião, analisar rigorosamente o teor da comunicação, aceitando apenas e exclusivamente, aquilo que esteja dentro da lógica, do bom senso e da razão.

- DA LINGUAGEM DOS ESPÍRITOS:

A respeito da identificação dos Espíritos transcrevemos algumas recomendações de "O Livros dos Médiuns", para nossa meditação.

DA LINGUAGEM DOS ESPÍRITOS

"A linguagem dos Espíritos está sempre em relação com o grau de elevação a que já tenham chegado."

"Apreciam-se os Espíritos pela linguagem que usam e pelas suas acções. Estas se traduzem pelos sentimentos que eles inspiram e pelos conselhos que dão".

A linguagem dos Espíritos Elevados é sempre idêntica senão quanto à forma, pelo menos quanto ao fundo. Os pensamentos são os mesmos, em qualquer tempo e em todo o lugar.

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Não se deve julgar da qualidade do Espírito pela forma material, nem pela correcção de estilo. É preciso sondar-lhe o íntimo, analisar-lhe as palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção.

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Os bons Espíritos só dizem o que sabem; calam-se ou confessam a sua ignorância sobre o que não sabem.

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Os bons espíritos são muito escrupulosos no tocante às atitudes que hajam de aconselhar.
Nunca, qualquer que seja o caso, deixam de objectivar um fim sério e eminentemente útil.

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Os bons Espíritos só prescrevem o bem. Nunca ordenam; não se impõem, aconselham e, se não são escutados, retiram-se.

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Os bons Espíritos não lisonjeiam; aprovam o bem feito, mas sempre com reserva.

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PARA JULGAR OS ESPÍRITOS, COMO PARA JULGAR OS HOMENS É PRECISO, PRIMEIRO, QUE CADA UM SAIBA JULGAR-SE A SI MESMO.

A dos Espíritos inferiores ou vulgares sempre algo reflectem das paixões humanas.

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Qualquer ofensa à lógica, à razão e à ponderação não pode deixar dúvida sobre a sua procedência, seja qual for o nome com que ostente o Espírito.
Deve-se desconfiar dos Espíritos que com muita facilidade se apresentam, dando nomes extremamente venerados, e não aceitar o que dizem, senão com muita reserva.

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Reconhecem-se os Espíritos levianos pela facilidade em que predizem o futuro e precisam fatos materiais que não nos é dado ter conhecimento.

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Qualquer recomendação que se afaste da linha recta do bom senso, ou das leis imutáveis da Natureza, denuncia um Espírito atrasado e, portanto, pouco merecedor de confiança.

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Máxima nenhuma, nenhum conselho que se não conforme estritamente com a pura caridade evangélica pode ser obra de bons Espíritos.

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Os conhecimentos de que alguns Espíritos se enfeitam, às vezes, com uma espécie de ostentação, não constituem sinal de superioridade deles.
A inalterável pureza dos sentimentos é, para esse respeito, a verdadeira pedra de toque.

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SE NÃO FÔSSEIS IMPERFEITOS, NÃO TERÍEIS EM TORNO DE VÓS SENÃO BONS ESPÍRITOS; SE FORDES ENGANADOS DE VÓS MESMOS VOS DEVEIS QUEIXAR.

- APARÊNCIA:

Podendo alguns Espíritos enganar pela linguagem de que usam, segue-se que também podem, aos olhos de um médium vidente, tomar uma falsa aparência?

Isso se dá, porém, mais dificilmente. O médium vidente pode ver Espíritos levianos e mentirosos, como outros os ouvem, ou escrevem sob influência deles. Podem os Espíritos levianos aproveitar-se dessa disposição, para o enganar, por meio de falsas aparências; isso depende das qualidades do Espírito do próprio médium.("O Livro dos Médiuns")

- ESTADO VIBRACIONAL:

Muitos médiuns reconhecem os bons e os maus Espíritos pela impressão agradável ou penosa que experimentam à aproximação deles. Perguntamos se a impressão desagradável, a agitação convulsiva, o mal-estar são sempre indícios da má natureza dos Espíritos que se manifestam.
O médium experimenta as sensações do estado em que se encontra o Espírito que dele se aproxima. Quando ditoso, o Espírito é tranquilo, leve, reflectido; quando feliz, é agitado, febril, e essa agitação se transmite naturalmente ao sistema nervoso do médium. Em suma, dá-se o que se dá com o homem na terra: O bom é calmo, tranquilo; o mau está constantemente agitado. ("O Livro dos Médiuns").

Concluímos que a maneira mais segura de se identificar a natureza do Espírito é pelo teor de sua linguagem, falada ou escrita, mediante os conceitos que nos trazem. Tanto quanto, ao se aproximar de um médium, o Espírito pode por ele ser analisado, através do seu estado vibracional, ou seja, das sensações agradáveis ou desagradáveis que o Espírito infunde ao médium.

- REFERÊNCIAS:

"O LIVRO DOS MÉDIUNS" - FEB - Rio de Janeiro - 29ª edição.