A
terra está sendo removida como um campo preparado para o plantio. O
arado do Senhor está em plena atividade fazendo o serviço de remover
do solo terrestre as impurezas que precisam ser eliminadas. Outros
elementos devem ser selecionados para a produção de frutos de
qualidade.
Como
uma mãe que sente dores de parto pela proximidade do momento em que
dará à luz um filho, um homem novo ao mundo, a Terra geme e
estertora.
Mas como disse o Mestre há dois milênios: ainda não é o fim!
Angústia
nas nações, mudanças climáticas, revelações sociais. Oscilações na
economia e a derrocada do poder dos homens falidos. Tudo isso produz
uma certa inquietação nas pessoas mais sensíveis. Toda essa
movimentação, tanto física quando social, nos faz pensar que a Terra é
um grande organismo vivo, que, como o homem, os filhos da Terra,
reflete na área física e social as grandes revoluções que ocorrem na
sua vida espiritual.
Multidões
de espíritos a serviço do Cordeiro de Deus vão e vêm entre as
dimensões da vida, obedecendo às ordens do seu Comandante Supremo, pois
a hora da colheita se aproxima.
Os
Espíritos do Senhor, realizando a sua vontade sublime e soberana,
visitam as regiões sombrias da vida extrafísica, realizando a
higienização intensa e profunda dos quistos purgatoriais do globo.
Do
lado de cá da vida, a grande mudança está em pleno andamento. Toda
essa movimentação de seres comprometidos com a política divina e das
energias por eles postas em ação faz com que certos reflexos sejam
sentidos no panorama físico do mundo...
Assim como o
corpo físico do homem reflete as mudanças que ocorrem na área
emocional e mental, também o mesmo ocorre num âmbito mais geral com o
planeta Terra.
O
conflito final está sendo travado nos bastidores da vida, e as
energias desencadeadas pela ação natural do expurgo planetário, da
seleção natural dos espíritos que ficarão na Terra e daqueles que
partirão fazem com que a Terra se ressinta.
Não
somente a ação do homem é o que interfere no sistema de vida do
planeta. O mundo está expulsando de si os cânceres astrais, as
inteligências sombrias, e, como um grande organismo que se contrai e se
movimenta para eliminar os focos de pestilência internos, o planeta
Terra reage
.
Em reação natural, progressiva, mas também
incrementada por energias poderosas que estão a serviço do saneamento
coletivo, faz com que os homens, os encarnados sintam de perto os
primeiros sinais de que algo novo está ocorrendo, de que estamos
começando a sentir as dores de um parto planetário. Um novo homem, uma
nova humanidade e uma nova civilização emergirão das cinzas das
antigas.
Água,
terra, ar e fogo são os elementos criados e acionados pelo
organismo terrestre a fim de dinamizar o processo de expurgo daquelas
consciências que não amadureceram e não servem mais para compor o
novo corpo da civilização do espírito que triunfará sobre todas as
dores e falhas humanas.
Estejamos
atentos às nossas responsabilidades; estejamos armados com a
couraça da justiça e as armas do espírito, pois o Senhor ordenou que
a primeira trombeta seja tocada, e os seus mensageiros já estão de
prontidão para o grande dia do Deus Todo-Poderoso.
Edgar Cayce (Psicografia de Robson Pinheiro, em 8/4/2010)
domingo, 22 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
CARTA AOS CÔNJUGES
Meus irmãos, o matrimônio
É um instituto divino,
Onde o trabalho em comum
É luz de amor e de ensino.
O lar é um templo sagrado
De vida superior,
Onde começa no mundo
A lei sublime do amor.
Toda a harmonia terrestre,
Em circunstâncias quaisquer,
Tem seu início sagrado
No marido e na mulher.
São ambos um corpo só,
Em doce consagração.
Se o homem é a cabeça,
A mulher é o coração.
Cada um no seu lugar,
São iguais pelo dever
No santo esforço que as mãos
Nunca cessam de fazer.
Sem a máxima união
Na intimidade do lar,
Esse corpo transcendente
Não consegue funcionar.
Porventura, já se viu
Coração sobre a cabeça?
Ou ambos em separado,
Funcionando em vida avessa?...
Se a mulher é sentimento,
Se o homem é luta e ação,
Devem ambos ser unidos
No plano da educação.
Para que um lar seja o pouso
Do carinho e da esperança,
Jamais se esqueça o regime
Do amor e da confiança.
Harmonia em toda a casa
Faz da vida um campo em flor.
Ciúme é a erva daninha
Que mata as rosas do amor.
Intriga e relaxamento
São treva e calamidade,
Trazendo consigo o atrito
Que queima a felicidade.
Se há lutas pelo caminho,
A ventura dos casais
Consiste em reconhecer
Que o perdão nunca é demais.
Quem recebeu a missão
Desse instituto de amor
Tem solenes compromissos
Perante as leis do Senhor.
Façam, pois,
do lar terrestre
A estrada de salvação,
Onde Jesus plante as flores
De vida e de redenção.
Do livro Mãe. Psicografia de Francisco Cândido Xavier / pelo espírito Casimiro Cunha.
É um instituto divino,
Onde o trabalho em comum
É luz de amor e de ensino.
O lar é um templo sagrado
De vida superior,
Onde começa no mundo
A lei sublime do amor.
Toda a harmonia terrestre,
Em circunstâncias quaisquer,
Tem seu início sagrado
No marido e na mulher.
São ambos um corpo só,
Em doce consagração.
Se o homem é a cabeça,
A mulher é o coração.
Cada um no seu lugar,
São iguais pelo dever
No santo esforço que as mãos
Nunca cessam de fazer.
Sem a máxima união
Na intimidade do lar,
Esse corpo transcendente
Não consegue funcionar.
Porventura, já se viu
Coração sobre a cabeça?
Ou ambos em separado,
Funcionando em vida avessa?...
Se a mulher é sentimento,
Se o homem é luta e ação,
Devem ambos ser unidos
No plano da educação.
Para que um lar seja o pouso
Do carinho e da esperança,
Jamais se esqueça o regime
Do amor e da confiança.
Harmonia em toda a casa
Faz da vida um campo em flor.
Ciúme é a erva daninha
Que mata as rosas do amor.
Intriga e relaxamento
São treva e calamidade,
Trazendo consigo o atrito
Que queima a felicidade.
Se há lutas pelo caminho,
A ventura dos casais
Consiste em reconhecer
Que o perdão nunca é demais.
Quem recebeu a missão
Desse instituto de amor
Tem solenes compromissos
Perante as leis do Senhor.
Façam, pois,
do lar terrestre
A estrada de salvação,
Onde Jesus plante as flores
De vida e de redenção.
Do livro Mãe. Psicografia de Francisco Cândido Xavier / pelo espírito Casimiro Cunha.
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