sábado, 17 de outubro de 2009
Noticias de Portugal

Sumário:
1 - O PASSE ESPÍRITA COMO MEIO DE CURA
2 - III CICLO DE PALESTRAS ESPÍRITAS DE SETÚBAL
3 - SEMINÁRIO: PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS
4 - I JORNADAS ESPÍRITAS NOS AÇORES
1 - O PASSE ESPÍRITA COMO MEIO DE CURA
Na sexta-feira, dia 16 de Outubro de 2009, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema O PASSE ESPÍRITA COMO MEIO DE CURA.
Como funciona o passe espírita (transfusão de energias) de modo a promover o bem-estar dos seres vivos? Existem provas da eficácia desta terapia ou é mera crença?
O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
Este centro tem página na Internet em www.caldasrainha.net/cce e e-mail cce@caldasrainha.net
As entradas são livres e gratuitas.
Fonte: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha)
2 - III CICLO DE PALESTRAS ESPÍRITAS DE SETÚBAL
18 de Outubro de 2009
Domingo – 15,00 horas
Auditório da AELA
A PEDRA (PEDRO, O APÓSTOLO)
Oradora: Manuela Vasconcelos (*)
(*) - MARIA MANUELA GRAÇA DE VASCONCELOS nasceu em Lisboa, em 1932.
Aos 6 anos, acompanhou seus pais, que foram viver para Angola, tendo estudado em Moçâmedes e Sá da Bandeira, vivendo de 1949 a 1954 em Luanda.
Depois de umas férias no Continente, onde casou, foi viver para Lourenço Marques ali ficando até 1976, ano em que voltou definitivamente para Portugal.
Em 1973 “descobriu” a Doutrina dos Espíritos, tendo passado a integrar-se no Movimento Espírita Português não só e ainda em Moçambique, como em Portugal, quando aqui regressou.
Em 1992 publicou a biografia FERNANDO DE LACERDA, O MÉDIUM PORTUGUÊS; em 2004 um segundo livro, MEP – Tentativa Histórica do Movimento Espírita Português, de 1900 a Fevereiro de 2004; em 2006 publicou, ainda, ALGUNS VULTOS DO MOVIMENTO ESPÍRITA PORTUGUÊS.
Para além destas obras, desde 1981 que assumiu a responsabilidade da edição da revista COMUNHÃO, bimestral, com a qual procura transmitir um pouco mais de conhecimento evangélico - doutrinário aos seus leitores.
Foi um dos sócios fundadores da COMUNHÃO ESPÍRITA CRISTÃ DE LISBOA, com escritura efectuada em Dezembro de 1981; o Centro foi inaugurado em Junho de 1984, sendo a sua actual presidente.
De 1989 a 1991 fez parte dos Corpos Sociais da F.E.P., como 1º secretário.
Fonte: AELA
3 - SEMINÁRIO SOBRE PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS
No domingo, dia 25 de Outubro de 2009, vai decorrer um seminário subordinado ao tema PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS.
O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
Este centro tem página na Internet em www.caldasrainha.net/cce e e-mail cce@caldasrainha.net
As entradas são livres e gratuitas, limitadas aos lugares existentes:.
Seminário
Pluralidade dos Mundos Habitados - Descobre o Teu Universo!
(Facultado por Antero Ricardo e Carlos Ferreira)
(Das 10H às 13.00H e das 15H às 17h45H)
(espaço para perguntas e respostas)
Compareça!
(entradas gratuitas)
Pluralidade dos Mundos Habitados – Um dos postulados do Espiritismo
O que é o Universo? Onde estamos nós? O que faz parte dele?
Para onde caminha esta nave espacial chamada “Terra”?
Existe vida no Universo? Dados e confirmações dos Espíritos.
Podemos falar de um universo inteligente? Porquê?
Pluralidade dos mundos e nossa destinação.
Descobre o Teu Universo!
HORÁRIOS
10.05 Horas – Início dos Trabalhos
11.30 Horas – Intervalo
11.50 Horas – Perguntas e Respostas
12.20 Horas – Continuação dos Trabalhos
13.00 Horas – Almoço
15.00 Horas – Reinicio dos Trabalhos
16.15 Horas – Intervalo
16.45 Horas – Perguntas e Respostas
17.15 Horas – Continuação dos Trabalhos
17.45 Horas – Final
Fonte: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha)
4 - I JORNADAS ESPÍRITAS NOS AÇORES
É com muita alegria que vos anunciamos as I Jornadas Espíritas a terem lugar na nossa Associação, No dia 14 de Novembro das 14 à 19h. As entradas são livres e gratuitas havendo, no entanto, necessidade de inscrição até ao dia 1 de Novembro, para fins de controle dos lugares na sala.
Contactos: http://aeterceirense.blogspot.
Associação Espírita Terceirense
Canada da Luciana, Nº. 8A
Santa Luzia
9700-097 Angra do Heroísmo
Ilha Terceira - Açores
Telm: 96 988 26 10 - 91 907 53 32
E-mail: acandeiaqueilumina@yahoo.com
Noticias do Brasil
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
A cremaçao

A cremação
O espiritismo não proíbe a cremação de cadáveres, até porque nele nada é proibido, visto ser uma doutrina de liberdade, uma Doutrina de consciencialização. Contudo, aconselha muita cautela a quem vier a adoptar a cremação, em substituição do enterro, pelos seguintes motivos.
O perispírito
O nosso corpo material, físico, que não é senão energia densificada, está ligado ao espírito (o ser inteligente de essência sublimada) através do perispírito – o elemento intermediário entre os dois corpos, que possuem constituições completamente diferentes. O perispírito, é o invólucro semi- material que envolve o espírito, e é formado por uma substância etérea e diáfana, que é mais fluidica do que material, sendo esta sua parte material muito mais etérea, menos densa, do que a matéria que compõe o corpo físico.
Para dar vida ao corpo físico, o perispírito liga-se a ele célula a célula e elemento a elemento, como se fossem feixes de fios fluídicos a estabelecerem a interligação celular material com o espírito. Assim, qualquer coisa que aconteça no corpo material, o espírito, sabe-o imediatamente, através desta ligação e vice - versa: todas as decisões, ordens, desejos, vontades e sentimentos do espírito, chegam ao corpo físico ou reflectem nele por esse mesmo canal fluídico.
Por exemplo, quando cortamos acidentalmente um dedo, as células danificadas comunicam ao espírito o traumatismo ocorrido, e este por consequência sente a dor, visto que não é a matéria que sente, mas sim o espírito. E o contrario também é verdadeiro; quando, por exemplo, o espírito decide levantar o braço direito do corpo físico, este obedece à ordem e levanta-se, porque as instruções emitidas pelo espírito (a sua vontade), são transmitidas as células nervosas do cérebro físico que simplesmente obedecem, transmitindo o desejo do espírito de – neste caso - levantar o braço direito. O cérebro funciona assim como um mero receptor da ordem do espírito, e acciona a rede nervosa que atinge o órgão envolvido – o braço direito.
É também por meio desta ligação fluidica que é o perispírito, que o espírito derrama para o corpo físico todos os seus sentimentos, sejam estes bons ou maus: alegria, tristeza, serenidade, angústia, amor, ódio, e muitos mais, que irão revitalizar as células materiais (se forem sentimentos positivos) ou nelas gerar perturbações (se forem sentimentos negativos) que podem complicar-se, provocando mal - estar e inclusivamente doenças.
A morte
O fenómeno da morte consiste apenas no desligar de todos os fios fluidicos que prendem o perispírito ao corpo físico, libertando deste modo o espírito da sua prisão material. Assim que se verifica o desatar destes fios fluídicos, o espírito deixará de poder voltar a animar o seu ex- veiculo de carne.
A força do pensamento
Se, como acabamos de ver, o espírito fica completamente desligado do corpo físico com a morte, poder-se-ia concluir que tudo o que se fizesse a partir daí com o cadáver não atingiria o espírito, devido à falta de ligações entre ambos. Portanto, poder-se-ia cremar, retalhar ou deitar as feras os cadáver, que o espírito não sentiria qualquer dor.
Mas as coisas não são bem assim, porque apesar do espírito já não ter o corpo material continua a pensar, e a ter desejos e sentimentos.
No Evangelho de Mateus (6:21), Jesus disse: “onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração”.
Neste caso, o tesouro seria o corpo carnal, e o coração seria o nosso pensamento, o nosso sentimento.
Para o individuo que ainda não esta muito espiritualizado e que viveu na Terra muito agarrado aos bens materiais e ao próprio corpo físico, a morte não impede que o pensamento do seu espírito esteja concentrado no seu cadáver por uma espécie de saudade, devido ao recente falecimento e também por reconhecer que, daí em diante, não poderá usufruir do corpo material para fazer tudo aquilo que estava acostumado a fazer….
Quando isso acontece (e é bastante frequente), o espírito fica como se tivesse sido algemado à carne que o envolveu na terra e, caso o cadáver seja cremado, vê com angústia as labaredas a queimarem os seus restos mortais, porque, como Jesus sabiamente afirmou, o “seu tesouro” este ali, naquele corpo material que está a ser bruscamente destruído pelo fogo….
Sabemos que há espíritos muito evoluídos e, por isso mesmo, muitíssimo espiritualizados, que
Reencarnam na Terra, mas também sabemos que são raros e que se encontram aqui para levarem a cabo missões específicas em diversas áreas do conhecimento, a fim de ajudarem a humanidade a acelerar o seu progresso evolutivo.
Quando desencarnarem, os corpos materiais desses espíritos podem ser cremados à vontade, porque isso em nada ira afectar a sua sensibilidade, visto que vivem muito ligados à Espiritualidade do que a própria matéria.
Mas não é isso que acontece com a esmagadora maioria das pessoas, da qual fazemos obviamente parte. Somos espíritos que estamos num processo de evolução embora fragilizados pela acumulação de imperfeições que possuímos. Devido a estas condições, tudo o que é material ainda nos impressiona e sensibiliza vivamente, inclusivamente àqueles que são ou dizem ser, espíritas. Em maior ou menor grau, há sempre alguma circunstância que nos prende à matéria e por isso as labaredas da cremação podem “chamuscar” os espíritos, fazendo com que se ressintam deste acontecimento que para eles, é dramático.
Uma coisa parecida acontece quando nas reuniões mediúnicas comparece um espírito em sofrimento, por exemplo, alguém que desencarnou com um tiro no coração. Ele aproxima-se do médium ainda a sentir as dores no coração, provocadas pelo tiro que o vitimou, e passa essas dores para o médium, embora mais suavizadas. Como desencarnou, já não tem coração e, portanto, não devia estar a sentir qualquer dor…. Mas como o acto da sua desencarnação foi muito traumatizante para ele, isso faz com que vá conservar durante muito tempo o seu pensamento concentrado no que aconteceu, e é isto que causa o seu sofrimento.
Nos casos em que o cadáver não é cremado mas sim sepultado, se o espírito tiver sido muito agarrado a tudo o que era material, pode também ficar no cemitério junto à sua sepultura e assistir, desesperado, à decomposição gradual do seu corpo, sentindo inclusivamente os vermes corroerem a sua carne e devido a isso, sofrer também muito.
No entanto, há uma diferença capital entre cremação e o enterro.
Na cremação, tudo se processa muito rapidamente, em poucos minutos, enquanto que no sepultamento, a decomposição do cadáver é lenta, permitindo assim que o espírito possa ser devidamente, socorrido, orientado e esclarecido, para, a pouco e pouco, desviar o seu pensamento para coisas mais importantes.
O Irmão X adverte-nos de que a atitude da cremação é um tanto ou quanto precipitada, podendo vir a ter consequência desagradáveis para o espírito que desencarna: “… morrer, não é libertar-se facilmente…”
Para quem atravessou a existência na Terra entre abstinências e sacrifícios, a arte de dizer adeus é qualquer coisa da felicidade ansiosamente saboreada pelo espírito, mas para o mortal comum, habituado aos comes e bebes de cada dia, para os poderosos do mundo, para os campeões do conforto material e para os felizes exemplos do prazer humano, quer sejam novo ou velhos, a cadaverização não é uma tarefa que se faça nalgumas horas…
Requer tempo, esforço, ajuda e boa vontade.
Esta é a razão pela qual, se pudéssemos, pedíamos tempo para os mortos…
Se a lei divina dá nove meses para que a alma possa nascer ou renascer no mundo com a dignidade necessária, e se a legislação humana também já dá aos trabalhadores o benefício do aviso prévio quando são despedidos, por que razão o morto deve ser reduzido a cinzas com a carne ainda quente?...
Léon Denis , na sua obra O problema do ser, do destino e da dor, comenta que ao consultar os espíritos sobre a cremação conclui que, regra geral, esta causa um desligar mais rápido mas que , no entanto, é brusco e violento, e até mesmo doloroso para as almas que estão agarradas à Terra pelos hábitos, gostos e paixões.
Para se sofrer sem traumas a cremação, é preciso haver um certo distanciamento psíquico, um despego antecipado dos laços materiais; é o que se dá na maior parte dos países orientais, onde a cremação é usada há séculos.
Contudo nos países ocidentais, em que o homem psíquico está pouco desenvolvido e, portanto, pouco preparado para a morte, deve-se preferir o enterro, embora às vezes neste se cometam erros deploráveis, ao sepultarem-se pessoas vivas, que apenas estão num estado letárgico. Apesar disso, deve-se preferi-lo à cremação, pois permite ao espírito do indivíduo que estava muito agarrado a tudo o que era material, que este se desligue lenta e gradualmente do corpo; mas o enterro deve estar sempre rodeado de precauções. Entre nós, os sepultamentos são feitos com muita precipitação…
E para finalizar, nada melhor do que dar a palavra ao Benfeitor Emmanuel, que na questão 151 d´O Consolador, afirma: “Na cremação, faz-se mister exercer a piedade com os cadáveres, adiando durante mais horas (72h) o acto da destruição dos restos materiais pois, de certo modo, nas primeiras horas que se seguem ao desenlace, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o Espírito desencarnado e o corpo de onde extinguiu o tónus vital, devido aos fluidos orgânicos que ainda empurram a alma para as sensações da existência material”
Referencia: Nelson oliveira e souza
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Perito Criminal Confirma ser Autentica Foto de Espírito.
A matéria jornalística tem causado uma grande repercusão no Nordeste do Brasil, mais precisamente no Estado do Piauí.
Foto tirada espontaneamente de um celular mostra rosto de uma pessoa falecida há 3 meses.
Rosto foi identificado como uma mãe de uma médica que faleceu há 3 anos

Em Teresina/PI, um juiz de direito estava numa clínica de fisioterapia e tirou algumas fotos suas, a partir de um celular. Eis que em uma das fotos, atrás do magistrado, há um semblante de uma senhora. Na clínica, o rosto da senhora foi identificado como sendo o da mãe de uma médica, falecida há 3 anos. A foto foi periciada e não há indício de adulteração ou fraude.
Abaixo, segue um trecho de um programa da tv piauiense que mostra como tudo ocorreu, inclusive as explicações de um perito criminal.




